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Vice-governador na Rádio Capital

Vice-governador, Washington Oliveira: convidado do programa 3º Setor em Debate

O vice-governador do Maranhão, Washington Oliveira (PT) será o entrevistado do programa Terceiro Setor em Debate, deste sábado, 17, na Rádio Capital AM 1.180.

Oliveira fará um balanço do primeiro ano do governo Roseana Sarney (PMDB), bem como da sua atuação a frente da Vice-Govenadoria do Estado, além falar sobre questões mais gerais da conjuntura política estadual.

Para entrevistar o vice-governador foram convidados os jornalistas, Frederico Luiz, de Imperatriz, editor do blog frederico2010.blogspot.com e Gilberto Leda, editor do blog www.gilbertoleda.com.br.

O programa Terceiro Setor em Debate é apresentado por este blogueiro, das 11h às 12h, todos os sábados.

Contamos com audiência e participação dos ouvintes da Rádio Capital e dos leitores do blog.

É neste sábado!


Organizações da Sociedade Civil divulgam carta aberta à presidenta Dilma Rousseff

Várias entidades da sociedade civil assinaram Carta Aberta à pesidenta da República Dilma Rousseff dando apoio ao decreto que estabelece novas regras para entidades do terceiro setor conveniar com o governo federal, mas criticam o decreto nº 7.592, assinado semana passada, suspendendo todos os repasses para organizações não governamentais, a fim de proceder em determinado tempo a sua avaliação e cancelamento daqueles considerados irregulares.

O documento cobra ainda a constituição do Grupo de Trabalho para elaboração de um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil. Veja:

Excelentíssima Senhora Presidenta,

As entidades que firmam esta carta compõem o Comitê Facilitador da Plataforma por um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil, cuja agenda foi apresentada a Vossa Excelência em 2010, quanto ainda candidata, e à qual respondeu por meio de Carta às Organizações da Sociedade Civil.

Nesse documento, em que reconheceu a legitimidade de nossas propostas, Vossa Excelência afirmou que o governo deveria pautar-se por “uma relação democrática, respeitosa e transparente com as organizações da sociedade civil, compreendendo seu papel fundamental na construção, gestão, execução e controle social das políticas públicas”.

Declarou que “a Plataforma … nos propõe uma relação jurídica mais adequada entre o Estado e as OSCs, reconhecendo que, para cumprirem suas funções, as entidades devem ser fortalecidas sem que isso signifique reduzir a responsabilidade governamental, em um ambiente regulatório estável e sadio”.

Finalmente, comprometeu-se a “constituir um Grupo de Trabalho, composto por representações das OSCs e do governo … com o objetivo de elaborar, com a maior brevidade possível, no prazo máximo de um ano, uma proposta de legislação que atenda de forma ampla e responsável, as necessidades de aperfeiçoamento que se impõem, para seguirmos avançando em consonância com o projeto de desenvolvimento para o Brasil, o combate à desigualdade social e o interesse público.

Assim como a Excelentíssima Senhora, acompanhamos com preocupação as denúncias sobre irregularidades em convênios firmados entre ministérios e entidades sem fins lucrativos, principalmente porque a maneira como tais fatos vêm sendo tratados por setores de gestão pública e pela mídia comprometem a imagem pública de uma infinidade de organizações que prestam regularmente serviços públicos e fazem com que a opinião pública julgue sem critérios e se volte contra todas as organizações, entre elas as que têm prestado relevantes serviços à democracia deste país.

O Decreto Presidencial n. 7.568, de 16 de setembro de 2011, a nosso ver, acerta em procurar estabelecer critérios legítimos para balizar decisões quanto ao estabelecimento de convênios com organizações da sociedade civil. Saudamos também o fato de que o Decreto institui Grupo de Trabalho composto por representantes de governo e da sociedade civil, destinado a reformular a legislação aplicada às Organizações da Sociedade Civil, cumprindo compromisso de campanha da Senhora Presidenta. Com grandes expectativas, estamos cooperando com a Secretaria Geral da Presidência da República para a realização de seminário internacional nos próximos dias 9 a 11 de novembro, em Brasília, quando será instalado o GT em reunião inaugural.

Nesse contexto de união construtiva de esforços, nos surpreendeu o novo decreto, nº 7.592, suspendendo todos os repasses para organizações não governamentais, a fim de proceder em determinado tempo a sua avaliação e cancelamento daqueles considerados irregulares. Tememos que a maioria das organizações sem fins lucrativos sejam penalizadas injustamente. Se o governo entende que é necessário organizar uma força tarefa para avaliar a qualidade dos convênios em vigência, poderia fazê-lo sem que fosse necessária a suspensão de repasses, o que pode causar graves problemas àquelas entidades que estão cumprindo regularmente suas obrigações.

Segundo o Portal da Transparência de 2010, das 232,5 bilhões de transferências voluntárias do governo federal, 5,4 bilhões destinaram-se a entidades sem fins lucrativos de todos os tipos, incluídos partidos políticos, fundações de universidades e o Instituto Butantã, por exemplo. Foram 100 mil entidades beneficiadas, 96% delas por transferências de menos de 100 mil reais. Se juntarmos todas as denúncias contra ONGs publicadas na imprensa nos últimos 24 meses, as entidades citadas não passariam de 30, o que nos leva crer que além de desnecessária, a suspensão generalizada de repasses poderia constituir medida arbitrária e de legalidade questionável, que criminaliza a sociedade civil organizada.

Esperamos realizar nosso seminário e instituir nosso GT em um contexto de confiança na esfera pública ampliada e nas suas instituições. Esteja certa, Senhora Presidenta, do nosso incondicional apoio no combate à corrupção e na busca por instrumentos adequados para a concertação de esforços do Estado e sociedade civil pela construção de um Brasil mais justo e democrático.

Em 28 de outubro de 2011.

Assinam esta carta as seguintes entidades membros do Comitê Facilitador da Plataforma por um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil.

Respeitosamente,
Associação Brasileira de ONGs (ABONG)

Cáritas BrasileiraConselho Latino-Americano de Igrejas  (CLAI)

Regional Brasil Fundação Grupo Esquel Brasil

Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE)

Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)

Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST)

União Nacional de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES)


Em defesa das ONGs e de um novo marco regulatório para o Terceiro Setor

É um erro, um retrocesso incomensurável tentar limitar as ações das Organizações Não Governamentais (ONG) por conta de denúncias envolvendo algumas entidades conveniadas com órgãos públicos, sobretudo com ministérios.

As ONGs representam um avanço na relação entre o Estado e a sociedade civil. Existem tantas ONGs ruins e picaretas quanto existem políticos, magistrados, médicos, advogados, jornalistas e outros profissionais canalhas. Como é próprio em qualquer atividade humana existirem bons e maus profissionais.

Mas, ainda assim, não tenho dúvidas de que a grande maioria das ONGs é séria, tem objetivos nobres e trabalha com transparência e espírito republicano.

Não se pode cair na armadilha colocada por setores da imprensa e da classe política que desejam nos fazer crer que toda ONG é constituída para desviar ou malversar recursos públicos.

O VII Encontro Nacional do Terceiro Setor, realizado em Belo Horizonte, entre 20 e 22 de junho do ano em curso, por exemplo, mostrou o quanto é importante o fortalecimento das Organizações da Sociedade Civil para construirmos um país mais justo, democrático e sustentavelmente desenvolvido.

Dr. Tomás de Aquino Resende: em defesa da "intersetorialidade"

Um dos grandes entusiastas das ações e parcerias do terceiro setor com os demais setores, Dr. Tomáz de Aquino Resende, procurador de Justiça do Estado de MG e coordenador do CAOTS – Centro de Apoio Operacional ao Terceiro Setor – fala em “intersetorialidade” como forma de mitigar as graves e históricas mazelas socioeconômicas do país.

“É indiscutível a necessidade de que os três setores pratiquem suas ações em perfeita comunhão e com necessária liberdade, ou seja, precisamos de leis, justiça, polícia, governo, recursos materiais/econômicos do mercado e de ações da sociedade civil organizada”, defende Dr. Tomáz.

MARCO REGULATÓRIO

Nesse sentido, e no bojo de várias denúncias envolvendo ONGs, torna-se mais do que necessária e urgente a aprovação, pelo Congresso Nacional, de um novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil que presuma a inocência das entidades, que seja o atestado político e institucional para separar o joio do trigo, enfim, um divisor de águas entre a filantropia e “pilantropia”

Por fim, vale ressaltar que um estudo do IBGE, de 2005, dá conta da existência de cerca de 338 mil Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos atuando numa rica diversidade e pluralidade de ações no Brasil.

Atualmente essas entidades contribuem com mais de 1,2% do PIB, que comparada com a dos 39 segmentos da indústria de transformação é somente inferior à da indústria petrolífera e da construção civil, sendo quatro vezes maior que o segmento de automóveis e 12 vezes maior que o segmento de eletrodomésticos.  Sem falar nos mais de 1,7 milhões de trabalhadores empregados por ONGs em todo o Brasil.

Por tudo isso, as Organizações da Sociedade Civil merecem o crédito de confiança dos brasileiros, dos governos, dos parlamentos, do Judiciário, do Ministério Público e do conjunto da sociedade.

Esta é a opinião do blog.


ONGs: a urgência de um novo marco regulatório

A recente onda de denúncias relacionadas à Operação Voucher, da Polícia Federal, que resultou na prisão de ocupantes de cargos no Ministério do Turismo, pelo suposto envolvimento em desvio de recursos públicos por meio de convênios firmados com organizações não governamentais (ONGs), explicita novamente a importância de regulamentação da atuação das organizações da sociedade civil no Brasil e de se elaborar uma política de Estado que assegure autonomia política e econômica a elas.
 
O debate se insere em um contexto de deslegitimação e criminalização das ONGs e movimentos sociais, a despeito de seu protagonismo no processo de democratização do País, das experiências que desenvolvem na área social e da sua participação na articulação de movimentos de cidadania planetária. Ainda que seja fundamental a atuação das ONGs na conformação de relações sociais mais igualitárias, permanece a insegurança jurídica neste campo de atuação. Isto prejudica o necessário fortalecimento dos processos organizativos e participativos em que as organizações se inserem, e favorece práticas clientelistas engendradas nas relações entre governantes, entidades de fachada e iniciativa privada.
 
Por isso, durante o processo eleitoral, em 2010, cerca de 200 organizações e movimentos sociais, dentre as quais a ABONG, subscreveram e encaminharam aos presidenciáveis uma Plataforma por um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil. Respondendo à iniciativa, Dilma Roussef se comprometeu a, no prazo de um ano após a posse, construir esse novo marco político e legal articulando as instâncias governamentais envolvidas e as organizações sociais. Em seu primeiro discurso no governo, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, estipulou um prazo de seis meses para equacionar o problema. Além de iniciar o diálogo com as diversas instâncias governamentais que precisam ser engajadas nos trabalhos, como os ministérios da Justiça, Saúde, Educação e Desenvolvimento Social, Fazenda, Planejamento e Controladoria Geral da União, a Secretaria Geral da Presidência promoveu uma primeira reunião com os representantes da Plataforma em maio. A comissão de trabalho mista, entretanto, ainda não foi oficializada.


Procurador de Justiça de MG destaca a importância da intersetorialidade

O Procurador de Justiça do Estado de Minas Gerais, Tomáz de Aquino Resende, faz uma interessante defesa daquilo que ele chama de “intersetorialidade”, ou seja, a relação necessária entre Governo, Mercado e Organizações da Sociedade Civil.

Segundo o Dr. Tomáz de Aquino “é necessário pensar em como solucionar o problema sob diversos aspectos para que se obtenha um resultado satisfatório, nesse sentido, a atuação de O.N.G.’s, sozinhas, não basta, e faz-se necessário mobilizar os demais setores”.

As palavras do procurador fazem parte da apresentação feita à revista produzida pela equipe de CAO-TS (Centro de Apoio Operacional ao Terceiro Setor), que destaca os principais resultados das discussões ocorridas durante o 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor, realizado entre os dias 20 e 22 de junho deste ano, em Belo Horizonte (MG). Veja:


A força do 3º Setor e a luta por um Marco Regulatório da Sociedade Civil

Mesa de encerramento do 7º Encontro do Terceiro Setor

As várias entidades da Sociedade Civil Orgazanizada que estiveram reunidas no 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor, em Belo Horizonte (MG), entre os dias 20 e 22 deste mês, demonstram o quanto elas são importantes para a correção das distorções de políticas públicas governamentais, além da se constituirem em instrumentos qualificados na proposição de ações, projetos, programas etc, em várias áreas da sociedade, tais como: meio ambiente, direitos humanos, educação, saúde, cultura, segurança…

Promovido pelas parcerias entre o Ministério Público Estadual – através do Centro de Apoio Operacional ao Terceiro Setor (CAO-TS), o Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais (CeMAIS) e a Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado (Fundamig), o 7º Encontro Nacional do Terceiro se tornou no principal evento dessa natureza no Brasil.

Dr. Tomáz de Aquino ao lado do blogueiro

Um dos idealizadores do encontro e um entusiasta nato do Terceiro Setor, o procurador de justiça e coordenador do CAO-TS, Tomáz de Aquino Resende, reafirmou no ato de encerramento do evento a necessidade do consolidação de uma Marco Legal que regulamente a atuação das entidades da Sociedade Civil Organizada a partir de princípios e regras mínimas que presumam a honestidade e não a desonestidade das mesmas.

Em seguida, afirmou que a luta pelo Marco Regulatório será árdua e que requer uma mobilização ao estilo do que ocorreu com a aprovação da Lei da Ficha Limpa.

“A nossa grande mobilização daqui para frente será pela luta de um marco regulatório que estabele regras mínimas para o terceiro setor, regras que presumam a nossa honestidade e não a desonestidade. Temos que fazer da luta por esse marco legal algo parecido como foi em relação a Lei da Ficha Limpa, pois sabemos que não será fácil”, disse.

Ao final do evento, foi aprovada a “Carta de Minas pela Interseorialidade” que preconiza as principais inquietações e reivindicações da Sociedade Civil brasileira enquanto segmento organizado.

A secretária de Estado de Casa Civil e de Relações Institucionais, Maria Coeli Simões Pires, garantiu o apoio do Governo de Minas à causa do Terceiro Setor e foi responsável pela leitura da Carta, elaborada pelos participantes do encontro, inclusive com a contribuição deste blogueiro durante a reunião de grupos.

Segundo a secretária “trata-se de uma provocação federativa, um apelo à União, aos estados e aos municípios para que o Terceiro Setor possa conquistar mais espaço nos setores públicos e sociais”.

A “Carta de Minas pela Intersetorialidade” será encaminhada ao ministro-chefe da Secretária-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

Leia a íntegra da Carta:

Carta de Minas pela Intersetorialidade

Nós, participantes do 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor – MG e 1º Encontro de Direito do Terceiro Setor, após os debates e conferências realizadas nos dias 20 e 21 de junho de 2011, em Belo Horizonte, interessados em contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de confiança, de transparência e diálogo intersetorial na sociedade brasileira, resolvemos:

- Ratificar os termos do documento “Plataforma para o Novo Marco Regulatório da Sociedade Civil”;

- Recomendar urgência no estabelecimento de uma agenda de trabalho para criação de um ambiente favorável para o fortalecimento do Terceiro Setor, sem embargo de adoção de medidas rigorosas de punição em casos de desvio de conduta na área pública e privada;

- Enfatizar que as medidas burocratizantes, que têm resultado na paralisia das entidades ou ineficácia das ações sociais do Terceiro Setor, não resultam efetivamente em repressão às condutas desviantes;

- Enfatizar a necessidade de autorregulação, que não prescinde à regulação do Estado em termos adequados à sua especificidade.

Por fim, convocamos as entidades da sociedade civil, as organizações empresariais e instâncias do poder público para aprofundar o debate intersetorial e do marco regulatório, fortalecer as iniciativas de aprimoramento dos modelos de governança e ampliar os espaços de divulgação e comunicação dos resultados alcançados pelo Terceiro Setor.


Marco regulatório das entidades do 3º setor é discutido em encontro

Neste segundo dia do 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor,  o tema que toma conta do evento é a questão do “marco regulatório” das entidades que atuam nesse setor.

Participam autoridaes e especialistas do governo federal, empresários e representantes de várias entidades da sociedade civil organizadada de vários estados.

O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência da República) não compareceu ao encontro, limitando-se em enviar uma carta que foi lida pelo Fernnando Rosseti, presindente GIFE (Grupo de Insitutos Fundações e Empresas).

A ausência do ministro foi bastante lamentada pelos presentes, já que Carvalho teria muito o que contribuir com o debate, poderia expressar o ponto de vista do Governo Federal em relação ao papel que as organizações do terceiro setor cumprem na sociedade, inclusive enquanto parceiras do programa “Brasil Sem Miséria”.

Daqui a pouco mais informações.


Governador Antonio Anastasia participa de 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor

O governador Antonio Anastasia participou, nesta segunda-feira (20), da abertura do 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor, que nesta edição também sedia o 1º Encontro de Direito do Terceiro Setor, para discutir um novo marco regulatório para o setor.

O governador defendeu ainda parcerias com a entidades doTerceiro Setor como forma de aprimorar as políitcas públicas, incluise para o desenvolvimentos dos municípios, estado e do país. Hoje é esperada a participação do Minsitro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência). Veja:

Governador Antonio Anastasia em pronunciamento na abertura do Encontro

Durante a solenidade, que aconteceu no auditório da Uni-BH, o governador defendeu a existência de um Estado forte com a participação da sociedade civil organizada. Anastasia também destacou a importância da criação do marco legal para legitimar e fortalecer as organizações do Terceiro Setor.

“Sempre defendemos que o Estado seja bem instrumentalizado e tenha condições de atender bem às políticas públicas, mas ele não pode fazer sozinho. Para que ele tenha verdadeira legitimidade, que as pessoas percebam a ação efetiva do governo e possam usufruir dessa ação, é imprescindível que a sociedade civil seja forte. Isso passa pelo fortalecimento das entidades do Terceiro Setor. São organizações não governamentais, organizações da sociedade civil de interesse público que precisam ter um marco legal adequado e precisam co-executar as políticas públicas nos municípios, nos estados e também na esfera federal”, disse Anastasia em entrevista.

Durante a abertura do encontro foram apresentados os resultados do trabalho feito pela escola de planejamento HomoSapiens, que desenvolve projetos de capacitação sob medida, programas de coaching para gerentes, mapeamento e melhoria contínua de sistemas produtivos. Recentemente, a escola realizou oficina de planejamento de vida e de ideias para a Copa de 2014 com 3.718 crianças de escolas públicas.

A apresentação foi feita pelo diretor acadêmico da HomoSapiens, Eduardo Shana, e os resultados do trabalho foram entregues ao governador Antonio Anastasia pelos professores que conduziram os projetos nas escolas. A HomoSapiens desenvolveu a metodologia TEvEP, que funciona como um protocolo de comunicação entre as pessoas e facilita a organização das informações e a mobilização de recursos.

Desenvolvimento Social e parcerias
O 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor vai até o dia 22 de junho e é realizado pelo Ministério Público Estadual, por meio do Centro de Apoio Operacional ao Terceiro Setor (CAO-TS), em parceria com o Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais (CeMAIS) e a Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado (Fundamig).

Ativistas, gestores e profissionais do terceiro setor, voluntários, representantes de empresas privadas e do poder público discutirão propostas de desenvolvimento social e de mobilização da opinião pública para temas de relevância social como saúde, educação, segurança e meio ambiente. O evento também vai promover discussões sobre a gestão administrativa e jurídica das entidades que compõem o Terceiro Setor, com foco nas parcerias.

Entre as palestras programadas para o Encontro estão “Movimento Conspiração Mineira pela Educação”, do coordenador do Movimento Conspiração Mineira pela Educação, Evando Neiva; “Apacs: Exemplo de sucesso”, a ser feita pelo presidente da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados, Valdeci Antônio Ferreira.

Também serão realizadas mesas redondas sobre “A intersetorialidade e os resultados sociais – Projeto Plug Minas, Grupo Santa Casa de Belo Horizonte e Missão Ramacrisna”, coordenada pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena; e “Marco Legal”, ministrada por Paulo Modesto, do Ministério Público da Bahia.

Também participaram do evento o procurador de Justiça e Coordenador do CAO ao Terceiro Setor, Tomáz de Aquino Rezende; o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Dinis Pinheiro (PSDB); os secretários de Estado Renata Vilhena (Planejamento e Gestão) e Wander Borges (Desenvolvimento Social), o controlador-geral do Estado, Moacyr Lobato; a defensora pública-geral do Estado, Andréa Abritta Tonet; o procurador de Justiça, Leonardo Charles; a diretora-presidente do CeMAIS, Marisa Seoane; o diretor-presidente da Fundamig, Heliomar Manoel Quaresma; o presidente da Fiemg, Olavo Machado Júnior, e a reitora do Uni-BH, Sueli Baliza.

(Fonte: www.farolcomunitario.com.br)


7º Encontro Nacional do Terceiro Setor

O blogueiro encontra-se em Belo Horizonte (MG) cobrindo o 7º Encontro Nacional do 3º setor, a convite do Ministério Público de Minas Gerais. Durante todo o dia, notícias direto do evento, em BH ( se o frio deixar…). Aguardem.


Rumo ao 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor

Encontro qualificado

O blogueiro divide com os leitores a alegria por conta da confirmação da nossa participação no 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor, que será realizado no período de  20 a 22  de junho deste ano, no Teatro da UNI BH, Belo Horizonte – MG.

Recebemos o convite, e o patrocínio da nossa ida ao referido Encontro,  do Centro de Apoio das Promotorias de Fundações e Entidade de Interesse Social (CAOTS), que é coordenado Procurador de Justiça Tomáz de Aquino. O convite é consequência do repercussão do programa Terceiro Setor em Debate, que é apresentado pelo blogueiro aos sábados, das 11h às 12h, na Rádio Capital.

O CAOTS soube do programa através deste blog e entrou em contado no mês passado com o apresentador, que entrevistou o Dr. Tomáz de Aquino ao vivo, direto de Belo Horizonte.

O 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor conta ainda com o apoio da Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado (Fundamig) e do Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais (CeMAIS). Nesta edição, sediará também o I Encontro Nacional de Direito do Terceiro Setor.

Desde 1992 o Ministério Público de Minas Gerais, pelas Promotorias de Fundações e pelo CAOTS, em parceria com as mais expressivas organizações mineiras, governamentais empresariais e do terceiro setor, apóia e participa da realização dos encontros em Belo Horizonte. Evento que já integra as agendas oficiais do Estado e do Município e que se consagraram pelos resultados das ações práticas, consolidadas no âmbito dos três setores da sociedade, como também pelo grande sucesso de interesse público e de veiculação positiva na mídia. Além disso, tornou-se referência nacional como espaço de apresentação, discussão e decisão, sobre temáticas que se transformam em ações efetivamente propulsoras de desenvolvimento sustentável efetivo.

O tema do 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor será “Alianças Intersetoriais para o Desenvolvimento Social”. Veja as presenças confirmadas:

- Ministro Gilberto de Carvalho
- Governador Antônio Anastasia
- Dora Silvia Cunha Bueno – CEBRAF
- Silvio Sant’Ana – Presidente da Fundação Esquel
- Fernando Rossetti – GIFE
- Wander Borges – Secretario de Estado de Desenvolvimento Social
- José Tadeu de Moraes – Diretor Presidente da Samarco
- Cláudio de Moura Castro
- Cledovirno Belini – Presidente da Fiat América Latina
- Paulo Modesto – Ministério Público da Bahia
- Eduardo Saszi
- Leo Charles Henri Bossard II
- Nelson Arns Neumann – Pastoral da Criança
- Eduardo Sabo Paes
- Luis Cláudio – Presidente da OAB/MG

Para saber mais e conhecer a programação completa do 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor, acesse o site da Fundamig.