Tag Archives: PMDB

Eleições 2014: PT mais próximo de consolidar aliança com o PMDB

Governadora recebe prefeitos do PT em agenda articulada pelo vice-governador Washington.

Reunidos com a governadora Roseana Sarney (PMDB) e o vice-governador Washington Oliveira (PT) no Palácio dos Leões, nove prefeitos petistas reforçaram ontem o apoio à aliança entre o PT e o PMDB no Maranhão.

Nove dos dez chefes do Executivo municipal que compõem a legenda no estado estavam presentes ou enviaram representantes ao encontro. Participaram da reunião, também, o presidente Estadual do partido, Raimundo Monteiro, e o secretário de Estado de Assuntos Políticos, Cidades e Desenvolvimento Urbano, Hildo Rocha.

Garantiram apoio ao PMDB Junior de Sousa Otsuka, o Capitão Otsuka (prefeito de Grajaú); Domingos Santana da Cunha Júnior, o Araken (de Alcântara); Adalberto do Nascimento Rodrigues (Belágua); Valmir Morais (Campestre do Maranhão); Arlindo Barbosa dos Santos Filho (Fortuna); Osmar Fonseca dos Santos (Lago do Junco); Iracema Cristina Lima Vale (Urbano Santos) e Arlene Pimenta Uchôa (São Raimundo do Doca Bezerra).

No encontro, os petistas reafirmaram que estão “fechados” com o PMDB, seguindo orientação nacional do partido. Também ressaltaram o espaço de destaque que vem sendo dado à legenda no governo, lembrando que são petistas o vice-governador Washington Luiz; e os secretários de Trabalho e Economia Solidária, José Antônio Heluy; e de Articulação Institucional, Rodrigo Comerciário.

Os prefeitos agradeceram, ainda, a nova pasta conquistada pela sigla, que passa a comandar também a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectec) com a nomeação do professor e ex-reitor do IFMA, José Ferreira Costa. A antiga ocupante do cargo, Rosane Guerra, retorna ao comando da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema).

(As informações são do jornal O Estado do MA, Título origina: “Aliança entre PT e PMDB reafirmada no Maranhão também para 2014″)

PS: O Blog do Robert Lobato voltará ao assunto em breve)


A ofensiva do governo Roseana Sarney

Roseana Sarney: redefinições na política e na gestão para realizar o “melhor governo da minha vida”

Nada em política acontece por acaso.

As mexidas no núcleo do governo Roseana Sarney (PMDB), ora em curso, tem um propósito bem definido.

A ideia é fazer mudanças significativas na política e na gestão ao longo dos dois anos que faltam para terminar o mandato da peemedebista.

Roseana Sarney acredita que ainda há tempo suficiente para resgatar e cumprir alguns compromissos assumidos  na campanha de 2010, quando a então candidata do “15″ garantiu que iria fazer o “melhor governo da minha vida”.

O desembarque do ex-deputado Clodomir Paz no Palácio dos Leões, para ocupar a Secretaria de Programa Especiais, faz parte desses “ventos de mudanças” planejados pela governadora. E outras iniciativas são aguardadas para os próximos dias, inclusive a redefinição do papel e da atuação do PT na gestão governamental, além da definição, ao menos até aqui, de Luis Fernando na condução da secretaria de Infraestrutura, e ainda a volta de João Abreu para a Casa Civil.

Clodomir Paz deverá cumprir a missão de ser o articulador político-administrativo entre os municípios e o governo, onde caberá a ele a coordenação integrada dos programas e projetos socioeconômicos de todas as principais secretarias de Estado. Paz terá relação direta com a governadora e autonomia para tocar as ações definidas no âmbito do governo.

No bojo das mexidas no tabuleiro político e de gestão com vistas a dar mais eficiência no governo e consequentes resultados práticos para a cidadania, está o tal empréstimo de R$ 1,5 bilhão que a Assembleia Legislativa acabou de aprovar.

É com esse recurso que a governadora conta para realizar obras, implementar projetos, programas e conveniar com os municípios, para quando for deixar o governo no dia em 31 de dezembro de 2014, poder, quem sabe, dizer que conseguiu mesmo fazer o “melhor governo da minha vida”.

A oposição tem razão em estar preocupada com a ofensiva do governo Roseana Sarney.


“Saímos vitoriosos”, declara Helena Duailibe

Helena Duailibe entre o grupo de vereadores que integraram a sua chapa

A vereadora de primeiro mandato, Helena Duailibe (PMDB), disputou a presidência da Câmara Municipal de São Luís, encabeçando a chapa “Renovação Já”, que era composta por mais oito vereadores. Apesar de não ter obtido a maioria dos votos no resultado final, teve 12 contra 19 para o atual presidente Isaías Pereirinha (PSL), eleito para o quinto mandato consecutivo, a médica declarou: “Saímos vitoriosos dessa disputa, montamos um grupo que acredito em um projeto, soubemos agregar”.

Helena estava sendo cotada para concorrer ao cargo máximo do legislativo maranhense, porém só confirmou sua candidatura as vésperas da eleição. “Não tínhamos uma decisão, o nosso grupo conversou muito, prezamos pelo diálogo, ouvimos todos e aí sim, chegamos a um consenso”, revelou.

A chapa liderada pela ex-vice-prefeita de São Luís era composta da seguinte forma: Helena Duailibe (presidente), Roberto Rocha Júnior (1º vice-presidente), Barbara Soeiro (2º vice-presidente), Estevão Aragão (3º vice-presidente), Pedro Lucas (1º secretário), Sebastião Albuquerque (2º secretário), Professor Lisboa (3º secretário), Honorato (4º secretário) e Edmilson Jansen (5º secretário).

Além dos que compunham a chapa, Helena recebeu os votos dos vereadores Sérgio Frota (PSDB), Rose Sales (PC do B) e Marquinhos (PRB).
Após o resultado final, Helena ainda aproveitou para comentar: “quero agradecer ao apoio do presidente do diretório municipal do meu partido, o deputado Roberto Costa, que muito me ajudou e nos deu força para que essa candidatura se consolidasse”.

Com o inicio do calendário parlamentar para o dia 01 de fevereiro, Helena diz que vai se preparar para o cumprimento do seu mandato e destacou a importância do empenho dos demais vereadores: “tenho compromisso com o eleitor e com toda população de São Luís. Nós todos estamos vendo que nossa cidade está precisando de união para que tenhamos orgulho de dizer que somos ludovicenses”, finaliza.


A quem Gastão Vieira tanto incomoda?

Do blog do Itevaldo

No colunismo político e em setores do bloguismo local a verdade factual tem vindo sempre depois. A fidelidade à verdade factual é, a meu ver, o primeiro requisito da prática do jornalismo honesto.

Vejamos: num dia o ministro do Turismo, Gastão Vieira foi acusado de não ir a uma Feira Internacional de Turismo, quando de fato, ele estava por lá. Noutro, é de autoria dele a história da criação de um suposto “conselho político” do governo Roseana Sarney. Em nenhum dos dois casos se ouviu o ministro ou sua assessoria. Mas, a verdade factual chegaria em seguida.

De onde parte – de boa parcela de nós jornalistas – tanto desapego à verdade factual? Ou neste caso específico seria melhor indagar: a quem o ministro Gastão Vieira tanto incomoda?

O primeiro “fato”: a não ida à feira de turismo, depois de confrontado esvaiu. No segundo “fato” retornemos a última terça-feira.

O secretário-chefe da Casa Civil, Luis Fernando Silva sabe como e onde nasceu à ideia de criação do tal “conselho político” do governo Roseana Sarney. Ele não apenas sabe como e onde. O chefe da Casa Civil tem uma cópia da certidão de nascimento do “conselho político”.

Roseana já disse a vários interlocutores que no grupo em que lidera há três pré-candidatos a sua sucessão: Edison Lobão (ministro das Minas e Energia), Gastão Vieira (ministro do Turismo) e Luis Fernando Silva (secretário-chefe da Casa Civil). Escrevi que existem até hoje três pré-candidato, e não qual deles é o preferido ou favorito de Roseana ou o do seu pai José Sarney ou de seus irmãos.

Depois de agarrar-se a uma da “cópia da certidão de nascimento do conselho político”, Luis Fernando Silva foi tocar a sua pasta – suponho – até a inauguração do prédio da Secretaria de Estado da Fazenda, quando sopraram a ideia do “conselho político”.

Numa conversa mais reservada, estavam Roseana, o ministro Gastão Vieira e os secretários Luis Fernando, Pedro Fernandes e Ricardo Murad. Quem falou sobre o conselho político?

Ao ganhar a “cópia da certidão de nascimento do conselho político” durante o dia, Luis Fernando Silva ouvira que os ministros Edison Lobão e Gastão Vieira também receberiam as suas.

Uma reunião informal, na inauguração de prédio público, sem a presença do senador José Sarney, do ministro Edison Lobão, do vice-governador Washington Oliveira e de Zequinha Sarney, líder da bancada federal maranhense, não existe a possibilidade de formalizar “Conselho Político”. Mas, seria digamos, interessante soprar a novidade. Quem soprou? Luis Fernando? Gastão Vieira? Ricardo Murad? Pedro Fernandes? Até ali, somente o chefe da Casa Civil tinha a “cópia da certidão de nascimento do conselho político”.

A ideia de colar em Gastão Vieira o “vazamento de criação de tal conselho político”, para quem a idealizou, talvez fosse, um espetáculo a seu modo magnífico. Apenas não contava, que por obra da incapacidade do protagonista de perceber a enrascada patética (do Pateta de Walt Disney) em que se atiraria.

São por ações e intenções como essa que a uma candidatura governista pode ir até o ponto de soçobrar nas ondas do ridículo atroz ou tão somente “sair pela porta dos fundos após perder eleição”, como revela o documento em que Luis Fernando Silva saiu abraçado na última terça-feira, de um lugar de muito poder.

DESAVISO: Escreveu Hannah Arendt: “Não há esperança de sobrevivência humana sem homens dispostos a dizer o que acontece, e que acontece porque é”. Este final, “porque é”, há de ser entendido como o registro permanente, gravado para sempre na teia misteriosa do tempo. A verdade factual é.


PT e PMDB já discutem 2014

Matéria interessante. Comentário do blog ao final.

PT e PMDB: partidos aliados devem confirmar aliança para 2014

Do Estadão

Com jantar, Dilma reforça aliança entre PT e PMDB

O jantar marcado para esta terça-feira à noite pela presidente Dilma Rousseff com a cúpula do PMDB e do PT transmite o recado para o mundo político do fortalecimento da aliança entre os dois partidos, no momento em que a legendas fazem os seus balanços do resultado das eleições municipais. O encontro com os presidentes e líderes partidários, além dos ministros das duas legendas, servirá mais pelo aspecto simbólico em torno da coalizão do que a discussão de questões práticas, inviável com o abrangente público convidado para o jantar no Palácio da Alvorada.

Um integrante da cúpula do PMDB lembra que, em 2008, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez o mesmo. Reuniu a cúpula dos dois partidos após as eleições municipais para reforçar a aliança. Dessa vez, a ideia da reunião teria partido do vice-presidente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB, segundo informou uma pessoa próxima a Temer.

Para o PMDB, o encontro tem ainda como pano de fundo a sucessão nas Mesas da Câmara e do Senado em fevereiro no próximo ano. A cúpula peemedebista quer o líder do partido, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), no lugar do petista Marco Maia (RS), mas enfrenta resistências de setores da bancada do PT e assiste ao crescimento da candidatura do deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

No Senado, o PT não faz oposição ao nome que o PMDB escolher, até agora o do líder Renan Calheiros (PMDB-AL), seguindo a regra de que a maior bancada tem o direito de indicar o presidente da Casa. Na Câmara, embora o PT forme a maior bancada, um acordo com o PMDB garante o rodízio do cargo entre os dois partidos. Há permissão, no entanto, para o lançamento de candidaturas avulsas para a presidência, o que poderia atrapalhar as pretensões de Henrique Alves.

Setores do PT esperavam um encontro com a presidente para resolver problemas com a pauta prioritária do Congresso: o projeto de distribuição dos royalties, a medida provisória com mudança no setor elétrico, por exemplo. No entanto, com tantos participantes, um petista já baixou as expectativas e se conformou de que o encontro com a presidente terá um contorno político genérico, com discursos de fortalecimento da aliança e citação de projetos importantes a serem votados no Legislativo.

Nota do blog: Esse jantar entre as cúpulas do PT e do PMDB tem a ver com o resultado das urnas neste ano. Espertos, os dois partidos acompanham os movimento de partidos como o PSB, que após as eleição municipais ficou de “pescoço grosso”.

O PMDB, porém, ainda é o principal partido da base aliada pela sua importância no Congresso Nacional, principalmente no Senado. Qual o reflexo dessa relação nos estados? Bem, há locais onde a aliança entre petistas e peemedebista precisa ser “azeitada” para não ficar “azedada”, como é o caso do Maranhão. Os dois partidos dividem institucionalmente o Palácio dos Leões, mas há forte sentimento na base petista de que a aliança local precisa ser rediscutida para garantir nova junção em 2014.

PT e PMDB estão juntos em vários municípios maranhenses como Imperatriz e Pinheiro, para citar apenas esses dois exemplos. No jantar de ontem peemedebista maranhenses estiveram presentes, entre os quais José Sarney e o ministro Gastão Vieira (Turismo) – não há confirmação se Lobão esteve, já que está se recuperando de recente problema com a saúde.

O Fato é que, na noite desta terça-feira (6) foi dado o primeiro passo concreto para a reedição da aliança PT/PMDB em torno da reeleição da presidenta Dilma. Resta saber quais as consequências imediatas nos estados, inclusive, claro, no Maranhão.


Eleições 2014: E se Gastão Vieira quiser ser candidato, qual o problema?

Min. Gastão Vieira: alvo de críticas repentinas

Há algumas coisas engraçadas no Maranhão que o blogueiro não consegue entender.

Exemplo: as duras críticas, de uma hora para outra, contra o ministro Gastão Vieira vindas de setores da imprensa, tão somente pelo seu suposto interesse em ser candidato à sucessão da governadora Roseana Sarney.

Ora, e se Gastão resolvesse colocar o seu nome à disposição do grupo a qual pertence para a disputa de 2014, qual o problema teria?

Além de ministro, um dos mais prestigiados atualmente pela presidenta Dilma, Gastão é deputado federal de vários mandatos, foi deputado estadual, secretário de Estado de várias áreas, é do PMDB, enfim, possui credenciais e legitimidade para concorrer a qualquer cargo eletivo no estado.

Ainda assim, nunca se ouviu da boca do ministro que ele deseja ser candidato a governador, mas o seu silêncio (que prefiro chamar de “discrição”) sobre o assunto não o impede que faça alguns movimentos por dentro do grupo pensando na sucessão de Roseana. Faz parte do “jogo bruto” de bastidores.

Fala-se pelos quatros cantos que a governadora já teria “batido o martelo” em favor do chefe da Casa Civil, Luís Fernando.

Mas, pergunta-se: onde e quando foi mesmo que aconteceu essa “batida”? A “martelada” foi na frente de Lobão, do próprio Gastão, na frente dos partidos da base, do PT, dos deputados, dos senadores, dos prefeitos aliados, do vice-governador? É importante saber.

A verdade é que essa folia em torno de Luís Fernando atrapalha mais do que ajuda o grupo “cinquentão”.

Não é segredo para ninguém que o ex-prefeito de Ribamar é tipo o seu colega Max Barros: gente boa, bom técnico, mas tem dificuldades no campo político, principalmente no trato com as demandas dos aliados e na relação com a classe política em geral. Ou seja, sabe muito de gestão, mas tropeça na política, setor onde Edison Lobão é craque e Gastão Vieira está longe de ser um “perna-de-pau”.

Nesse sentido, não dá para entender essa implicação repentina contra o ministro Gastão Vieira.

É como diz o jargão: “Deixa o home trabalhar”.


Eleições 2014 e o grupo Sarney

Grupo Sarney ainda está forte e com condições de vencer em 2014

É uma tolice afimar categoricamente que o grupo Sarney está próximo de amargar uma derrota (que seria definitiva) nas eleições de 2014, quando os eleitores de todo o país escolherão seus deputados estaduais, federais, governador, senadores e  presidente (ou presidenta) da República.

Da mesma forma, não é completamente verdadeiro que o grupo perdeu nas maiores cidades do Maranhão – reparem na palavra “completamente”. E por quê?

Ora, simplesmente porque ainda que tenha sofrido derrotas eleitorais em grandes cidades maranhenses, o grupo Sarney possui praticamente as outras forças políticas locais (derrotadas) do seu lado. E em alguns casos, o Palácio dos Leões detém os dois lados, ou seja, de quem ganhou e de quem perdeu (Chapadinha é um bom exemplo).

O maior problema a ser enfrentando de imediato pelo grupo dominante resite dentro de si mesmo, resta saber se afinará as cordas da viola que será dedilhada por tocador escolhido para 2014. São basicamente três pré-candidatos a “tocador”: Edison Lobão; Gastão Vieira e Luís Fernando, para colocar na devida ordem alfabética.

Noticia-se a montagem de um “núcleo duro” que, além da governadora Roseana Sarney, contaria ainda com os secretários Ricardo Murad (Saúde), João Alberto (Projetos Especiais), Mas Barros (Infraestrutura) e Luís Fernando (Casa Civil) e com o ministro Gastão Vieira (Turismo). Todos peemedebistas.

Ocorre que o governo não é formado apenas por quadros do PMDB, mas de vários partidos. Mesmo para um “núcleo duro”, seria mais que prudente ter “um ou dois” atores de outros partidos neste “conselho de notáveis”.

Outra coisa: corre que “núcleo duro” já teria decidido pela candidatura de Luís Fernando para a sucessão de Roseana.

Mas, digamos: e se aparecer um “núcleo mole” por entre as foças governistas, insatisfeito com a condução do processo tal como está sendo anunciado pela imprensa, bata na mesa, resolva endurecer e diga: “ei, não é bem assim, não!”? Sei não…

Pelos pequenos ajustes na estrutura de governo, ainda em curso, pode-se perceber que o governo está se fechando realmente em termos dos mais “próximos”.

De qualquer modo, o grupo Sarney ainda está forte, mesmo com o desgaste natural de meio século de poderio no Maranhão.

Contudo, corre de ser corroído mais pela suas contradições internas (econômicas e políticas) do que pelo fortalecimento eleitoral das oposições em 2012.

É isso.


São Luis 2012: PT segue dividido

E mais uma vez o PT segue dividido.

Ainda que tenha sido divulgada uma nota da Executiva Municipal de São Luis, apoiada pelo Direção Nacional do partido, pelo não apoio a nenhum dos candidatos, o PT não consegue manter uma linha minimante unificada neste segundo turno da eleição para prefeito da capital.

O coletivo “Resistência Petista” declarou publicamente apoio ao candidato Edivaldo Holanda (PTC), mas outras forças internas se movimentam e não será surpresa se aparecer alguma que oriente “apoio crítico” ao prefeito João Castelo (PSDB).

Isso porque, ao colocarem as eleições de 2014 na pauta eleitoral de 2012, os “holandapetistas” empurram as forças do PT alinhadas ao governo do estado, para uma posição tática de modo a dificultar o projeto de Flávio Dino chegar ao Palácio dos Leões. O jogo é bruto!

Óbvio que tal conjuntura, além de embaraçosa para a sociedade, é muito ruim para o PT, pois demonstra que o partido está deveras longe de ter um projeto próprio de poder: vai continuar coadjuvante, quando não do PCdoB de Flávio Dino, do PMDB de Roseana Sarney.

E assim segue no Maranhão o maior partido de esquerda do Brasil…


Eleições 2012: Helena Duailibe diz que ainda não tomou posição quanto ao segundo turno

Vereadora eleita, Helena Duailibe, nega ter negociado apoio no segundo turno

A vice-prefeita de São Luis, e vereadora eleita, Helena Duailibe (PMDB), fez esclarecimento sobre sua posição política em relação ao segundo turno, através da sua página pessoal no Facebook.

Helena Duailibe se adiantou frente às especulações que circulam nos bastidores políticos de que a ela estaria disposta a apoiar o candidato Edivaldo Holanda Júnior (PTC), já que é rompida com o prefeito e candidato à reeleição, João Castelo (PSDB). “Eu gostaria de esclarecer que em momento algum negociei meu posicionamento no segundo turno com qualquer coligação”, disse.

Na nota, a vereadora eleita agradeceu ainda os 7.841 votos que conquistou no último dia 07 de outubro, fazendo-a uma das mais votadas nas eleição para a Câmara Municipal de São Luis. Veja:


André Campos, Roberto Costa e Washington realizam caminhada histórica no centro da cidade

André Campos, Washington e Roberto Costa fazem o “V” da vitória durante caminhada histórica pelo centro de São Luis

“Nunca vimos uma caminhada tão grande e animada como essa” (Jucimeire Corvalo, moradora do Codozinho)

O candidato a vereador André Campos (15789) fechou com chave de ouro a sua campanha eleitoral rumo à Câmara de São Luis.

Mais de 4 mil pessoas acompanharam o candidato André Campos (PMDB), em sua caminhada, na noite da última quarta-feira (3), pelas ruas da área Centro. O candidato a prefeito Washington (PT) e o deputado Roberto Costa (PMDB) também marcaram presença durante todo o percurso.

Por onde passava, o candidato recebia manifestações de apoio e carinho. Animados, os moradores da Madre Deus, Goiabal, Codozinho, Macaúba, Lira, Belira, Vila Bessa, São Pantaleão, Fonte do Bispo, se juntavam à manifestação e entoavam o coro que cantava o famoso “15789”, já conhecido pela área.

A senhora Maria da Graça Viégas, moradora do Codozinho, foi enfática e disse que os moradores do bairro já aderiram à campanha. “O vereador e o prefeito do deputado Roberto Costa também são nosso vereador e prefeito. Podem ter certeza, aqui a gente vota André Campos e Washington”, declarou dona Maria da Graça.

Moradora da Rua Guimarães Passo, Jucimeire Corvalo, disse que os moradores nunca tinham presenciado manifestação tão extensa e animada. “Nunca vimos uma caminhada tão grande e animada como essa”, disse ela.

Juventude marcou presença na caminhada

A caminhada de André Campos também teve a ampla participação de jovens, com faixas amarradas em suas cabeças e rostos pintados nas cores laranja e roxo, simbolizando todas as lutas da juventude. O segmento já declarou total apoio ao peemedebista.

Ao término da passeata, que teve seu ponto de chegada na Praça da Saudade, o público foi agraciado com os discursos do deputado Roberto Costa, de Washington e de André Campos.

“Essa foi a maior e a mais animada caminhada que já participei nestas eleições. André é, com certeza, o candidato que vai dar continuidade ao trabalho do Roberto Costa e vai fazer mais pelo povo aqui da área Centro e de toda São Luís”, afirmou Washington Luiz.

Roberto Costa agradeceu a comunidade e pediu o apoio para André Campos. “Eu só tenho a agradecer por tudo o que a área Centro tem me proporcionado, as alegrias, os amigos que aqui tenho, enfim, por tudo. Agora é a hora de a gente apoiar esse jovem que é competente, André Campos.

Vamos dar continuidade ao nosso trabalho aqui na nossa comunidade”, declarou o deputado.

“Eu estou muito feliz com o apoio que tenho recebido de todos vocês. Mais uma vez eu reforço o meu compromisso com vocês aqui do Centro e também com toda nossa cidade”, finalizou André Campos.

André Campos, Washington e Roberto Costa comandam a multidão

O jovem candidato fez uma das campanhas de vereador mais coladas e leais ao candidato a prefeito, Washington, o que mostra, embora jovem, que o possui espírito de grupo e não usa estratagemas para esconder o candidato majoritário.