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São Luis 2012: Clodomir Paz está fora da campanha e do governo Castelo

Clodomir Paz: fora da campanha e do govermo

O ex-deputado estadual, Clodomir Paz (PDT) está fora da campanha de reeleição do prefeito João Castelo e também da Secretaria Municipal de Transporte.

O blog conversou agora a pouco com pedetista que alegou questões políticas para deixar a coordenação da campanha do 45. Paz não gostou das mudanças repentinas ocorridas a menos de duas semanas da eleição, principalmente da ida de Canindé Barros para o comando da SMTT,

“Deixo a campanha de forma irreversível por divergências políticas sérias que ocorrem praticamente às vésperas da eleição, principalmente quanto às mudanças na SMTT, que será comandada por quem passou toda a minha gestão fazendo críticas públicas, muitas delas injustas ao meu trabalho”, disse.

Contudo, o agora ex-secretário afirma que a sua saída da campanha de Castelo não significa que abandonará o barco ou que pulará para a outra campanha, ou seja, para a de Edivaldo Holanda Júnior.

“Minha saída da campanha do prefeito Castelo não significa que abandonarei o barco do 45 ou que pularei para a campanha do adversário, nada disso. Não sou político que age dessa forma. Continuo apoiando a candidatura Castelo, apenas saio do núcleo de campanha”, assegurou.

Em suma: no momento em que os castelistas pensavam estar “empinando a curica” ocorre uma baixa dessa.

Que coisa!!!


Renato Dionísio desmente boato sobre infarto

O candidato a vereador pelo PDT, Renato Dionísio (12963), desmentiu, através da sua página pessoas no Facebook, boato de que teria infartado.

Durante toda a noite deste sábado, vésperas das eleições, correu pela cidade a falsa notícia de que Renato Dionísio estaria em hospital da cidade em estado grave em decorrência de infarto. O jeito foi candidato gravar um vídeo e provar que está bem e mais vivo do que nunca.

“Isso é história produzida por nossos adversários por conta do crescimento da nossa campanha. Estamos bem e sairemos vitoriosos destas eleições”, disse Renato ao blog pelo celular.


Vereador do Dia: Bruno Mezenga

Bruno Mezenga: vereador 12333

Tal que havia informado, o blog volta como mais um nome de candidato a vereador de São Luis.

Desta vez, o nome é do candidato pelo PDT, Bruno Mezenga (12333).

Formado em Administração, Turismo e Hotelaria Bruno Mezenga, é, também, pós-graduado em Gestão de Cidades e Administração Pública e está concluindo o Mestrado em Administração com linha de pesquisa em Gestão Pública.

Bruno Mezenga deu início à vida pública como militante do Movimento Estudantil, onde foi presidente de Centro Acadêmico, Coordenador Geral do DCE-UFMA, na gestão 2002/2003, e em seguida diretor da Federação Nacional de Estudantes de Turismo e Hotelaria – FENEHTUR.

Em 2005, Bruno Mezenga chegou ao cargo de Presidente da Juventude do PDT em São Luis partido onde é filiado há quase 10 anos. Este cargo propiciou a abertura de espaços dentro do partido, culminando na participação da coordenação de algumas campanhas de prefeito e governador, como a do ex-governador Jackson Lago, em 2010.

Na vida profissional, Bruno Mezenga conta com experiência administrativa acumulada no exercício de alguns públicos, tais como: assessor na Secretaria de Governo da Prefeitura de São Luís; assessor Sênior do DETRAN-MA e, recentemente, como assessor do Bloco do PDT na Assembleia Legislativa do Maranhão.

PROPOSTAS

Entre as principais proposta do candidato Bruno Mezenga, destacam-se:

 - Projeto de Lei para a Reativação da Linha Turística com micro-ônibus no Centro Histórico;

- Projeto de Lei criando o Turismo Participativo, onde obras que interfiram na estrutura ou andamento direto do turismo local sejam discutidas com o trade turístico e sociedade civil;

- Projeto de Lei tornando obrigatória a inclusão do projeto Taxista Anfitrião (o projeto já existe e atualmente é operacionalizado pela Prefeitura, por meio da Setur), para que todas as licenças renovadas, e novas licenças, seja realizadas após a capacitação de motoristas e defensores, em atendimento ao público, noções básicas de inglês, enfrentamento ao turismo sexual e educação ambiental e patrimonial;

- Projeto de Lei que obrigue estabelecimentos hoteleiros, agências de turismo, grandes e médios estabelecimento de alimentos e bebidas, tenham em seus quadros pelo menos um Técnico graduado em Turismo e/ou hotelaria;

- Projeto de Lei que institua a comercialização nos supermercados de São Luís de sacolas plásticas biodegradáveis;

- Projeto de Lei que regularize a situação dos Táxis Lotação da área Itaqui-Bacanga;

- Projeto de Lei que crie o Dia Municipal do Administrador;

- Projeto de Lei que crie, na administração municipal, concurso específico para administradores.

Como se pode ver, Bruno Mezenda (12333) tem uma boa biografia, ainda que jovem, tem experiência administrativa e, sobretudo, propostas para a cidade.

É, portanto, um bom nome para representar o povo de São Luis na Câmara Municipal.

O blog indica.


São Luis 2012: Igor Lago declara voto em Haroldo Sabóia

Igor Lago declara voto a Haroldo Sabóia: opção ou falta de opção?

Igor Lago demorou, demorou; avaliou, avaliou e, enfim, optou pelo candidato Haroldo Sabóia (PSOL) a prefeito de São Luis.

Contudo, paira uma dúvida no meio político se isso foi uma opção ou, ao contrário, pura “falta de opção” do filho do saudoso governador Jackson Lago.

Igor encaminhou à imprensa um texto em que expõe os porquês da sua escolha por Sabóia – aquele que a cada dois anos aparece na cidade para participar de eleições e depois volta para o primeiro-mundo europeu, onde representa o gabinete do deputado federal Ribamar Alves (PSB).

Para justificar o voto no “50″, o médico volta a bater forte no trio pedetista Carlos Lupi, Weverton Rocha e Julião Amim por terem feito do PDT, nas palavras Igor Lago, “alvo da vilania, de interesses pessoais e partidários outros, que os atuais dirigentes (nomeados pelos dois chefes nacionais que andam sumidos nesses tempos de campanha eleitoral!) são apenas serviçais com o único objetivo de locupletar-se”.

O filho de Jackson não poupa também Zé Reinaldo e Flávio Dino os quais acusa de “exploração da segurança jurídica” da candidatura de Jackson Lago durante as eleições de 2010. Em relação a Dino, Igor vai mais longe: “Flávio Dino revelou o conchavo [com Weverton Rocha e Edivaldo Holanda Jr.] em declaração recente à imprensa. Não compactuo com essa política pequena, mesquinha, baixa, de interesses, de interferir sorrateiramente nos partidos, de atropelar o processo democrático,… Longe disto!”.

Quanto à candidatura de Edivaldo Holanda Júnior, Igor Lago disparou: “desde o início expressei a minha posição contra a candidatura Holanda, por representar tudo o que combatemos no nosso partido. Representa a “velha política” feita por “novos atores”, nada mais! Essa candidatura, a rigor, é fruto de um grande conchavo que se iniciou há quase 2 anos, com a participação dos senhores Carlos Lupi e seu menino de ouro, Julião Amin, Edivaldo Holanda, o pai, e Flávio Dino.”

E assim caminhará Igor Lago nestas eleições.

O blog ouviu um pedetista histórico sobre a escolha do filho de Jackson Lago pela candidatura Haroldo Sabóia. “Espero que o nosso Jackson não esteja se virando no túmulo”, disse.

A seguir a íntegra da declaração de voto de Igor Lago a Haroldo Sabóia:

São Luis

Nos seus 400 anos, São Luis, outrora Upaon-Açu – terra dos Tupinambás, vive os enormes desafios de uma grande cidade brasileira. Mas, com um agravante: a sua conhecida e trágica desigualdade social, exacerbada em relação às outras grandes cidades.

Em sua história política recente, as administrações Jackson Lago foram um marco de realizações em todas as áreas, seja na saúde, na educação, na infraestrutura, na cultura, etc. Sempre voltadas para combater essa mazela de nosso estado e país.

A sua liderança política na capital maranhense, posta à prova em várias eleições, não tem outra justificativa. Não tinha poder econômico, televisão, rádios ou jornais. Enfrentando o império de comunicação construído ao longo dos já quase 50 anos de domínio oligárquico – o conhecido Sistema Mirante e seus apêndices, o qual batizou de “Sistema Mentira”, devido ao tipo de jornalismo empreendido que, muitas das vezes, nas disputas políticas e eleitorais, esquece as regras e o papel de uma concessão num sistema democrático para privilegiar os objetivos políticos e eleitorais de seus patrões-proprietários, Jackson Lago impôs, em São Luis, várias derrotas eleitorais aos poderosos de nossa terra, exceto a última eleição de 2010, quando a sua imagem foi desgastada pelos ataques ao seu governo, algumas das vezes com a colaboração de alguns de seus próprios membros auxiliares, assim como pela exploração da segurança jurídica de sua candidatura, feita tanto pelos sarneyístas como pelas oposições lideradas pelos senhores Zé Reinaldo e seu então candidato Flávio Dino.

Estas eleições de 2012 serão as primeiras após o seu falecimento. Percebe-se o vazio que deixou em todos nós, goste-se de mais ou de menos. Quando reorganizamos o PDT de forma democrática e sob o seu legado, pretendíamos homenageá-lo com um grande debate a respeito de São Luis, bem como encontrar as melhores posições pelo estado afora. Infelizmente, o nosso partido também foi alvo da vilania, de interesses pessoais e partidários outros, que os atuais dirigentes (nomeados pelos dois chefes nacionais que andam sumidos nesses tempos de campanha eleitoral!) são apenas serviçais com o único objetivo de locupletar-se.

O Comitê de Resistência Democrática Jackson Lago – movimento idealizado dentro de nosso partido para se contrapor aos atuais chefetes-, discutiu a tese da candidatura própria e lançou o nome do ministro Edson Vidigal que, num ato de solidariedade à luta partidária, aceitou esse desafio de se contrapor ao que estava estabelecido ao nosso partido, isto é, não cumprir com a própria resolução nacional e coligar-se à candidatura do deputado federal Edivaldo Holanda que, compensatoriamente, licenciou-se por 4 meses para o seu amigo e tão afamado suplente.

Após todas as tentativas, não obtivemos êxito. Decidiu-se, então, que o Comitê não apoiaria nenhum nome nesse primeiro turno, porém, com a liberação de que cada um tomasse a sua decisão pessoal. Não participei dessa última reunião por compromissos profissionais. Mas senti-me à vontade de expressar, desde o início, a minha posição contra a candidatura Holanda, por representar tudo o que combatemos no nosso partido. Representa a “velha política” feita por “novos atores”, nada mais! Essa candidatura, a rigor, é fruto de um grande conchavo que se iniciou há quase 2 anos, com a participação dos senhores Carlos Lupi e seu menino de ouro, Julião Amin, Edivaldo Holanda, o pai, e Flávio Dino. Este, inclusive, revelou o conchavo em declaração recente à imprensa. Não compactuo com essa política pequena, mesquinha, baixa, de interesses, de interferir sorrateiramente nos partidos, de atropelar o processo democrático,… Longe disto!

Há 20 dias das eleições, expresso o que já venho fazendo há mais de um mês aos amigos, companheiros e outros interlocutores: No dia 07 de outubro, votarei no candidato Haroldo Sabóia (PSOL) para prefeito de São Luis.

Conheço Haroldo Sabóia desde os meus 9 anos de idade, quando candidatou-se e elegeu-se deputado estadual pelo MDB em 1978.

Conheço a sua participação na luta contra a implantação da ALCOA na ilha de São Luis; na luta pela Anistia; a sua solidariedade aos estudantes na Greve de 79; na luta pela redemocratização do país; pelas Diretas Já, etc.

Sei de suas boas atuações como deputado estadual por 2 mandatos, deputado federal por 3 mandatos e vereador de São Luis por 1 mandato, incluindo o privilégio de ter sido Constituinte.

Reconheço, também, o seu importante papel na aliança política que elegeu Jackson Lago prefeito de São Luis em 1988.

Portanto, opto por votar num candidato a prefeito que tem identidade e história com as lutas populares e democráticas de nossa cidade. E não é difícil reconhecer que tem as melhores propostas!

Isto, ninguém pode tirar do Haroldo Sabóia, 50!

São Luis, 17/09/2012.


Entrevista exclusiva: Sergio Caldieri

Jornalista e escritor Sergio Caldieri

(Post atualizado para pequenas revisões) – O blog entrevistou com exclusividade o jornalista e escritor paranaense, há anos radicado no Rio de Janeiro, Sergio Caldieri.

Nascido em Assai,interior do Paraná, Caldieri é o que podemos chamar de um incansável sonhador e lutador das boas causas que justificam a nossa existência neste planeta.

Com vasta experiência e militância no jornalismo político nacional e internacional, Sergio Caldieri conta um pouco da sua história enquanto jornalista, fala sobre o governo Dilma, política internacional do Brasil o “mensalão”, que não sua opinião foi inventado para “desestabilizar o mais forte e sucessor de Lula, que era o José Dirceu”; fala ainda sobre o PDT e o legado de Leonel Brizola; cassação de Jackson Lago e ainda sobre o lançamento do seu mais novo livro ”Eternas Lutas de Edmundo Moniz”, que relata a vida e obra do escritor e internacionalista baiano, cuja influência foi marcante na política brasileira e latino-americana nos chamados anos de chumbo, durante a ditadura militar.

Ao final da entrevista, o blog relaciona algumas personalidades públicas brasileiras para Caldieri dar a sua opinião sobre cada um. Entre os citados estão Lula, Dilma, Collor, FHC, José Sarney e Roberto Civita, dono do império Abril, editora da revista Veja.

Sergio Caldieri foi colaborador da Tribuna da Imprensa, Luta Democrática, Tribuna Socialista, O Correio e jornalista responsável do jornal Inverta. Foi ainda assessor de imprensa de Darcy Ribeiro e Edmundo Moniz, na Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro. Fundador do Instituto Cultural Bertolt Brechet (na antiga Alemanha Oriental), do Instituto Cultural Olof Palm (Suécia), diretor Jurídico do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro e 1º Secretário do Conselho Deliberativo da ABI  e é atual membro do diretório estadual do PDT/RJ.

A seguir a íntegra da entrevista:

“Os Estados Unidos sempre foram uma das grandes pragas da humanidade. Tudo de ruim no mundo são causados pelos interesses dos presidentes de plantão desse país, acho que todos são fantoches manipulados pela famosa máfia que controla os bancos, fábricas de armas e outras crueldades contra os seres humanos.”

O que o jornalismo significa para você?

Robert, sou a favor do diploma. Disse que os grandes jornalistas que atuaram na imprensa não tiveram diploma, pois não tinha faculdade. Nunca achei justo os espaços para celebridades. Artigos técnicos de médicos, engenheiros também ocupam espaços, mas são específicos.Não vivemos num país socialista, mas acho que o Lula dando bolsa-família, aumento de salário, mais empregos, remédios grátis para diabetes e hipertensos, seria o começo do socialismo, mas falta muito. O projeto de nação do PDT era seguir os ideais de Leonel Brizola, como um grande defensor do nacionalismo e uma das suas maiores bandeiras que sempre foi a educação do povo brasileiro.

Desde criança lembro do meu pai Caetano lendo um jornal. Eu ficava no seu ombro acompanhando suas leituras. Fiquei com essa mania de ler jornal todos os dias. Quando morava no Paraná, lia uns seis jornais por dia, além da revista Realidade. Comecei a colecionar O Pasquim [semanário brasileiro editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar] desde o número 20. Comecei a estudar Psicologia em Londrina-PR, mas sempre fascinado com o jornalismo. Trabalhei no jornal Panorama, onde tinha uma redação com os mais consagrados jornalistas do Rio e São Paulo: João Antonio, Palmério Dória, Georges Bourdoukan, Narciso Kalili, Myton Severiano, o Miltainho, Ruy Barbosa, Carlos Escobar de Andrade, José Trajano e tantos outro, que moravam em Londrina: Carlos Verçosa, Roldão Arruda, Marcelo Oikawa, Nilson Monteiro. Essa equipe foi uma ótima escola para me incentivar na realização do verdadeiro jornalismo, sempre acreditando na verdade e realidade. Aqui no Rio, trabalhei nos jornais Tribuna da Imprensa, Luta Democrática, Tribuna Socialista, jornalista responsável pelo jornal Inverta, O Correio e no departamento de pesquisa do Jornal do Brasil.

E sobre a necessidade ou não de diploma para exercer a profissão. O qual a sua opinião sobre assunto?

“Bons jornalistas não tinham curso superior em Jornalismo”

Sou a favor do diploma. Os melhores jornalistas da imprensa brasileira não tiveram um diploma, pois naquela época, não existia faculdade de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Mas, sempre foram jornalistas com grande dignidade. Alguns cursaram Direito, História ou Letras. O talento de uma pessoa não precisa de um diploma. Não acho justo ocuparem as redações dos jornais com pessoas que não estudaram jornalismo. Os jornais dão espaços para artigos específicos em várias áreas: medicina. direito, engenharia ou qualquer outro assunto. Conheço vários jornalistas talentosos que não tem espaço na imprensa. O Jornal do Brasil já teve colunas semanais escritas por Léo Jaime, José Wilker ou Miguel Falabela. Acho lamentável.

Como o você vê a política nacional a partir de Fernando Collor até o governo da presidenta Dilma?

O Collor caçador de marajás começou com o desastre confiscando as economias do povo brasileiro, acabou com mais de 40 empresas estatais lotadas de militares e seus parentes, abriu os portos para os carros importados que custa o triplo aqui no Brasil, tentou criar os CIACs baseado nos CIEPs, mas não deu certo. Foi uma grande frustração dos seus eleitores. O sistema Globo (rádio, jornal e TV) colocou e tirou o amiguinho do PC Farias da presidência.

O Itamar Franco segurou muito bem seu topete nas privatizações, um nacionalista, que até tentou ressurgir com o fusquinha. O “pavão” [FHC], que pediu para esquecer os livros que escreveu, foi o sofisticado camelô da 25 de março paulista, um entreguista serviçal da burguesia brasileira e das multinacionais. Foi o príncipe Proer dos banqueiros, os gigolôs do capitalismo. Nem os seus tios militares gostavam dele.

Com o Lula, a imprensa mesquinhamente, como sempre, só procurando criticar, pegando nos pés todos os dias. Os lacaios da classe dominante nunca se conformaram com um metalúrgico sem um diploma fosse o comandante do Brasil. Só havia espaço para ridicularizá-lo e sobrava até para a Dona Marisa. O Lula foi reconhecido mundialmente pelo seu trabalho e com alto índice de aprovação nas pesquisas. Não é fácil desmontar uma máquina de 512 anos para beneficiar os herdeiros das capitanias hereditárias. É uma eterna luta. Basta ver os representantes dos lacaios no Congresso e no Senado, onde tem também muitas pessoas sérias com seus compromissos defendendo o sofrido povo brasileiro.

A Dilma está enfrentando os movimentos sociais com suas reivindicações e as greves no setor público. Acho que os trabalhadores acostumaram com o “paizão” Lula atendendo todo mundo com sua generosidade. A Dilma pegou o governo com uma crise mundial muito séria e está afetando a sua gestão. Mas não é justo os funcionários publicos, principalmente, os professores nas universidades sem aumento, e o salário médio de muitos funcionários do Senado ganhando 28 mil reias por mês.

Pode-se considerar que há em curso no país um modelo de socialismo ou mesmo social-democrata de esquerda?

Ainda não vivemos em um país socialista. O Socialismo sempre foi um governo com a distribuição da riqueza, com seu povo vivendo com dignidade na sua casa, com seus filhos nas escolas, com atendimentos médicos sem esta exploração da máfia de branco. E o principal, com salário descente para a sobrevivência diária da sua família. Mas é um sonho difícil de ser realizado num país infestado de burgueses que não abrem suas mãos por um centavo. Os capitalistas são tão burros, que só qurem saber dos seus lucros. Se eles dessem mais empregos e com um salário mais digno, muitos trabalhadores teriam mais dinheiro para gastar, e os tubarões teriam mais lucros, mantendo seus iates, seus jatos, filhos estudando na Europa ou na Ianquelândia. Teriam até mais amantes em cada aeroporto.

Observou-se nos últimos anos, principalmente a partir de 2003, um redirecionamento das relações do Brasil com outros países, antes limitadas praticamente ao Estados Unidos e seus aliados. Atualmente o Brasil se relaciona bem como países como China, Cuba, países árabes e mesmo com o Irã, sem falar na defesa aberta da causa palestina. Como você avalia a política internacional brasileira?

Sergio Caldieri e o presidente do Irã, Mahamoud Ahmadinejad, durante a Rio +20

As relações diplomáticas do Brasil sempre foram ótimas com vários países. Durante a guerra fria e na ditadura militar, tinha que agradar o seu patrão e seus aliados. E recentemente, o ex-ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, fez um ótimo trabalho e sempre foi muito elogiado por todos. Acho que o secretário-geral do do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, foi brilhantíssimo, atuando como um verdadeiro diplomata. As relações com a China, Angola, Cuba e outros países sempre foram cordiais. Ultimamente implicam com as relações do Brasil com o Irã, mas Israel tem muito mais bombas atômicas e ninguém reclama.

O presidente iraniano Mahamoud Ahmadinejad, não negou a existência do holocausto, mas questionou a  sua utilização. Ahmadinejad usou como argumento os palestinos para mostrar que são vítimas de um holocausto, aí a direita aproveitou o embalo do seu pronunciamento para dizer que ele negou um fato históricoDeveriam se preocupar também com os holocaustos dos índios e dos negros que foram dizimados milhões no nosso continente americano e ninguém lembra deles.

Fale um pouco sobre o que você acha da situação atual do Egito e da Síria.

O Egito depois de 30 anos comandado por Hosni Muraback estava cansando a sua população. Saiu depois de muitas manifestações em 2011. Estão recomeçando com o atual presidente Mohmmed Mursi, vamos aguardar o seu desempenho. A Síria tem a influência dos lacaios estadunidenses sempre com o interesse no petróleo. Além dos agentes da Irmandade Muçulmana, Síria é formado pelos soldados desertores e os mercenários desocupados. Bashar al-Assad combateu os terroristas armados e a imprensa sempre manipulou para agradar os interesses da máfia da mídia mundial. A primavera árabe desestabilizou vários regimes. A primavera árabe desestabilizou Iemen, Jordânia, Bahrein, Síria e Líbia. Lamentavelmente, derrubaram e mataram Muamar Kadafi. Quando ele manteve relações cordiais com EUA, França, Itália e outros países, era um amigo, mas como petróleo é petróleo, não existe nenhuma consideração. Kadafi tinha ajudado nas eleições de Sarkozi e o traiu. E ainda teve a contribuição dos mercenários da OTAN, que chamo de Organização Terrorista do Atlântico Norte, e acabaram assassinando-o.

Os Estados Unidos ainda é uma “ameaça imperialista” para o mundo?

“Os Estados Unidos sempre serão uma ameça ao mundo”

Os Estados Unidos sempre foram uma das grandes pragas da humanidade. Tudo de ruim no mundo são causados pelos interesses dos presidentes de plantão desse país, acho que todos são fantoches manipulados pela famosa máfia que controla os bancos, fábricas de armas e outras crueldades contra os seres humanos. Os capitalistas globalizados sempre foram sádicos e criminosos contra a população no mundo. Depois que o traidor Mikhail Gorbachev desestabilizou a União Soviética, saiu dando o Beijo da Morte no leste europeu. O deslumbrado traidor teve a vergonha de almoçar com o presidente de plantão dos EUA e jantar com a Rainha da Inglaterra. E ainda teve a contribuição do outro traidor, o papa João Paulo II que recebeu 50 milhões de dólares do ex-presidente Ronald Reagan, o famoso dedo-duro de Hollywood da época do macarthismo. O negociador desses dólares foi o general Vernon Walters, que foi um dos maiores articuladores da derrubada do presidente João Goulart no golpe militar de 1964. Os EUA continuam destruindo e matando milhares de inocentes nas suas guerras no mundo todo, com seus jagunços travestidos de soldados da Organização Terrorista do Atlântico Norte.

Como o senhor encara a luta por liberdade de expressão do fundador do WikiLeaks, Julian Assange?

O Julian Assange prestou um excelente trabalho em divulgar todos os documentos dos golpes, traições e centenas de negociatas. Ainda bem que recebeu os documentos e teve a coragem de divulgá-los. Mas os presidentes de plantão envolvidos nas denúncias jamais engoliram o Assange. Tomara que Assange venha morar no Equador, e entre em contato com o Dr. Martin Almada para divulgar milhares de documentos da Operação Condor no Paraguai. Que Julian Assange venha ao Brasil para desvendar os documentos que sobraram da atuação dos gorilas das forças armadas na ditadura militar.

Sérgio, você tem uma vasta experiência e militância jornalística, política e social, ou seja, é um profissional engajado. Atualmente integra a direção estadual do PDT do Rio de Janeiro, do velho e saudoso Leonel Brizola. Como o senhor vê a realidade do PDT após morte do seu principal fundador e referência histórica e política?

Leonel Brizola: “Brizola é único”

Estou no PDT desde 1980 e nunca mudei de partido. Sempre fui simpatizante do PCB, desde Luiz Carlos Prestes e nunca perdi um aniversário no dia 3 de janeiro, no Rio de Janeiro. Lamentavelmente, perdemos Leonel Brizola há oito anos, e depois dele o PDT sofreu mais traições, momento em que surgiu  que foi chamado de LTB, a Legião dos Traidores do Brizola. Muitos querem herdar o legado Leonel Brizola, mas Brizola é só um, mas deixou marcas indelével desde as suas 6 mil escolas quando governou o Rio Grande do Sul, nacionalizou as duas multinacionais, fez reforma agrária e tantas outras realizações. Aqui no Rio de Janeiro fez os 510 CIEPs nas áreas mais carentes e sempre levou paulada dos falsos oposicionistas, inclusive das esquerdas do PT. Os petistas Chico Alencar e Milton Temer tinham espaços nas midiotas para esculhambar os CIEPs. Só nos últimos 26 anos teriam estudados cerca de 17 milhões de crianças. Mas, a direita prefere as crianças trabalhando de “avião” para o tráfico nos morros cariocas. E a classe dominante sempre teve interesse em manter uma grande camada de povo ignorante para continuar a escravidão e enriquecê-los. Como dizia, comunistas como Luiz Carlos Prestes: é a exploração do homem pelo homem.

Qual o grande legado deixada por Brizola, na sua opinião?

Leonel Brizola deixou o legado do nacionalismo e patriotismo em defesa do Brasil, da honestidade, da lealdade, da franqueza e sempre preocupado com a educação. Mas sempre foi um injustiçado, não foi compreendido por uma grande camada da população. Até hoje tem gente antibrizolista e ainda criticam Brizola. Estes dias, discuti com uma mulher que estava metendo pau no velho líder trabalhista. Não fiquei quieto, abri o verbo na defesa do Brizola. Todas as mentiras implantadas nas midiotas ficaram nas mentes das pessoas. Não deixo por menos. Todas as personalidades brasileiras que tentaram educar o povo, foram perseguidas, presas, torturadas, banidas e exiladas: Graciliano Ramos, Anísio Teixeira, Josué de Castro, Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Florestan Fernandes, Décio Freitas, Milton Santos, Maria Yeda Linhares, Manoel Maurício de Albuquerque e tantos outros. Depois que Brizola faleceu, muitas pessoas escreveram falando muito bem dele, principalmente no jornal O Globo.

O PDT ainda tem um projeto de nação?

 O projeto de nação do PDT era seguir os ideais de Leonel Brizola. O nosso partido sempre se baseou num projeto de tornar o Brasil uma grande nação. Mas tem muitos políticos, empresários e banqueiros que só querem ver o lado deles. Os benefícios do governo sempre foram para atender a classe dominante, mas eles nunca se preocuparam para que o povo tenha um bom atendimento na saúde, educação, segurança, habitação, etc. É o eterno egoísmo dos tubarões capitalistas que só preocupam com suas famílias e parentes. Sempre se lixaram com o povo brasileiro. Para eles, o povo não existe, só para limpar as privadas deles.

Como o senhor recebeu a notícia da cassação do mandato de governador de Jackson lago, ocorrida em 2009?

O jagunço herdeiro das capitanias hereditárias do Maranhão, o capitão do mato José Sarney jamais se conformou ser derrotado pelo grande político Jackson Lago. As midiotas locais fizeram de tudo para destruir o governador eleito pelo povo maranhense. O Sir Ney sempre mandou e desmandou há décadas no Maranhão. E ainda teve os camelôs togados subservientes na corte para condenar o nosso Jackson Lago. É a repetição do coronealismo que sempre teve no Brasil, graças a ignorância do nosso povo. Nunca tiveram interesse em educar o povo, para continuar obedecendo os coronéis de plantão no seus currais.

Você acompanhou a disputa pelo controle do partido no Maranhão entre o filho do ex-governador Jackson Lago e deputado federal Weverton Rocha, homem ligado ao ex-ministro Carlos Lupi?

Não acompanhei e não posso comentar.

Como o senhor avalia a cobertura dada pela chamada grande imprensa sobre o tal “mensalão”?

José Dirce:u “mensalão visou desestabilizar mais forte potencial sucessor de Lula”

Acho que inventaram o mensalão para desestabilizar o mais forte potencial sussessor de Lula, que era o José Dirceu. Todos sabem que muitos políticos no Congresso Nacional foram eleitos pelo empresários, banqueiros, latifundiários, etc, para defender o interesses deles. Em 1959, o publicitário americano Ivan Hasslocher montou a agência de publicidade Promotion para arrecadar dinheiro com banqueiros ingleses, americanos e canadenses. Foram gastos uns cinco milhões de dólares nas eleições de 1962, para eleger governadores, senadores e deputados. Tudo com o objetivo de desestabilizar o presidente João Goulart. Todos os envolvidos estão sendo julgados e é um prato cheio para as midiotas, principalmente para incriminar os aliados do Lula. E o mensalão mineiro, vai acabar em pão de queijo?

Fale um pouco do seu mais novo livro “Eternas Lutas de Edmundo Moniz”?

Conheci o Edmundo Moniz durante as manifestações pela Anistia na ABI ou nos aniversários de Luiz Carlos Prestes. Era fácil reconhecê-lo, pois estava sempe com uma camisa vermelha. Em 1983, fui tabalhar na assessoria de imprensa de Darcy Ribeiro, quando foi secretário estadual de Cultura e vice-governador de Leonel Brizola. Eu trabalhava pela manhã e na parte da tarde, ia para a sala do Edmundo Moniz, que era subsecretário, onde encontrava o chefe de gabinete, o meu querido e saudoso amigo Cursino Raposo, jornalista maranhense. E passavam por lá: o brigadeiro Francisco Teixeira, do Ministério da Aeronáutica do Jango; o brigadeiro Ruy Moreira Lima, que comandou a Base Aérea de Santa Cruz; o capitão Eduardo Chuhay , ajudante de ordens do Jango, o coronel Wilson Fadul, que foi ministro da Saude de Jango; e o coronel Alan Kardec, todos cassados pela ditadura militar. Ouvia aquelas conversas todas, mas nunca gravei nada e nunca tirei uma foto, lamentavelmente. Depois, fui assessor de imprensa de Edmundo Moniz na secretaria estadual de Cultura, no segundo governo do Brizola (1991/3), pois Brizola saiu para a campanha presidencial e Edmundo Moniz saiu com ele. Mas sempre sonhei em contar a história da vida dessa personalidade importante da política e cultura brasileiras. Era um dos gurus das esquerdas brasileiras. Quando veio da Bahia, na década de 30, fez parte da organização do I Congresso Estudantil e Operário no Rio de Janeiro, ao lado de Jorge Amado e Carlos Lacerda, que depois virou o corvo direitista. Fundou o movimento trotskista com o escritor e crítico de arte Mário Pedrosa. Edmundo esceveu uns 16 livros, peças teatrais, dirigiu o Serviço Nacional do Teatro, nas gestões de Juscelino Kubitschek e Jango Goulart. Em novembro do ano passado fizemos a comemoração do centenário e lancei o livro sobre a vida e obra do Edmundo Moniz, na ABI.

Vou listar o nome de alguns brasileiros e brasileiras ilustres para você comentar sobre cada um deles:

Fernando Collor: Um grande farsante que enganou seus eleitores no Brasil.

Fernando Henrique Cardoso: Outro farsante que comandou a tucanalha entreguista aos interesses estrangeiros.

Lula: O Lula sem um diploma de qualificação universitária, foi bem melhor que o pavão que era escritor, professor na USP e na Sorbone, em Paris. Lula teve grandes índices de aprovação na presidência, mas a imprensa sempre ficava divulgando pequenas notícias para desqualificá-lo, mas não adiantou nada, foi reconhecido pelo povo. Contudo, sempre terá pessoas que não concordam com tudo, e acabam criticando também. Inegavelmente foi uma grande estadista reconhecido internacionalmente. O Estado brasileiro é uma máquina viciada e para desmontá-la requer muito tempo.

Dilma Rousseff: Ela está começando um governo com boas intenções. E as críticas mesquinhas só aparecem nas midiotas. Quando arrecearam as greves, paralizações e manifestações, achei que era o mesmo esquema que desestabilizou o presidente João Goulart. Mas meu amigo jornalista Eloy Santos, tirou a minha dúvida. Lembrou que os trabalhadores estavas acostumados com o paizão Lula com suas generosidade nos aumentos salariais. E com a crise mundial, Dilma teve que puxar as rédeas.

José Sarney: O Sarney é um grande exemplo de um Estado viciado, onde seus parentes sempre ocuparam altos cargos e melhores salários durante décadas no Maranhão. Que também não é nenhuma novidade em outros estados, como o ACM na Bahia. É o mesmo esquema da máfia em comandar tudo. Lamentavelmente, esses coronéis aproveitam da ignorância do povo para manter seus privilégios dos parentes e amigos.

Carlos Lupi: Conheci o Carlos Lupi quando trabalhei na Luta Democrática, em 1980, onde ele fazia a distribuição dos jornais. Foi eleito verador nas eleições de 1982, e ocupou vários cargos em todos os governo do PDT. Sempre foi um trabalhador e fiel escudeiro de Leonel Brizola. Basta ocupar um cargo de ministro do Trabalho, para as pessoas criticarem. Sei que fez um ótimo trabalho no ministério e não é fácil agradar todo mundo. Tanto que vários empresários não gostavam da sua atuação. Mas acho que Carlos Lupi sempre teve ótimas intenções.

Antony Garotinho: Conheci o Garotinho durante a campanha de Darcy Ribeiro ao governo do Estado, em Campos, em 1986, quando visitamos uma favela na beira da estrada. Era um radialista, e naquele dia nos pediu uma carona no carro da coordenadora estadual da campanha Zezé Latgé. Fez uma carreira política no PDT, acabou entrando na lista da Legião dos Traidores do Brizola. Virou um político que pula de galho em galho em vários partidos, um vira-casaca aproveitando-se do rebanho evangélico.

Sérgio Cabral: Outro oportunista que teve a sorte de ter seus aliados na prefeitura do Rio e na presidência da República. Vem realizando obras pelo Estado todo, que dá muita aparência de um bom governo, mas a relidade é outra.

Roberto Civita: Esse é o verdadeiro mafioso ao lado do Roberto Marinho. É difícil saber quem é o pior. O grande jornalista Hélio Fernandes, na antiga Tribuna da Imprensa, sempre questionava a nacionalidade desse gangster, se era italiano, americano ou argentino. Civita teve problemas nos EUA e Argentina. É uma incógnita para saber de onde surgiu o mafioso Roberto Civita.


Paço do Lumiar 2012: sem conseguir subir nas pesquisas, Núbia Dutra apela para factoide barato e rídiculo

Núbia Dutra: candidata tentar cria factoides para crescer nas pesquisas

Impressionante a capacidade que alguns candidatos têm em criar factoides para chamar a atenção da mídia.

No município de Paço do Lumiar, por exemplo, a candidata Núbia Dutra (PDT), meteu na cabeça que pode crescer nas intenções de votos, ou quicá até ganhar a eleição para prefeita, inventando uma história absurda de que militantes da coligação “Um Novo Paço Para Todos”, liderada pelo professor Josemar (PR), teria tentado invadir a sua casa e o seu comitê no momento em que o seu filho armava um telão. Diz ainda a candidata, que no início da campanha um segurança do candidato do “22″ teria puxado uma arma para um motorista do carro de som da sua campanha.

Tais “fatos” fizeram com que Núbia Dutra partisse para a criação de um factoide ainda maior que, diga-se de passagem, já é motivo de chacota em Paço do Lumiar.

É que, simplesmente, a pedetista solicitou à Juíza Rafaele Saif “garantia de vida”, isso mesmo, “garantia de vida” e o “direito de fazer campanha com segurança”.

Seria até cômico o comportamento da advogada e psicóloga, não fosse lamentável e completamente ridículo.

Seria mais digno e condizente com a história e a militância política de Núbia Dutra, se tratasse de cair em campo para catar votos.

Poderia trazer mais resultados do que tentar transformar o professor Josemar em “Futi”.

A seguir, nota de esclarecimento da coligação Um Novo Paço Para Todos.

COLIGAÇÃO “UM NOVO PAÇO PARA TODOS”

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Sobre a publicação veiculada em seu blog “GRUPO DO CANDIDATO PROFESSOR JOSEMAR ATENTA CONTRA A CANDIDATA NUBIA DUTRA”, a coligação “Um novo Paço para todos” vem a público esclarecer que:

1 – Na tarde do dia 06 de setembro de 2012 as mulheres da coligação “Um novo paço para todos” organizaram o 1º “Vassouraço” de Paço do Lumiar;

2 – O ato tinha como objetivo varrer simbolicamente a corrupção do município;

3 – Como o próprio título da chamada sugere os participantes se fizeram presentes ao evento portando vassouras e saíram varrendo as principais ruas e avenidas do maiobão;

4 – Por volta das 18:40h o “Vassouraço” realmente passou em frente ao comitê da candidata Núbia Dutra mas em momento algum foi verificado ou informado qualquer ato de vandalismo contra a candidata ou qualquer outra pessoa como sugere o título da publicação.

5 – O “Vassouraço” contou com a participação da população em geral, homens e mulheres, jovens, adultos, crianças e portadores de necessidades especiais;

6 – A coligação “Um novo paço para todos” é formada por pessoas de bem e repudia qualquer ato de violência contra quem quer que seja;

7 – O professor Josemar continuará fazendo sua campanha de forma limpa e correta baseada em propostas que possam realmente fazer a diferença na vida do cidadão luminense.

Paço do Lumiar(MA), 07 de setembro de 2012

Assessoria de Comunicação
Coligação “Um novo Paço para todos”


Barreirinhas 2012: pedetista Léo Costa pode voltar ao comando da cidade

Multidão toma conta da Pracinha do Eudes para ouvir Léo Costa

Dizem os mais experientes na política, que quando um candidato cai na graça do povo não tem jeito: é vitória certa nas urnas.

É isso, por exemplo, que está ocorrendo na cidade de Barreirinhas em relação ao sociólogo Léo Costa, candidato a prefeito pelo PDT.

Pedetista histórico, um dos principais colaboradores do saudoso Jackson Lago, Léo Costa é o que costuma-se chamar de reserva moral da política, uma quadro qualificado do PDT.

A campanha de Léo começou tímida, humilde e simples, exatamente como o perfil do candidato. Atualmente o pedetista está em empate técnico com o seu principal rival, o candidato a reeleição, Albérico Filho (PMDB).

A pesquisa do instituto Perfil, que ouviu 460 pessoas em 05 áreas do município, entre os dias 24 e 26 de agosto, revela o prefeito Albérico Filho com 24,6% dos votos na consulta espontânea e 32,4% na estimulada. Léo Costa segue na cola com 24,4% na espontânea e 32,% na estimulada.

Um dado interessante dessa pesquisa é que, num confronto direto entre Albérico e Léo, o peemedebista fica com 35%, enquanto o pedetista dispara e chega 41,5%, o que mostra a força da oposição local. A pesquisa Perfil foi registrada no TRE-MA com o número 130/2012 em 26/08/2012.

No sábado, dia 1º, a Coligação a Força do Povo, liderada por Léo Costa, realizou o seu primeiro comício em clima de muita animação e alegria. O evento mobilizou milhares de pessoas na Pracinha do Eudes, no bairro cebola, em Barreirinhas.

Juventude linda, animada e confiante na vitória de Léo Costa

Conheça Léo Costa

Maranhense, natural de Barreirinhas, funcionário público estadual, possui “66 anos de lutas, sonhos, conquistas e esperanças”, conforme gosta de afirmar.

É casado com a Assistente Social Casado, Sandra Torres, com que tem  4 filhos: Maíra, Camila, Léo e Hermano, além de duas netas, Iná e Isabele. “Sandra é a nossa inesquecível vice-prefeita de São Luis”, lembra.

Membro fundador do PDT-MA ao lado de Jackson Lago, Neiva Moreira, Reginaldo Telles e outros quadros históricos do trabalhismo maranhense.

Léo Costa iniciou os seus primeiros estudos ali mesmo, em Barreirinhas, depois desloucou-se para São Luis e Recife, onde gradou-se em Sociologia e Política. Já com o diploma nas mãos, trabalhou exerceu com brilhantismo as seguintes funções: Técnico-pesquisador no Instituto de Pesquisas do Governo do Estado – IPES; Coordenador do Centro de Serviços de Barreirinhas apoiado pela OXFAM; Coordenador da Ação Comunitária do Projeto de Colonização do Nordeste – COLONE/Zé Doca; Assessor Especial do Reitor da Universidade Federal do Maranhão UFMA; assessor do BANERJ, na gestão do Governo Brizola; Secretário Municipal de Agricultura de São Luis no Governo de Jackson Lago, fundador e Secretário Executivo do Consórcio Intermunicipal de Produção e Abastecimento para o desenvolvimento da agricultura da região de São Luis.

Léo Costa foi ainda prefeito de Barreirinhas entre os anos de 1989-1992, que, nas palavras do bravo pedetista, fez: “uma gestão de valorização do homem e da mulher do campo e da cidade, promovi o acesso do Município aos meios de comunicação como o telefone e a televisão, divulguei Barreirinhas para o turismo, transformando as Vaquejadas em grandes eventos culturais com a presença de artistas do Estado e da região e com a divulgação das belezas naturais por meio de reportagens, trouxe a Acerola para Barreirinhas, enquanto um produto fonte de vida e de renda para as famílias”.

O povo de Barreirinhas com Léo Costa

Esse é o velho e bom Léo Costa, que sonha e luta para voltar a administrar esse tão importante e estratégico município maranhense que é Barreirinhas.


Entrevista exclusiva: Edson Vidigal

Edson Vidigal: um olho no Direito e outro na política

Em entrevista exclusiva concedida ao blog, o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça, Edson Vidigal, fala do momento político atual a luz das eleições em São Luis, a situação do PDT, reeleição de João Castelo e ainda sobre o seu futuro político.

Filiado ao PDT em 2011, Vidigal chegou a ser lançado pré-candidato a prefeito de São Luis pelo Comitê de Resistência Jackson Lago, grupo de oposição interna à atual direção estadual, mas não conseguiu vencer as barreiras políticas intra-partidárias impostas pela direção da nacional do partido e respaldadas no Maranhão pelo ex-deputado Julião Amim e pelo deputado federal Weverton Rocha.

Atualmente dedicado quase que exclusivamente à carreira de advogado, Edson Vidigal afirma que ainda irá disputar eleição, mas não revela para qual cargo seria. “Continuarei buscando um mandato popular. Enquanto houver eleições, haverá sempre uma urna próxima esperando um votinho para o Vidiga lá”, garante.

Candidato a governador em 2006 a convite do então governador José Reinaldo, Vidigal foi responsável por levar aquela hiatórica eleição para o segundo turno, assegurando a vitória de Jackson Lago. Foi também candidato a uma vaga no Senado Federal, em 2010, quando obteve mais de 500 mil votos, dos quais mais de 120 mil só em São Luís.

A seguir, a íntegra da entrevista como o sempre disposto Edson Vidigal:

Como o senhor avalia a situação atual do PDT em São Luís?

Edson Vidigal – A morte que levou o Jackson esbofeteou o partido. Atarantado, apequenou-se. Tão logo passe isso aí, o bom senso convocará a razão. E logo o PDT se lembrará do legado do Jackson, do Neiva Moreira, do Brizola, do Jango e do Getúlio – pessoas que doaram suas vidas às grandes causas do Povo do Maranhão e do Povo do Brasil. Um partido com tantos compromissos para com a melhoria das condições de vida das pessoas, como o PDT, não pode ficar na garupa da moto alheia segurando o botijão sem gás. O PDT há de se consolidar como um partido, efetivamente, democrático e trabalhista.

Um ponto que chamou a atenção no debate de pré-campanha foi o distanciamento que o PDT teve como grupo. Hoje são várias correntes que trabalham com ideologias diferentes ou mesmo por projetos meramente pessoais. Que solução teria o partido para recuperar sua história de unidade e de militância aguerrida?

Nenhuma solução terá consistência se não passar pela democracia interna. O partido até aqui está sob intervenção nacional. Só com os resultados das próximas eleições poderemos obter os dados para um rascunho de uma agenda a ser democraticamente debatida e definida.

O partido poderá pagar um preço alto por não ter lançado candidatura própria?

Já está pagando. E o pior é que a conta está indo, indistintamente, para todos, para a militância e para os candidatos a vereador. Você viu na TV a radiografia mostrando o vergalhão que atravessou a cabeça do operário de uma construção e, ainda assim, ele escapou numa cirurgia sem nenhuma lesão cerebral? Oramos para que depois destas eleições aconteça com o PDT um milagre assim.

Pela sua representatividade politica, não seria melhor declarar apoio a alguma candidatura?

Penso que nao. Mas não excluo que possa fazê-lo no segundo turno, se houver. Não resolverei nada que não seja democraticamente debatido.

Acha que o prefeito João Castelo se reelege?

Acho. A manter-se o cenário atual, o João está com tudo para ser reeleito.

São Luís sofre uma série de problemas de infra-estrutura com repercussões negativas na segurança, na mobilidade urbana, na saúde, na educação, no saneamento básico. Existe alguma saída, uma “mágica” para a nossa cidade ser melhor do que é hoj?

Não há magica em gestão publica. Há avanços quando se tem a continuidade das ações com controle social.

Ao invés de uma campanha de ataques pessoais pelas redes sociais não seria mais logico uma debate sobre maneiras de solucionar os problemas da capital?

Quem só faz ataques pessoais não tem ideias a incluir no debate. As pesquisas estão aí e mostram que o eleitor não quer saber de ofensas, está querendo é saber como vai ser resolvido em definitivo o problema da falta de água, como as pessoas poderão andar nas ruas e estar em suas casas se sentindo mais seguras, por exemplo.

Edson Vidigal ainda tem algum projeto politico?

Vim das camadas populares deste Estado. Acredito que a minha história de lutas associada ao conhecimento adquirido e a capacidade de trabalho amadureceram e podem contribuir para que as movas gerações tenham vida digna, com emprego, renda, justiça e paz. Continuarei buscando um mandato popular. Enquanto houver eleições, haverá sempre uma urna próxima esperando um votinho para o Vidiga lá..


Igor Lago responde ao blog

Em relação ao post “Onde está Igor Lago?”, o filho do ex-governador Jackson Lago manifestou-se da seguinte forma:

Prezado Robert Lobato,

Em primeiro lugar, quero desejar a você e a todos os leitores de seu excelente blog um Feliz Dia dos Pais!

Em segundo lugar, gostaria de agradecer a sua postagem do último dia 10, com relação ao meu nome, ao de nosso pai Jackson Lago, o PDT e as eleições de São Luis, bem como as suas palavras generosas a nosso respeito. Mais responsabilidade para os meus ombros!

Em terceiro lugar, gostaria de lhe expor, assim como a seus leitores, o meu ponto de vista em relação a alguns assuntos que a sua postagem abordou:

1- O legado ou o espólio político de Jackson Lago não tem herança genética, cartorial ou de qualquer ordem dinástica. A rigor, o seu legado político faz parte da história política de nosso estado, e o próprio processo social, em sua complexidade e dinâmica, se encarregará de frutificar as sementes plantadas durante a sua trajetória. Referir-se a um jovem cidadão como herdeiro político de um líder democrático e popular da talha de Jackson Lago, pelo fato de sua militância partidária, soa-me um exagero. A rigor, o sujeito, a quem você se referiu, é exemplo, ao lado de alguns outros pequenos produtos, de anos de fisiologismo e desvio de uma boa conduta partidária, que o nosso partido não soube ou não quis enfrentar ao longo dos anos em que esteve à frente do poder municipal. (Está aí, ilegitimamente, à frente do PDT de São Luis e como secretário-geral do PDT estadual, graças ao ex-ministro Lupi, o que representa uma lástima para o nosso partido, que poderia estar participando muito melhor nestas eleições);

2- Atendi ao convite da maioria dos membros da antiga Comissão Provisória estadual deixada por Jackson Lago para exercer a presidência. Aceitei-o sabendo dos enormes desafios, já que o PDT tornara-se um partido desfigurado por anos de poder municipal que o levaram a adotar o fisiologismo e o convencionalismo da política, assim como pela triste situação nacional após a morte de Leonel Brizola em 2004, quando os senhores Carlos Lupi e Manoel Dias tornaram-se “donos do partido”. Nos meses que participei ativamente na reorganização partidária, vi nos olhos(e ouvi nos diálogos) do(a)s verdadeiro(a)s companheiro(a)s de Jackson Lago e Neiva Moreira de todo o Maranhão, uma esperança por termos aceitado esse desafio. Infelizmente, ocorreu a violência com a decisão autoritária e monocrática daqueles senhores “donos do partido”, que não tiveram a mínima condescendência para com a vontade de sua ampla maioria;

3- A minha participação política deu-se muito cedo, quando aos 11 anos de idade, participei da organização da Juventude Trabalhista e, depois, passaria a se chamar Socialista. Participei ativamente das campanhas de 1982 e 1985, como militante e um dos organizadores-participantes das “operações formiga” – as visitas de casa-a-casa pelos bairros de São Luis. Tive uma participação discreta no movimento estudantil do Colégio Marista, como simpatizante do movimento Construção, criado pelo Fábio Santos – filho do saudoso deputado estadual Gervásio Santos, na campanha pelas Diretas Já e no movimento Metamorfose – criado mais como um grupo de discussão social e que, de última hora, se apresentou nas eleições para o grêmio cívico obtendo o último lugar (17%). (Foi um momento inesquecível para mim e tantos outros, a exemplo do querido companheiro e atual candidato a vereador Petrônio Alves -PSOL). Estudei durante 1 ano(1984-1985), por intercâmbio, parte do segundo e terceiro anos secundários nos EUA e, depois, fui estudar Medicina em Cuba, onde votei, pela primeira vez, na Embaixada do Brasil, em Havana, aos 20 anos de idade, no Brizola (1°turno) e no Lula (2° turno). Voltei para o Brasil em 1992, esperei o processo de revalidação de Diploma e dediquei-me a fazer as pós-graduações na cidade de São Paulo entre 1994 e 2003. Nesse período, nos EUA, Cuba e São Paulo, nunca deixei de acompanhar a lida política ludovicense, do Maranhão e de nosso Brasil. Dialogava com o nosso pai pelo telefone e, quando vinha ao Maranhão, participava de suas atividades políticas, assim como outras, como a de pegar o carro e vistoriar as obras por toda a São Luis. Votei nas eleições 1996, 2000, 2002, 2004, 2006 e 2010. Com relação à assuntos de Prefeitura e Governo, ele ensinou a mim e minhas irmãs que deveríamos ter uma conduta equidistante. E foi o que aprendemos, ao nunca ter feito gestões de interesse pessoal ou para terceiros. Vivi em São Luis e trabalhei como médico cardiologista nos anos 2003 e 2004 quando, por problemas familiares de saúde, optei por morar em Ribeirão Preto – SP. Entretanto, desde essa época e, principalmente, a partir de 2006, mantive vínculo profissional no Maranhão nas cidades de Imperatriz e São Luis, onde trabalho uma semana por mês;

4- Por último, em relação às eleições de São Luis, manifestei, recentemente, sobre a importância dos trabalhistas não votarem no candidato Edivaldo Júnior. Com a violência ocorrida no nosso partido (e essa candidatura foi uma das justificativas para tal fato, além de outro projeto relacionado às eleições de 2014, isto é, o do Flávio Dino!), não tenho condições de apoiar uma candidatura que sequer foi discutida no PDT. Foi imposta de cima para baixo, ao pior estilo do coronelismo! Quando estávamos à frente do partido, todos sabiam que iríamos debater, discutir, tentar o consenso para uma decisão sobre São Luis. Se não o alcançássemos, a decisão da maioria seria respeitada. Preferiram o golpe, a violência, a traição, o atropelo! Agora, que fiquem com os golpistas! Lamento que alguns companheiros tenham feito essa opção que, como já disse antes, é a pior para o PDT autêntico, que visa refundar-se sobre os seus ideais.
Estamos acompanhando o processo e, mais cedo do que tarde, manifestaremos a nossa opção.

Um grande abraço e, mais uma vez, agradeço a oportunidade de participar do seu prestigiado blog.

Igor Lago.


Onde está Igor Lago?

Igor Lago, filho do governador Jackson Lago: "onde está você agora...?"

Com o falecimento do governador Jackson Lago, em abril do ano passado, além de causar imediato desmoronamento do PDT local, deixou um vazio político não só no Maranhão, mas, sobretudo, em São Luis, onde os pedetistas já foram a maior e mais forte força política da cidade.

Logo após a passagem do saudoso líder trabalhista, houve uma batalha interna no partido para saber quem iria herdar o espólio político de Jackson: de um lado Igor Lago, filho de sangue; do outro Weverton Rocha, espécie de filho político.

Aparentemente, o filho político levaria vantagem sobre o filho de sangue pelo histórico de militância partidária do primeiro desde os tempos de juventude, pois Igor Lago, ao contrário, resolveu dedicar-se à profissão de médico, em São Paulo, e ficou distante da luta política no Maranhão.

Nem mesmo durante do governo do seu pai, Igor era visto no estado, o que de certa forma pode até ser visto como algo positivo, pois mostra que o doutor Igor não se metia em assuntos de governo do seu genitor.

É justamente pela sua atuação discreta na política, no PDT e no governo do próprio pai, que Igor Lago é cobrado pelos seus adversários de partido. Igor é uma pessoa séria, honesta, correta. Mas na política, apenas essas qualidades não bastam para quem tem algum projeto político: tem que participar!

Nesse sentido, Igor Lago deveria ter um papel mais ativo nestas eleições, principalmente em São Luis.

É inconcebível o filho do doutor Jackson Lago não ter uma atuação mais firme e pública nesta campanha, que vá além dos costumeiros textos que tem publicado na imprensa. Se ficar de “fora” do processo será tão ou mais cobrado como foi durante a peleja para saber quem comandaria o PDT no estado.

Igor Lago tem que ter um candidato a prefeito de São Luis. Os milhares eleitores de Jackson Lago querem saber em que o seu filho vota, para quem ele vai pedir votos para prefeito da capital.

Se ficar “oculto” no processo eleitoral de São Luis, Igor Lago pode pagar um preço muito alto.

A não ser que não tenha um projeto político em mente…