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Jornalista Itevaldo Júnior deixa O Estado do Maranhão

Itevaldo Júnior deixa o jornal O Estado do MA

O jornalista Itevaldo Júnior deixou o jornal O Estado do Maranhão onde passou cerca de um ano e meio, parte desse tempo na chefia de editoria política do matutino de propriedade da família Sarney.

Itevaldo, em verdade, pediu demissão alegando que irá “tocar outros projetos profissionais e permanecer editor ou voltar à reportagem em O Estado seria ética e profissionalmente incompatível. Pois, para mim jornalismo não é profissão que se exerça em nome próprio, e sim por representação da sociedade, a quem pertence a informação”.

O jornalista Marco Aurélio D’Eça assumirá o comando da editoria política do jornal.

Observadores do meio jornalístico garantem que D’Eça é mais “talhado” para ocupar o cargo deixado por Itevaldo Júnior.

Além de competente jornalista, Itevaldo Júnior é um conhecido militante social e político ligado aos movimentos e partidos da esquerda maranhense. A condição de ser filiado ao PC do B deve ter pesado na sua decisão de sair do EMA, o que comprova a postura ética de Itevaldo, já que ocupar a chefia da principal editoria do jornal seria algo incompatível na atual conjuntura.

O blog deseja sucesso para o amigo Itevaldo Júnior nos seus novos projetos profissionais, bem como para o colega Marco D’Eça nesse seu mais novo desafio.

A seguir, o comunicado de Itevaldo Júnior sobre o seu pedido de demissão do jornal O Estado do Maranhão:

Pedi demissão do jornal O Estado do Maranhão. O fiz na segunda-feira (dia 4), ao conversar sobre a minha decisão com o diretor de Redação, Ribamar Corrêa. Deixei a redação na quarta-feira (dia 6). Nos últimos 17 meses fui editor de Política no jornal. Antes, trabalhei nas editorias de Cultura, de Cidade e fui Repórter Especial. Nesse período recebi seis prêmios jornalísticos.

A decisão de sair foi para tocar outros projetos profissionais. Permanecer editor ou voltar à reportagem em O Estado seria ética e profissionalmente incompatível. Pois, para mim jornalismo não é profissão que se exerça em nome próprio, e sim por representação da sociedade, a quem pertence a informação.

Certo do pedido de minha demissão conversei com o Rômulo Barbosa – um dos meus bons amigos no Sistema Mirante – e com o Ademir Santos, secretário de Redação, sobre a minha saída.

Desde a quarta-feira (dia 6), o repórter Marco Aurélio D’Eça – um dos melhores na cobertura da política no jornalismo maranhense – é o titular da editoria de Política.

Nos últimos dias, viagens pelo novo trabalho impuseram uma lentidão exagerada na atualização do blog. Reorganizando a rotina, tocaremos o blog e a vida. Pois virá muito trabalho por aí.


Clima tenso no PC do B

Não está nada fácil a relação política entre os “camaradas” PC do B de São Luis.

O partido enfrenta uma acirrada discussão interna por conta da sucessão do prefeito João Castelo (PSDB).

No centro do debate/discórdia, o apoio dos comunistas ao deputado federal Edivaldo Holanda Júnior (PTC), coisa que não agrada boa parte dos dirigentes e militantes históricos do partido.

O blog apurou que esse setor do PC do B não confia um “tinquim” sequer no candidato trabalhista-cristão. E Mais: os históricos defendiam a candidatura de Flávio Dino para prefeito, mas como isso não foi possível preferem arriscar um apoio a Tadeu Palácio (PP).

Outra coisa em curso é o assédio do presidente municipal da sigla, Marcio Jerry, para cima do PPS. Entretanto, o blog apurou também que as chances do partido de Paulo Matos se aliar com o PC do B na eleição para prefeito de São Luis é “bem próxima de zero”, para usar as palavras de uma liderança popular socialista.

O PC do B fará uma reunião agora a noite para tentar aparar arestas sobre 2012.

Quem tiver suas foices e martelos que leve para essa reunião…


Márcio Jerry cotado para ser vice de Edivaldo Holanda Júnior

Márcio Jerry: de olho na vaga de vice

(Post atualizado às 12h31 para acréscimo de um ‘PS’) – Corre solto pelos bastidores da política e da imprensa que o jornalista Márcio Jerry (PC do B) movimenta-se para ser o candidato a vice-prefeito numa eventual chapa liderada pelo deputado federal Edivaldo Holanda Jr.

O presidente municipal do PC do B parece animado com a ideia, até porque conta com apoio incondicional do líder-maior do comunismo maranhense, Flavio Dino.

Natural de Colinas, Marcio Jerry foi agraciado recentemente com o título de cidadão ludovicense pela Câmara Municipal de São Luis.

Esse tipo de honraria não costuma vir junto com um “jacá” de votos, mas foi o suficiente para animar o jornalista a entrar na briga pela vaga de vice, principalmente se confirmado o nome de Holandinha como candidato da federação PTC/PC do B/PSB/PP/PPS/Flávio Dino.

Márcio Jerry tem o direito de negar a informação, só não pode negar que essa história existe – muito menos que não gosta dessa “especulação”.

PS: Após a publicação este post, o blog tomou conhecimento de um vídeo onde Márcio Jerry trata do assunto (candidatura a vice-prefeito). Foi durante a sua passagem pela cidade de Imperatriz, quando concedeu entrevista ao blog do colega Frederico Luiz. Veja o que diz o que comunista AQUI.


Incômodo no PC doB

Quem conhece um pouco do Partido Comunista do Brasil (PC do B), sabe que a legendária sigla marxista está incomodada com o fato de José Reinaldo ter caído no colo do tucano João Castelo.

O blog fala do PC do B, e não desse ou daquele dirigente municipal e estadual, e nem mesmo de Flávio Dino, recolhido ao silêncio em relação à decisão do seu “guru” político.

O PC do B sabe e conhece quem são os seus reais adversários na luta política no Maranhão, e ainda é maior, muito maior do que qualquer um dos seus “quadros”. Não à toa que possui 90 anos de lutas neste país!

Quem conhece minimamente o PC do B, pode afirmar que incomoda os comunistas a elevação de potencial candidato a prefeito de São Luis, por exemplo, um “cristão” sem qualquer tradição nas lutas populares, nos movimentos sociais e nem mesmo alguma consideração pela igreja dos pobres sob os ensinamentos e práticas da Teologia da Libertação.

Quem conhece um pouquinho que seja sobre o método de análise do processo histórico e político utilizado pelo PC do B, sabe que os dirigentes, militantes e quadros do partido, avaliam a pré-candidatura do PT como uma possibilidade de aproximação, até porque o pré-candidato, Washington Oliveira, militou e ajudou organizar o PC do B em momentos sombrios da sua história.

Enfim, quem conhece um “tiquinho” da história do glorioso PC do B não pode achar que o partido possa sucumbir à tentações políticas estranhas a sua memorável história, até porque nem mesmo as diferentes ditaduras que assombraram o Brasil conseguiram tal proeza.

Repetindo: o blog fala do PC do B.


Flávio Dino ainda na disputa

Flávio Dino ainda não disse com todas as letras que não é candidato a prefeito. José Reinaldo tem segurado o homem

Desconfie, meu caro Gilberto Léda, de obviedades em política.

O presidente da Embratur, Flávio Dino, ainda poderá surgir como candidato a prefeito de Sã Luis, sim senhor!

Quem ainda tem segurado o homem é Ze Reinaldo, mas a cada dia a pressão tem sido grande em riba do comunista.

Roberto Rocha (PSB) e Domingos Dutra (PT) não escondem a vontade ver Flávio Dino candidato a prefeito.

O petista, por exemplo, defendeu publicamente a candidatura do “juiz” em artigo onde chega a pedir que o comunista retire do luto da morte do seu filho Marcelo as força para ser candidato “contra a oligarquia”.

“Na minha modesta opinião, Flávio Dino, além de ser o nosso candidato a Prefeito para vencer, deve liderar e antecipar o processo de discussão do pleito de 2014 (…) Se Flávio Dino desistir de ser o Prefeito de São Luís e havendo o desastre da desunião dos partidos de oposição, além da malandragem e dissimulações, o chefe da oligarquia é empaltado com o diabo parece  ter a simpatia de Deus, pois a morte de Jackson e a de Marcelo Dino deixaram a oposição órfã”, escreveu Dutra.

Outros atores oposicionistas como Eliziane Gama e até Tadeu Palácio e Edivaldo Holanda Júnior garantem colocar a viola eleitoral no saco e sair da disputa caso Dino entre na parada. Aí o “telequete” seria pare saber quem ocuparia a vaga de vice. Dutra defende o nome de Tadeu Palácio, já Roberto Rocha defende o nome de Edivaldo Hoalanda Jr., que aceitaria na hora, e Eliziane Gama defende o seu próprio nome. Rocha ficaria como “reserva política” para alguma missão em 2014.

Vale ressaltar, que Flávio Dino, conforme lembrou Roberto Rocha recentemente, nunca disse expressa e categoricamente que não é candidato a prefeito. “Pelo contrário, Dino assinou um documento no início do ano confirmando a sua pré-candidatura e não se tem notícia de que ele desistiu”, disse Rocha durante coletiva.

Isso tudo sem falar que, uma vez não sendo candidato, Flávio Dino passará a ideia de que fez um “acordo branco” com o prefeito tucano João Castelo, tudo para agradar o velho amigo, aliado e conselheiro Zé Reinaldo, que sonha em chegar ao Senado da República na garupa da campanha de Flávio Dino a governador, em 2014.


Esquisitice ou esperteza comunista?

Curiosa a entrevista do presidente do “politburo” municipal do PC do B/São Luis, Márcio Jerry, ao portal Vermelho e reproduzida no blog do colega John Cutrim.

Assim, à certa altura da entrevista o camarada faz seguinte afirmação sobre o processo eleitoral de 2012: “O PCdoB São Luís tem mantido seu protagonismo político, articulando uma coalizão político-partidária para apresentar uma alternativa nas eleições de outubro capaz de vencer e reforçar o campo da mudança e da renovação. Temos quatro bons pré-candidatos que conversam com oito partidos políticos. Acreditamos na unidade desse campo e em sua viabilidade eleitoral“.

Mais adiante um pouco, o portal Vermelho (editado pelo PC do B) deseja saber sobre a relação entre o processo eleitoral de 2012 e de 2014, e com quais forças políticas o “protagonismo” do PC do B pretende contar.

Dessa vez, Jerry surpreende respondendo: “Acreditamos na consolidação de um pólo político que nos une aos movimentos sociais, à maioria do PT, ao PDT, PSB, PPS, PRTB, PP, PTC e até mesmo o PSDB em 2014″.

Quando o blog diz “surpreende” é menos pela menção ao PSDB e mais pelo esperteza do comunista.

Quer dizer que em 2012 o PSDB de Castelo não serve aos interesses do PC do B porque agora “Temos quatro bons pré-candidatos”, mas em 2014 o tucanato local pode ser útil “na consolidação de um pólo político que nos une aos movimentos sociais”.

Esquisitice ou esperteza comunista?

Eu, hein!


Grampos revelam elos de Protógenes com citados no esquema de Cachoeira

Rosa Costa, Estadão.com.br

Escutas da PF na Operação Monte Carlo, que culminou na prisão do contraventor, flagram deputado do PC do B, delegado, em conversas com araponga acusado de cooptar policiais e agentes públicos da máfia dos caça-níqueis

Autor do requerimento de criação de uma CPI para investigar a ligação de políticos com Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar uma rede de jogos ilegais no País, o deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) foi flagrado em pelo menos seis conversas suspeitas com um dos mais atuantes integrantes do esquema do bicheiro goiano: Idalberto Matias Araújo, o Dadá.

Os grampos da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, revelam a proximidade do parlamenta

Espécie de faz-tudo do esquema e conhecido araponga de dossiês políticos, Dadá esteve a serviço de Protógenes na Operação Satiagraha e, nas conversas, recebe orientações do ex-delegado sobre como agir para embaraçar a investigação aberta pela corregedoria da PF sobre desvios no comando da operação que culminou com a prisão do banqueiro Daniel Dantas – a Satiagraha.

A ligação de Protógenes com Dadá permite questionamentos sobre sua autoridade para integrar a CPI. Os diálogos revelam o empenho do deputado, delegado licenciado da PF, em orientar Dadá na investigação aberta contra ele próprio, no ano passado.

Numa das conversas, Protógenes lembra ao araponga para só falar em juízo. “E aí, é aquela orientação, entendeu?, diz ele, antes do depoimento de Dadá. As ligações foram feitas para o celular do deputado. Fica evidente a preocupação de Protógenes em não ser visto ao lado de Dadá. Eles sempre combinam encontros em locais distantes do hotel onde mora o deputado, como postos de gasolina e aeroportos.

Procurado pelo Estado por três vezes em seu gabinete ontem, Protógenes não foi localizado e também não respondeu às ligações para seu celular.

Dadá foi identificado na Operação Monte Carlo – que o levou e ao bicheiro Cachoeira à prisão, em fevereiro -, como o encarregado de cooptar policiais e agentes públicos corruptos, de obter dados sigilosos para a quadrilha e de identificar e coordenar a derrubada de operações de grupos concorrentes. Ele está preso desde o mês passado, acusado de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e exploração de máquinas caça-níqueis.

Em agosto do ano passado, Dadá tratou de seu depoimento no inquérito da Satiagraha com o próprio Protógenes, com o advogado Genuino Lopes Pereira e com o escrivão da Polícia Federal Alan, lotado na Coordenação de Assuntos Internos da PF(Coain-Coger), uma subdivisão da Corregedoria-Geral. O assunto é o mesmo: Dadá e Jairo Martins, outro araponga ligado a Cachoeira e que esteve informalmente sob o comando de Protógenes na Satiagraha, só deveriam se manifestar em juízo.Se integrar a CPI contra Cachoeira, Protógenes investigará dois de seus colaboradores, como indicam os grampos obtidos pelo Estado.

O advogado Genuino Pereira afirmou que não conhece Protógenes e negou que seus clientes tenham combinado a versão que dariam em depoimento à PF. Alega que eles se comportaram daquela forma por coincidência. Alan não foi encontrado no local de trabalho.

Xerife. Com uma imagem de quem se tornaria o “xerife” da Câmara, Protógenes foi eleito graças à carona que pegou nos 1,3 milhão de votos do palhaço Tiririca (PR-SP) para preencher o total de votos exigidos pelo quociente eleitoral de São Paulo. A iniciativa de criar uma CPI para investigar Cachoeira e seus colegas é, até agora, o auge de sua promessa de campanha.

Nos áudios da Monte Carlo, Dadá trata o deputado por “professor” e “presidente”. Uma das interceptações mostra Protógenes sugerindo a Dadá que o encontre num novo hotel. “Não tô mais naquele não”, avisa, num sinal de que os encontros são constantes. No grampo de 11 de agosto de 2011, acertam o local da conversa, mas se desencontram. “Tá onde?”, pergunta. Dadá responde: “Em frente da loja da Fiat”, ao que o deputado constata: “Ah, tá. Estou


Nos 90 anos do PCdoB, Sarney relembra os muitos amigos militantes e ressalta: o comunismo é uma idéia generosa

“Identifico no comunismo uma ideia generosa, a da igualdade entre os homens, que nos aproxima da justiça social. E essa ideia tem a capacidade de abrir os corações, rompendo com os interesses pessoais para fazer prevalecer o interesse da humanidade”.

A declaração é do presidente do Senado, José Sarney, em sessão solene do Congresso Nacional de comemoração dos 90 anos de fundação do Partido Comunista do Brasil (PcdoB). Em seu discurso – finalizado pela execução do Hino da Internacional Comunista para um plenário que, de pé, acompanhava a sessão emocionado – Sarney disse que dava seu testemunho de uma longa convivência e de uma visão dos valores comunistas que conheceu a partir de grandes amigos e eminentes políticos. “O PCdoB é mais velho que eu nove anos” – brincou.

Em seu discurso, Sarney registrou episódio histórico em que cuidou da legalização dos partidos chamados clandestinos, pouco depois de ter assumido a presidência da República: “Na ausência de Tancredo, portanto, a primeira coisa que eu precisava fazer era me legitimar. Tancredo tinha tempo para tomar as medidas de redemocratização do País, eu não.” Ao mesmo tempo em que assegurava um funcionamento mínimo da máquina administrativa, contou que tomava iniciativas, como convocar eleições diretas para os últimos municípios em que havia prefeitos nomeados. E foi aí que recebeu, no Palácio do Planalto, bancada de onze deputados e do líder comunista João Amazonas.

Pela presença do grupo comunista, o presidente Sarney percebeu que uma solução parlamentar seria demorada. E uma foto selou a questão da legalização, “objeto de grande discussão e reação dos militares, que obrigara Tancredo Neves na campanha a dizer que este era um problema ‘da justiça e não do Poder Executivo’.

Sarney contou também sobre sua relação com os comunistas desde a infância em sua casa, sua família e na escola, entre outros episódios, com a sua professora, Mãesinha Mochel, da tradicional família Mochel, de conhecidos idealistas e esquerdistas. A professora veio a ser chefe do PC no Maranhão.

A marca do comunismo, prosseguiu, povoou sua adolescência e depois suas leituras, sob a influência de Bandeira Tribuzzi — pseudônimo de José Ribamar Pinheiro Gomes —, um dos maiores amigos de sua vida e que, chegado de Portugal ao Maranhão, trazia suas idéias marxistas da Europa.

Governador do Maranhão, em plena vigência do regime militar, Sarney fez de Tribuzzi seu principal auxiliar, resistindo a todas as pressões para afastá-lo: “A história do Partido Comunista do Brasil é longa e rica de valores, de sacrifícios, de heroísmo. Outros falarão dela com detalhes. Quanto a mim, dou um testemunho, o testemunho de uma longa convivência e de uma visão destes valores maiores entre grandes amigos e eminentes políticos”, finalizou

Fonte: Agência Senado


Iniciada a temporada de factoides e intrigas (ou é desespero, é desespero, é desespero…)

Todo ano eleitoral é a mesma coisa: mal começam as conversas e as articulações sobre as candidaturas, e a indústria de factoides e intrigas é acionada.

Refiro-me neste momento ao post do colega John Cutrim Sarneysistas de proa não se empolgam com Washington e alijam petista da disputa, publicado no seu blog.

No post, John faz referência a uma outra postagem, do jornalista Marco D’Eça, intitulada Edivaldo Júnior agrada a Flávio Dino e ao grupo Sarney…, onde o “miranteano” relata conversas que teve com o deputado estadual Tatá Milhomem (PSD) e com o senador João Alberto (PMDB).

Ora, claro que John Cutrim, enquanto blogueiro de oposição e castelista “convicto”, iria aproveitar a deixa de D’Eça para tripudiar sobre a pré-candidatura do vice-governador Washington Oliveira (PT) que, ao lado da possível candidatura de Flávio Dino (PC do B), é a que mais tira o sono do atual prefeito de São Luis.

Em primeiro lugar, o deputado Tatá Milhomem, embora presidente de um importante partido, entende tanto da política e da eleição de São Luis quanto John Cutrim entende da política e da eleição pras bandas de Barra do Corda. Ou seja, as declarações de Tatá não passam de bravatas.

Já no caso do senador João Alberto, não consigo identificar nada demais, absurdo algum do presidente estadual do PMDB reconhecer que o deputado federal Edivaldo Holanda Jr (PTC) é “um bom nome para a disputa”. Falou como político, além de ter dito o óbvio.

Enfim, a análise do colega John Cutrim não passa de uma inteligente forma de tentar intrigar os aliados de Washington Oliveira, de dentro e de fora do PT. Por isso que este blogueiro já disse aqui: quem quiser saber como anda a pré-candidatura do petista basta acessar os blogs da oposição (reveja), principalmente os alinhados ao prefeito João Castelo (PSDB).


Geraldo Castro volta a assumir o cargo de vereador de São Luis

O professor Geraldo Castro (PC do B) assumirá nesta terça-feira (28) o cargo de vereador no plenário da Câmara Municipal de São Luís, às 10h. É a segunda vez que o suplente assumirá a vaga do titular Fernando Lima, também do PC do B, que tirou licença novamente para tratamento de saúde.

Da sua página pessoal no Facebook, Castro garante que fará o que já vem fazendo na sua luta cotidiana fora da Câmara: “lutar pela transparência nas coisa pública e melhorias para São Luís, que padece tristemente”.

Em tom provocativo, o nobre vereador comunista afirma que São Luis sairá do “caos”.Veja: