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Propaganda eleitoral de candidatos será permitida a partir de hoje

Da Folha On Line

A partir de nesta sexta-feira (6) será permitida a propaganda de candidatos que pretendem disputar as eleições municipais de 2012.

Os candidatos a prefeito, vice e vereador poderão se apresentar aos eleitores por meio de cartazes, faixas, auto-falantes. A campanha em rádio e TV, porém, só será liberada a partir do dia 21 de agosto.

A propaganda na internet também está liberada a partir de amanhã e pode ser feita em sites dos partidos, blogs, redes sociais e até por envio de mensagens eletrônicas.

O QUE PODE

É permitido entre 6h e 22h o uso de cavaletes, cartazes, bandeiras, bonecos e mesas de distribuição de material de campanha. Estes objetos devem ser de fácil transporte e não podem atrapalhar o trânsito de pessoas e veículos.

Os partidos ou as coligações podem colocar faixas indicando seus nomes em sua sede, mas a propaganda deve ter no máximo quatro metros quadrados.

O QUE NÃO PODE

Estão proibidos outdoors e showmícios feitos com artistas. Também não é permitida a distribuição de brindes, bonés, camisetas, canetas, chaveiros, cestas básicas ou qualquer outro objeto que se configure como uma forma de beneficiar o eleitor. Quem desrespeitar a regra pode responder por prática de compra de votos.

Cartazes ou qualquer tipo de propaganda não podem ser fixadas em bens públicos e de uso comum como postes de iluminação, sinais de trânsito, vias públicas, passarelas, paradas de ônibus entre outros. A multa para quem desrespeita varia entre R$ 2.000 e R$ 8.000.

As informações são do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Para mais detalhes confira a íntegra da Resolução 23.370, que trata das regras da propaganda eleitoral partidária.


Sorteio define relatoria de processos no TRE

Cada membro, um a um, tirou na urna o grupo pelo qual responderá. Na foto, vez do jurista José Carlos

Por meio de sorteio (baseado no artigo 123 do Regimento Interno), a Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão definiu na tarde desta quinta-feira, 14, durante sessão administrativa, os membros que serão relatores de processos de registro de candidaturas, de apuração e diplomação que se originarão nestas Eleições 2012 em 6 grupos de municípios pré-definidos pelo órgão.

O desembargador José Bernardo (vice-presidente, corregedor e ouvidor) ficará responsável pelos processos oriundos do grupo 6 e ao juiz federal Nelson Loureiro caberá o julgamento dos processos do grupo 2. Os juízes José Jorge Figueiredo dos Anjos e Luiz de França Belchior Silva relatarão, respectivamente, os processos do grupo 3 e 5. Já os juristas Sergio Muniz e José Carlos Sousa e Silva responderão pelos grupos 1 e 4.

Composição dos grupos:

1º – Açailândia, Itinga do Maranhão, Balsas, Fortaleza dos Nogueiras, Nova Colinas, Codó, Capinzal do Norte, Alto Parnaíba, Tasso Fragoso, Araioses, Água Doce do Maranhão, Cururupu, Bacuri, Apicum -Açu, Serrano do Maranhão, Grajaú, Arame, Sitio Novo, Amarante do Maranhão, Formosa da Serra Negra, Itaipava do Grajaú, Pastos Bons, Nova Iorque, Rosário, Santa Rita, Bacabeira, Barão de Grajaú, São Francisco do Maranhão, Brejo, Anapurus, Santa Quitéria, Milagres do Maranhão, Buriti, Carolina, Arari, Colinas e Jatobá;

2º – Coelho Neto, Duque Bacelar, Afonso Cunha, Caxias, Aldeias Altas, São João do Sóter, Bom Jardim, Monção, São João do Caru, Coroatá, Pirapemas, Peritoró, Guimarães, Mirinzal, Cedral, Central do Maranhão, Porto Rico do Maranhão, Icatu, Axixá, Morros, Presidente Juscelino, Cachoeira Grande, Humberto de Campos, Primeira Cruz, Santo Amaro do Maranhão, São Raimundo das Mangabeiras, Sambaiba, São Luís Gonzaga do Maranhão, Parnarama, São Bento, Peri Mirim, Palmeirândia, Turiaçu, Tutóia, Paulino Neves e Matões;

3º – Barra do Corda, Fernando Falcão, Jenipapo dos Vieiras, Bacabal, Alto Alegre do Maranhão, Lago Verde, Bom Lugar, Itapecuru Mirim, Miranda do Norte, Anajatuba, Cantanhede, Lago da Pedra, Lago do Junco, Paulo Ramos, Lagoa Grande do Maranhão, Marajá da Serra, Lago dos Rodrigues, Vitória do Mearim, Bela Vista, Conceição do Lago Açu, Igarapé do Meio, Chapadinha, Mata Roma, Pindaré Mirim, Tufilândia, Passagem Franca, Buriti Bravo, Lagoa do Mato, Penalva, Cajari, Porto Franco, Campestre do Maranhão, São João do Paraíso, Mirador, Sucupira do Norte e Timbiras;

4º – São Luís, Tuntum, Santa Filomena do Maranhão, Presidente Dutra, Gov. Eugênio Barros, São José dos Basilios, Senador Alexandre Costa, Viana, Dom Pedro, Santo Antonio dos Lopes, Gonçalves Dias, Gov. Archer, Vitorino Freire, Altamira, Pio XII, Brejo de Areia, Vargem Grande, Nina Rodrigues, Presidente Vargas, São Bernardo, Magalhães de Almeida, Santana do Maranhão, Alcântara, São João dos Patos, Sucupira do Riachão, Carutapera, Luís Domingues, Boa Vista do Gurupi, Centro Novo do Maranhão, Junco do Maranhão, Barreirinhas, João Lisboa, Buritirana, Senador La Roque, Paraibano, São Mateus e Matões do Norte;

5º – Imperatriz, Cidelândia, São Francisco do Brejão, São Pedro da Água Branca, Vila Nova dos Martírios, Montes Altos, Davinópolis, Gov. Edison Lobão, Lageado Novo, Ribamar Fiquene, Santa Inês, Zé Doca, Araguanã, Gov. Newton Belo, Pedreiras, Trizidela do Vale, Joselândia, Lima Campos, Igarapé Grande, Bernardo do Mearim, São Domingos do Maranhão, Graça Aranha, Fortuna, Gov. Luís Rocha, Esperantinópolis, Poção de Pedras, São Raimundo do Doca Bezerra, São Roberto, Loreto, São Felix de Balsas, São Domingos do Azeitão, Benedito Leite, São João Batista, São Vicente de Ferrer, Cajapió e Bacurituba;

6º – Timon, Santa Luzia, Alto Alegre do Maranhão, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa, Pinheiro, Bequimão, Pedro do Rosário, Presidente Sarney, Cândido Mendes, Godofredo Viana, Amapá do Maranhão, Centro do Guilherme, Gov. Nunes Freire, Maracaçumé, Maranhãozinho, Urbano Santos, São Benedito do Rio Preto, Belágua, Riachão, Feira Nova do Maranhão, Santa Luzia do Paruá, Nova Olinda do Maranhão, Presidente Médici, Estreito, São Pedro dos Crentes, Santa Helena, Turilândia, Matinha, Olinda Nova do Maranhão, Olho D’Agua das Cunhãs e Satubinha.

F0nte: ASCOM/TRE-MA


Eleições 2012: Roberto Rocha defende ampla frente com partidos da base do governo Dilma, em São Luis


Roberto Rocha: defesa de ampla frente de partidos da base do governo Dilma, incluindo o PMDB, contra a reeleição do prefeito Castelo

O ex-deputado federal e ex-presidente estadual do PSDB declarou ao jornalista Marco D’Eça, que o PSB só coligará com partidos da base do governo Dilma, nas próximas eleições municipais, e não descarta, inclusive o PMDB, que tem como pré-candidato o secretário de Infraestrutura, Max Barros.

As declarações de Rocha podem dar outro rumo ao processo eleitoral em São Luis, já que até o momento não havia sido cogitada a possibilidade de uma aliança dos partidos da base de sustentação do governo Dilma que incluísse o PMDB.

Veja a íntegra da matéria publicada na edição deste do domingo (11), do jornal O Estado do MA:

PSB só coliga com partidos da base de Dilma, diz Rocha

Presidente municipal da legenda inclui na lista o PMDB e o PT.

Por Marco Aurélio D´Eça

O presidente municipal do PSB de São Luís, ex-deputado Roberto Rocha, garantiu ontem que o partido só vai fazer aliança com partidos que componham a base do governo Dilma Rousseff (PT). E já admite incluir nesta lista, inclusive, o PT e o PMDB. Para Rocha, a tentativa do grupo do ex-governador José Reinaldo Tavares de levar o PSB para o apoio ao prefeito João castelo (PSDB) “não passa de um sonho de verão”.

“O PSB vai coligar com os partidos da base do governo Dilma”, disse Rocha, para completar: “O PMDB e o PT compõem a base de Dilma. Os partidos da base são conhecidos”, declarou Rocha. Para o presidente socialista, não faz sentido algum que ele tenha deixado o PSDB, do qual era presidente, para entrar em um partido que, no fim das contas, vai apoiar o mesmo PSDB.

O PMDB tem como pré-candidato a prefeito o deputado estadual e secretário de infraestrutura, Max Barros, que já iniciou conversações com o PT. Max Barros vê com desprendimento a aproximação do PSB. “Coloquei meu nome à disposição do grupo, mas não há imposição alguma. Podemos discutir qualquer nome, desde que esteja na base do governo Dilma. O importante é manter a unidade da aliança nacional no estado e em São Luís”, declarou.

Amarras - O próprio Roberto Rocha também se posiciona sem amarras na discussão com os partidos da base. “[Minha candidatura] não é uma regra militar. Podemos optar por outros nomes, desde que seja aliado do Governo Federal”, disse ele. Neste grupo de aliados, além do PMDB e do PT, Rocha inclui também o PCdoB, o PP e até o PDT. Menos o PSDB, do prefeito João Castelo.

A posição de Roberto Rocha é uma espécie de contraponto às especulações e que setores do PCdoB ligados a Flávio Dino e do PSB ligado a José Reinaldo estejam trabalhando uma aliança com o prefeito João Castelo. “Não descarto que haja pessoas nestes partidos que admitam esta possibilidade, mas a aliança com Castelo, pelo que sei, nem se cogita no PCdoB”, analisou.

De acordo com o presidente municipal do PSB, não adianta o grupo de José Reinaldo insistir na aliança com Castelo (o ex-governador sonha emplacar o sobrinho, Marcelo Tavares, na vice do tucano) uma vez que cabe à direção nacional a prerrogativa de decidir sobre a sucessão municipal. “Está no Regimento do PSB: nos municípios com mais de 200 mil habitantes, é a direção nacional quem decide sobre eleição. E já decidiu que terá candidato”, frisou.


Eleições 2012: Começou a definição

Coluna Estado Maior (Jornal O Estado do MA, edição deste domigo, 09)

O fim do prazo para filiação partidária de quem tem interesse de disputar votos em 2012 definiu, de maneira mais clara, o cenário para a mais aguardada das pelejas por prefeituras: a que elegerá o próximo prefeito de São Luís. O encerramento da dança partidária resultou na formação de um quadro bem mais definido de pré-candidatos ao Palácio La Ravardière. Alguns deles: João Castelo – Sem pendência partidária e no comando absoluto da máquina municipal, o tarimbado tucano já está em campanha. O problema é que sua gestão até aqui sequer se aproxima das promessas de campanha, o que tem resultado numa saraivada de críticas e cobranças. Não deve ser subestimado, mas sabe que não será fácil renovar o mandato. Max Barros – Recém-filiado ao PMDB, o deputado licenciado e secretário estadual de Infraestrutura inicia a corrida às urnas com um lastro político e partidário que nenhum outro candidato do grupo à Prefeitura de São Luís contou desde Jaime Santana em 1985. Com a vantagem de que ele próprio dispõe de credenciais que justificam tal apoio. Tem tudo para brigar pelo cargo. Flávio Dino – Atual presidente da Embratur, o chefe do PCdoB no Maranhão vinha jogando com a dúvida até a noite de sexta-feira, quando, em congresso do seu partido, admitiu a condição de pré-candidato. Seu partido divulgou uma pesquisa não muito confiável dando-lhe a condição de favorito. É um candidato de peso, mas sabe que não terá vida fácil e que nada está definido. Roberto Rocha – Recém-chegado ao PSB pela força da direção nacional, o ex-tucano entra na briga tendo primeiro de superar as divergências internas. Mesmo assim, anda como pré-candidato, exibindo certeza quanto à candidatura. Tadeu Palácio – O ex-prefeito de São Luís deixou o PMDB e ingressou no PP levando na bagagem o projeto de ser candidato a prefeito. Há quem diga que o projeto do PP para ele é o de vice. Outros nomes – Marcos Silva (PSTU), Bira do Pindaré (PT), Haroldo Sabóia (PSOL) e Cléber Verde (PR), por exemplo – são ainda expectativas que se definirão mais na frente.


Overdose nas pesquisas: Flávio Dino eleito em primeiro turno, em 2014!

De tanto falarem que o grupo Sarney tem a mania de catapultar os números das pesquisas para beneficiar Roseana Sarney, setores das oposições resolveram deixar o pudor de lado e começam a trilhar pelo mesmo caminho.

Na semana passada, o instituto Amostragem “elegeu” o comunista Flávio Dino prefeito de São Luis, no primeiro turno, em 2012, batendo em tudo que é candidato.

Agora o instituto acaba de “eleger” Dino governador do Maranhão, também em primeiro turno, que ninguém é besta, não mesmo?

A pesquisa realizada pelo mesmo Instituto Amostragem, publicada na edição deste domingo do Jornal Pequeno, vitaminou Flávio Dino com um índice de 57,9% das intenções. Feito “Papa Léguas”, o comunista deixa para trás comendo poeira Lobão, Luis Fernando e quem mais se meter a besta de querer concorrer com o “fenômeno”.

Entretanto, um observador do processo político maranhense acredita que duas razões podem explicar os números pra lá de otimistas do instituto Amostragem em relação ao ex-juiz.

Razão primeira: a pesquisa seria uma forma de comunistas do próprio PC do B e de aliados próximos de Flávio Dino, fazerem com que ele esqueça o projeto de ser candidato a prefeito de São Luis, pois acreditam que Castelo será reeleito, em 2012. Nesse caso, Flávio amargaria mais uma derrota enfraquecendo-o para o embate de governador.

Razão segunda: a pesquisa seria uma forma de atrair a chamada classe política, pois sabendo da possibilidade de Flávio Dino se eleger governador no primeiro turno, pode passar para o lado do comunista já nas eleições municipais do ano que vem.

O fato é que assim como a pesquisa Amostragem que “elegeu” Flávio Dino em primeiro turno para prefeito de São Luis tem pouco valor a um ano das eleições, essa que passa a faixa de governador ao comunista tem menos ainda, pois estamos a exatos três anos e meio do processo eleitoral de 2014.

Essas overdoses nos números das pesquisas podem matar Flávio Dino. Vamos calma, camaradas!


Pesquisas eleitorais a um ano das eleições é como menstruação: serve para nada

Pesquisa eleitorais a um ano das eleições é que nem menstruação: não serve para coisa alguma.

Afora para serem usadas pelos partidos como promoção publicitária das pré-candidaturas, as pesquisas nem de longe refletem o que realmente poderá acontecer em outubro do próximo ano, quando a cidadania será chamada para sufragar prefeitos e vereadores por todo o país.

Na semana passada, por exemplo, foi divulgada os números para a corrida eleitoral em São Luis por meio de uma pesquisa realizada pelo Instituto Amostragem, cujos números causaram êxtase no pré-candidato do PC do B, Flávio Dino, já que num dos cenários apresentado pelo instituto o presidente da Embratur chega a 54% das intenções de voto!

Na verdade, chega ser ruim para um candidato aparecer com números estratosféricos a um ano do processo eleitoral, pois quando o jogo começar efetivamente e o candidato não conseguir manter ou ampliar a pontuação nas pesquisas, começará a cair passando a ideia de que os primeiros números favoráveis eram apenas um “balão de ensaio”.

Nesse sentido, números mais tímidos obtidos por pré-candidatos como Bira do Pindaré (PT), Max Barros (PMDB) e mesmo Roberto Rocha (PSB), acabam sendo mais profícuo para essas candidaturas, já que há maior possibilidade de crescimento em relação àquela que aparece com quase 50% neste momento.

Enfim, pesquisas eleitorais a essa altura não dizem muita coisa e muito menos garantem que o cenário demonstrado hoje será o mesmo daqui a 365 dias.  A única coisa que faz sentido prevê para 2012 é que Flávio Dino está condenado a ser candidato a prefeito de São Luis, mas com a obrigação de vencer e permanecer no cargo de prefeito, coisas que não serão nada fáceis para o comunista.


Pinheiro 2012: César Soares é pré-candidato a prefeito pelo PT

César Soares: pré-candidato a prefeito de Pinheiro

O dirigente municipal do PT de Pinheiro, César Soares, informou ao blog que apresentará o seu nome ao conjunto do partido e à sociedade pinheirense como pré-candidato a prefeito da cidade.

Segundo o petista, a cidade de Pinheiro precisa de uma candidatura alternativa à polarização entre o o atual prefeito José Arlindo e Filuca Mendes, e também a grupos que já tiveram a sua oportunidade administrar a cidade e não foram aprovados pela população, numa referência aos grupos liderados por Zé Genésio e Pedro Lobato, ambos ex-prefeitos da cidade.

“Irei apresentar o meu nome ao partido e à sociedade de Pinheiro enquanto candidatura alternativa para a cidade. Pinheiro não pode ficar refém da polaridade entre o atual prefeito José Arlindo e o ex-prefeito Filuca Mandes, bem como a outras candidaturas sustentadas por lideranças que já administraram a cidade e não forma aprovados pela população. Pinheiro precisa de renovação, mas uma renovação com algúem que tenha, além de experiência política, experiência administrativa”, disse.

Para Soares, o PT tem obrigação de ao menos discutir a possibilidade de ter candidatura própria em Pinheiro, já que o partido tem história na cidade, um boa base social, penetração em setores populares importantes como pescadores, quilombolas, trabalhadores rurais, além de setores do empresariado local. Na avaliação do petista, esses fatores ajudam na construção de candidatura do PT, que poderá explorar na campanha de 2012 as conquistas do governo Lula e os avanços nas políticas sociais comandadas pela presidente Dilma.

“O PT tem história na cidade. Já fomos candidatos a prefeito em 2004 e fizemos uma boa campanha mesmo enfrentando todas as dificuldades possíveis, mas mostramos a nossa força e capacidade de mobilização. Hoje estamos mais maduros e experientes, além da força poítica do PT a nível nacional através do sucesso que foi o governo Lula e os avanços nas políticas sociais do governo Dilma. Esses fatores obrigam que o PT ao menos abra o debate sobre a possibilidade de candidatura própria em Pinheiro”.

PERFIL

César Soares (41) é casado, pai de quatro filhos, funcionário de carreira do Banco do Brasil, cursou Filosofia na UFMA e atualmente é também acadêmico de Direito. Exerceu ainda vários cargos na administração pública municipal e estadual, tais como: Chefe da 8ª CIRETRAN Pinheiro-MA; Supervisor Financeiro do FUMACOP/SEPLAN; – Assessor Sênior da Secretaria Estadual de Indústria e Comércio; – Auditor da Assembleia Legislativa do Maranhão; Assessor Especial Presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Concorreu a prefeito de Pinheiro (2004), deputado estadual (2006) e vereador por Pinheiro (2008), onde elegeu-se primeiro suplente.

Nas eleições de 2008, além de candidato a vereador, César Soares teve papel relevante na construção da “Frente de Libertação de Pinheiro”, tornando-se um dos principais coordenadores da campanha de Dr. Léo Castro a prefeito da cidade, naquele ano.


2012: tudo pode acontecer, inclusive o fim do mundo

2012: tudo pode acontecer, inclusive o fim dos tempos

Em relação às eleições municipais de 2012, o que existe até aqui são apenas especulações, conjecturas. Todos os partidos estão jogando e não há absolutamente nada de concreto.

Estamos a ano do processo eleitoral, e tolo é quem achar que o que se vê hoje será o quadro das vésperas das eleições.

Ou seja: Max Barros poderá vingar ou ser substituído por outro nome do grupo Sarney; O PT poderá ter candidato próprio ou não; Roberto Rocha e Flávio Dino poderão ser candidatos cada qual no seu partido, assim como poderão estar juntos; Igor Lago poderá ser candidato pelo PDT; João Castelo poderá ficar só ou ser candidato das oposições, com apoio do PSB, PC do B, PDT, PTC etc; enfim, daqui a um ano tudo pode acontecer, afinal estamos falando é de política e de políticos, e doido é quem assina em baixo do que essa classe fala hoje (2011) para ser cumprido amanhã (2012): eles são movidos pelos ventos da conjuntura, tal como as nuvens pelos ventos naturais.

Mas é assim mesmo, faz parte do jogo político os ensaios de candidaturas, os discursos indignados, as bordoadas em quem administra a cidade atualmente, os acenos para potenciais aliados e assim sucessivamente.

O fato é que é muito cedo para afirmar categoricamente que tudo o que acontece neste ano se sustentará até o período das convenções partidárias no próximo ano.

No ano que vem tudo pode acontecer, inclusive o mundo se acabar, pois as profecias seculares afirmam que em 2012 o mundo: JAZ. (veja).


Pré-candidatos a prefeito de São Luis

A coluna O Estado Maior, do jornal O Estado do Maranhão, edição deste domingo (28), faz no editorial “Quem é quem”, um balanço sobre a situação dos principais pré-candidatos a prefeito de São Luis.

O blog reproduz o texto da coluna e faz comentário próprio sobre cada uma das colocações feitas pelo jornal do sistema Mirante. Veja:

Quem já é quem

A movimentação dos partidos políticos começa, de fato, a definir quem será mesmo candidato a prefeito de São Luís. Os últimos passos dos líderes partidários e dos aspirantes a candidato rascunharam com cores mais firmes a disputa, indicando a seguinte relação:

João Castelo (PSDB) – Candidato assumido à reeleição, o prefeito é o adversário a ser batido. Não tem concorrente no partido, conta com uma base partidária, tem as rédeas da administração municipal nas mãos e, até onde se sabe, já está em campanha aberta, acreditando que é o franco-favorito.

Comentário do blog: Castelo ainda é favorito para ganhar as eleições de 2012. Administra uma ‘máquina’ que lhe oferece as condições necessárias para se reeleger. Contudo, tem que melhorar a articulação política e consolidar o apoio do PTC , PSB, PPS e do PDT. Conseguindo isso, aí que fica forte mesmo para a disputar em 2012.

Max Barros (PSD) – Deputado estadual e secretário de Infraestrutura, entrou com força no cenário sucessório com o apoio da governadora Roseana Sarney e da aliança partidária que integra. Tem a vantagem de conhecer a fundo São Luís e seus problemas. É hoje o principal adversário do prefeito João Castelo.

Comentário do blog: A candidatura de secretário surgiu de forma prematura e de “cima para baixo”. Agora está exposto a tudo de bom e ruim até o período eleitoral, que ainda está longe. Seus aliados ainda não se manifestaram, por exemplo, na Assembleia Legislista sobre a pré-candidatura. Se Max não conseguir unificar o grupo em torno do seu nome, o projeto pode virar picolé. Como a pré-candidatura nasceu isolada sem combinar com os aliados, todos estão à vontade para trabalhar os seus próprios projetos.

Tadeu Palácio (sem partido) – O ex-prefeito deixou o PMDB e está em busca de um partido para viabilizar seu projeto de candidatura a prefeito ou a vice numa composição. Flerta com o PSL.

Comentário do blog: Palácio está arquejando politicamente. Deixou o PMDB de forma intempestiva como se fosse o ‘cara’. Agora encontra dificuldades de encontrar um partido que lhe ofereça abrigo. Já tentou vários, sem sucesso. Deseja ser candidato a prefeito, mas esquece que pode ser enquadro como “ficha suja”, já que tem problemas com as suas contas do tempo que foi prefeito. Pode virar peça de museu ou mero cabo eleitoral de luxo.

Eliziane Gama (PPS) – A deputada estadual tem vaga de candidata a prefeita garantida pela direção nacional do seu partido e já vem há muito se posicionando contra a administração municipal.

Comentário do blog: O projeto do PPS é continuar apoiando o prefeito João Castelo. Gama só será candidata pra valer se houver intervenção de Roberto Freire no diretório municipal de São Luis. Como o presidente nacional do PPS é autoritário e se sente “dono” do partido, pode ser que isso aconteça, mas nesse caso uma eventual candidatura Eliziane Gama não surtirá efeito prático algum no processo. Será candidata de si mesma.

Flávio Dino (PCdoB) – É até o momento uma incógnita. Atualmente na presidência da Embratur, ele tem produzido uma série de factóides sobre sucessão, mas até agora não bateu martelo. Há quem garanta que ele ficará onde está.

Comentário do blog: Aposto que hoje, dia 28 de agosto de 2011, Flávio Dino é sim candidato a prefeito de São Luis. Se movimenta como candidato, discursa como candidato e pensa como candidato a prefeito. Mas, esperto como é, deseja levar o ‘mistério’ até o limite dos calendários eleitorais, seja o do TSE, seja o do PC do B. Enquanto isso, vai ‘empurrando com a barriga’ os aliados até onde puder e, somente no seu ‘time’, comunicará se sairá candidato ou não.

Bira do Pindaré (PT) – Move-se discretamente como pré-candidato, mas sabe que não irá a lugar algum sem o aval do partido, que poderá ter candidato próprio ou integrar a aliança em torno de Max Barros.

Comentário do blog: Bira não é dono de si e das suas vontades. Está preso a base social que orienta e sustenta o seu mandato de deputado estadual. Isso pode ser até positivo para o mandato (ainda que apenas por 4 anos), mas limita a ação política do petista que não consegue ampliar o seu horizonte em termos de outros projetos, inclusive majoritários. Pode até ser candidato, mas continuando refém de grupos sectários, dificilmente será prefeito ou em São Luis ou mesmo em Pindaré, sua cidade natal.

Roberto Rocha (PSB) – Entrou no novo partido com o objetivo de ser candidato a prefeito, mas seu projeto enfrenta forte resistência do grupo que quer manter a aliança do prefeito João Castelo.

Comentário do blog: Roberto Rocha deixou de ser ‘general’ no PSDB para ser, não se sabe ainda o quê, no arraial do PSB. O presidente nacional do sigla, governador Eduardo Campos, garante a Rocha que terá uma posição de destaque no PSB. Rocha dá sinais que colocará o seu nome à disposição do partido para concorrer a prefeito de São Luis, mas não será surpresa alguma se virar companheiro de chapa de algum dos candidatos de oposição ao governo do estado, incluindo aí o próprio Castelo.

No mais, especula-se que podem entrar na corrida Marcos Silva (PSTU), Cleber Verde (PR) e Haroldo Sabóia (PSOL). Vale aguardar.


PT, do que jeito que deve ser

Não há  forçação de barra, pressão ou ameaças, como entende o meu amigo Marco D’Eça, nos movimentos que o PT faz para 2012, visando 2014.

Não posso discordar que o partido ainda é vítima da sua quase eterna autofagia, o que realmente tem dificultado o seu crescimento no estado, e que o coloca em situação completamente anacrônica em relação à realidade do PT em alguns estados. Nem os oitos anos de governo Lula parece que foram suficientes para o petismo maranhense crescer, virar adulto.

Ora, mas partido que se preze tem que focar o poder. E para chegar ao poder o PT teve que mudar algumas formas de encarar a política real, que costuma ser dura e até cruel para que não consegue entendê-la e, principalmente, enfretá-la.

No Maranhão o partido do presidente Lula optou por uma aliança que ainda está em processo de maturação, não sendo possível afirmar com todas as letras que será duradoura, mas muitos torcem que seja tal como o poeta disse: “eterna enquanto dure”.

Marco D’Eça afirma que a lembrança do nome do secretário José Antônio Heluy como opção do PT para prefeito de São Luis é “factoide” que seria um mecanismo para a práticas das tais “forçação de barra, pressão ou ameaças”.

Não, não é , caro D’Eça. O nome de Zé Antônio, assim como o Zé Carlos, Rodrigo Comerciário, Bira do Pindaré, Anselmo Raposo, e do próprio vice-governador, Washington Luiz, são possibilidades que o PT tem de apresentar uma alternativa para o debate com a sociedade e com as forças políticas de São Luis sobre o processo eleitoral de 2012.

Por que, por exemplo, o PMDB pode apresentar nomes como Roberto Costa, João Alberto e até Fernando Filaho; o DEM pode apresentar Max Barros; o PTB pode apresentar Pedro Fernandes; o PV pode sugerir Edilázio, enfim, por que todos esses partidos podem lançar os seus nomes o PT não?

O PT está se preparando, sim, para 2012 e quer eleger o maior número possível de prefeitos e vereadores, pois só assim poderá exigir o papel de protagonista nas eleições de 2014, que, diga-se de passagem, já estão nas ruas.

“Simples assim”.