A questão de fundo

A demora na escolha do candidato do consórcio partidário gerido, de Brasilia, pelo presidente da Embratur, Flávio Dino, vai além das vaidades dos pré-candidatos (PSB, PTC, PPS e PP), leituras de pesquisas “quanti” e “quali” ou coisas do gênero.

A questão de fundo é saber como o PC do B sairá do nó em que se meteu: se apoia apenas um candidato e causa fissuras graves no consórcio; se apoia os quatro (que seria o mesmo de não apoiar nenhum) ou se lava as mãos fazendo que parte significativa dos atores consorciados batam em retirada para o colo de João Castelo (PSDB) sob um aparente “não temos nada haver com isso” dos comunistas.

De qualquer forma, o cenário que vai se desenhando como mais provável nas eleições municipais em São Luis é uma polarização entre o PT e PSDB, que oposicionistas mais alucinados preferem caracterizar, por pura conveniência, como um embate entre  ”sarneísta” e “antissarneísta”.

Vale a pena aguardar.

2 Comentários em A questão de fundo

  1. Ricardo disse:

    A disputa em São Luis vai se polarizar entre PT e PSDB? Difícil ! Acho que não Robert,você deve ter trocado as bolas com as eleições de São Paulo.

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