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Trabalhar menos e divertir-se mais diminui o aquecimento global, diz estudo

o maior obstáculo é monitorar os hábitos que os funcionários desenvolvem enquanto estão fora das empresas, já que é impossível saber a maneira que as pessoas desfrutam do ócio. | Foto: Divulgação/CopenhagenCycleChic
Um estudo elaborado pelo Center for Economic Policy and Reasearch afirma que as pessoas deveriam trabalhar menos e se divertir mais, a fim de diminuir as emissões de carbono. Segundo os pesquisadores, se os horários forem mais flexíveis, o aquecimento global pode cair pela metade até 2100.
A boa notícia para os trabalhadores do mundo inteiro é complexa, mas faz muito sentido, já que as empresas e indústrias consomem grandes quantidades de energia. Porém, o desafio nos países em desenvolvimento é fazer com que as jornadas de trabalho deixem de ser baseadas no modelo americano (que prevê pouco tempo de descanso), e passem a ser mais flexíveis, como no estilo europeu.
David Rosnick, criador da pesquisa, diz que o maior obstáculo é monitorar os hábitos que os funcionários desenvolvem enquanto estão fora das empresas, já que é impossível saber a maneira que as pessoas desfrutam do ócio. “Se estão relaxando em casa, as emissões são menores; no entanto, se consomem mais ou viajam para lugares distantes, as emissões aumentam”, afirmou Rosnick ao portal estadunidense US News.
O grupo de pesquisadores alega que a tecnologia é uma das maiores parceiras do modo de produção mais sustentável. Isso porque, se as máquinas são potentes, dá para trabalhar mais em menos tempo, aumentando a eficiência. Assim, haveria menos dióxido de carbono lançado na atmosfera, o que reduziria o aumento da temperatura em, pelo menos, 1,3 grau até o final do século. Com informações do US News.
Redação CicloVivo
Uma mídia social para voluntários
Com o sucesso da editoria Oportunidades não faltam solicitações ao GIFE para divulgar vagas para trabalho voluntário em organizações sociais. Os pedidos são invariavelmente encaminhados para instituições como o Centro de Voluntariado (www.voluntariado.org.br) e ao Instituo Faça Parte (www.facaparte.org.br), e, agora, há um outro espaço para aqueles que querem trabalhar como voluntários podem acessar.
Lançada em 2012, a “Atados – Juntando Gente Boa” é uma mídia social que possibilita às pessoas encontrar diversas oportunidades de voluntariado. Os usuários podem compartilhar atividades e experiências e estimular seus amigos a participar de ações voluntárias. O principal objetivo da iniciativa é ampliar o senso de comunidade na sociedade.
As organizações da sociedade civil, institutos e fundações podem se cadastrar no site www.atados.com.br, disponibilizando as ações que necessitam de voluntários. Os temas são os mais variados, como aulas de idiomas, banho e tosa de animais, doação de alimentos ou avaliação de saúde bucal. Já estão cadastradas dezenas de organizações de diferentes áreas de atuação, como Greenpeace, GRAACC, Casa do Zezinho, Gastromotiva, Fundação Gol de Letra, Colmeia, Projeto Arrastão, entre outras.
As pessoas físicas interessadas também devem se cadastrar no site e pesquisar atos voluntários por temas de aptidão.
Saiba muito mais clicando no GIFE.
Vereador do Dia: Roberto Rocha Júnior
O blog estava devendo a série “Vereador do Dia”, mas volta, nesta reta final da campanha, com alguns outros nomes de candidatos e candidatas a uma vaga para Câmara Municipal de São Luis.
No dia 05 de outubro, data final para a divulgação de candidatos na internet, o blog fará uma “retrospectiva” com a relação de todos os nomes que estiveram presentes na série “Vereador Dia”. Vale a pena aguardar!
Vamos ao nosso candidato de hoje.
Trata-se do jovem estudante de Engenharia Civil, Roberto Rocha Júnior (40000).
Roberto Rocha Júnior nasceu em São Luís e tem 24 anos.
É candidato a vereador pelo PSB na coligação Mudar Para Melhor, que tem o Edivaldo Holanda Júnior (prefeito) e Roberto Rocha (vice).
Reconhecido pelos amigos como um Jovem, inteligente e destemido, Roberto Júnior é dotado de um senso de responsabilidade e justiça muito grande, valores que herdou dos pais, Ana Cristina e Roberto Rocha.
Em suas veias correm o sangue sertanejo de seu avô, o ex-governador Luiz Rocha, que começou na política como vereador de São Luís e chegou a ser governador do Maranhão. “Uma trajetória que me honraria muito em poder concretizar”, costuma dizer Roberto Rocha Júnior.
Foi diretor-geral da Rádio Capital e trabalhou em outras empresas de sua família.
Como candidato a vereador, tem propostas claras e definidas para São Luís. Pretende estender, por exemplo, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD), que consiste num esforço conjunto dos pais, Polícia Militar e escola, com o objetivo de prevenir e conscientizar crianças e adolescentes sobre os malefícios que as drogas produzem.
Outro projeto interessante diz respeito à criação da Patrulha Ecológica. “Este projeto visa planejar e desenvolver, junto com a Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros, ações de educação, monitoramento e alternativas sustentáveis que contribuam para a preservação ambiental”, explica Roberto Rocha Júnior.
Atento aos temas socioambientais, o candidato socialista defende mais atenção ao meio ambiente por parte do poder público e cita como exemplo o estado atual das nossas praias, que atualmente estão todas impróprias para o banho.
“As praias de São Luís estão completamente poluídas e nossos esgotos, a céu aberto. Diante disso, precisamos conscientizar a sociedade sobre a importância de se preservar o meio ambiente. Temos que buscar alternativas que evitem que lixos e esgotos sejam jogados nos rios e, consequentemente, contaminem nossas praias.”
Outra proposição interessante do candidato é implantação do projeto Pedala São Luís, que compreende ações de infraestrutura econômica, educativa e institucionais. Segundo Roberto Rocha Júnior, esse projeto busca estimular o uso da bicicleta como uma alternativa sustentável de transporte tanto para o trabalho, como para o lazer. Busca também incentivar uma convivência pacífica e segura com outros modais, como carros e ônibus.
“Para isso é necessário o Plano Diretor Cicloviário para definir as ciclovias, ciclofaixas e bicicletários. Desonerar impostos para indústrias de bicicletas e peças. Iremos criar o prêmio ou selo Empresa Amiga da Bicicleta para quem tiver bicicletário e vestiário em suas instalações. Promover campanhas educativas para orientar os ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, entre outras ações,” afirmou.
As propostas de Roberto Júnior visa, conforme ele tem dito na campanha, ajudar a transformar São Luís em uma cidade sustentável, onde as pessoas tenham melhores condições de educação, saúde e habitação, principalmente para aqueles que mais precisam.
Pelas propostas apresentadas, pela ousadia própria dos jovens é que Roberto Rocha Júnior merece ocupar uma vaga na Câmara de Vereadores de São Luis.
O blog indica.
Eleições 2012: Quantos candidatos a prefeito conhecem o Programa Cidades Sustentáveis ?
O Programa Cidades Sustentáveis oferece aos candidatos às eleições municipais uma agenda completa de sustentabilidade urbana associada a indicadores e casos exemplares, como referências a serem seguidas pelos gestores públicos.Veja:
RedeGIFE: Nelson Sirotsky fala sobre o lançamento da bandeira “A Educação precisa de resposta”
Da redeGIFE
No último dia 28 de agosto, o secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti, esteve presente no lançamento da bandeira institucional “A Educação precisa de respostas”, liderada pelo Grupo RBS, grupo de comunicação do Rio Grande do Sul.
Realizado em parceria com a Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho (FMSS), o evento marcou a decisão da RBS de colocar a Educação no foco de seu investimento social, reforçando seu compromisso histórico com o desenvolvimento sustentado das comunidades em que está presente.
O redeGIFE entrevistou com exclusividade o presidente Conselho de Administração do Grupo RBS, Nelson Sirotsky, para saber um pouco mais sobre o novo desafio e quais serão as grandes mudanças nos posicionamento do Grupo.
redeGIFE- O lançamento da bandeira institucional “A Educação precisa de respostas” mostra um reposicionamento do investimento social do Grupo RBS. Trata-se de uma evolução no investimento social do grupo?
Nelson Sirotsky- O Grupo RBS completou 55 anos no dia 31 de agosto e, desde a sua fundação, tem a responsabilidade social como um de seus valores. Além disso, sempre consideramos que, por ser uma empresa de comunicação, deveríamos ter uma contribuição diferenciada para o desenvolvimento do país e para as causas das comunidades com as quais nos relacionamos.
As bandeiras institucionais, que são grandes campanhas de mobilização, fazem parte da nossa tradição. O que estou querendo dizer é que atuar como empresa socialmente responsável está na essência da RBS e isso não muda. Mas o mundo mudou, em muitas dimensões. O Brasil, por exemplo é um país diferente, o que tem implicações na agenda da nação. Nós queremos acompanhar estas mudanças. No ano passado, iniciamos um processo muito sério de avaliação de nossa forma de atuação no campo do investimento social e decidimos dar foco prioritário para a Educação. Acreditamos que focar potencializará nosso impacto.
A bandeira institucional que acabamos de lançar marca o começo de um objetivo maior da RBS, que é o de contribuir de maneira relevante para a melhoria da qualidade da Educação no país.
redeGIFE- Por que educação?
Sirotsky- Educação sempre foi uma causa relevante da RBS. Vem desde o meu pai, Maurício Sirotsky Sobrinho. Na sua época, lá no começo da RBS, ela já liderava projetos nessa área. Era uma das maiores preocupação dele. O nosso presidente emérito, Jayme Sirotsky, também tem uma trajetória de contribuição nessa área, inclusive, faz parte da Todos pela Educação.
Além disso, a educação é prioridade para o desenvolvimento sustentado do Brasil. Nosso país vive um momento positivo, de oportunidades, e nossas crianças e jovens têm o direito a uma educação que lhes permita aproveitar plenamente essas oportunidades. É nossa responsabilidade, como sociedade, enfrentar esse desafio.
redeGIFE- Como se dará o trabalho por parte do Grupo? Vocês irão mobilizar pessoas para a causa?
Sirotsky – O objetivo da bandeira institucional é estimular todos os cidadãos a buscarem soluções efetivas para a melhoria da qualidade da educação. Essa tem de ser uma urgência para cada um nós. As ações da bandeira são desenvolvidas nas áreas editorial, publicitária e institucional. A partir da campanha publicitária, as pessoas são estimuladas a questionar e buscar respostas, por isso o símbolo escolhido foi o dedo apontado, como as crianças fazem quando querem se manifestar em sala de aula. Foi criado um site (www.precisamosderespostas.com.br), onde todos podem interagir, enviando perguntas e buscando respostas.
É um trabalho muito bonito, emocionante, mesmo. A partir do lançamento, que ocorreu em um programa de debates transmitido ao vivo, desde nosso estúdio em Porto Alegre, para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, começou um movimento espontâneo das comunidades. Recebemos cartas, e-mails, telefonemas de pessoas querendo participar. Também houve ótima repercussão nas redes sociais.
redeGIFE- Como está sendo esse reposicionamento, para o público interno e externo?
Sirotsky – O Grupo RBS divulgou publicamente, junto com o lançamento da bandeira, seus compromissos com a educação. Esses compromissos, que devem ser seguidos por todos os veículos e empresas do grupo, abrangem a valorização da escola e dos profissionais do ensino, a visibilidade dos indicadores de qualidade da educação, além da mobilização da sociedade para participar do processo educacional, principalmente dos pais. Já os colaboradores da empresa são considerados multiplicadores da bandeira, eles são instrumentalizados com informações e também são estimulados a propor e a participar de iniciativas.
Os compromissos do Grupo RBS com a Educação são: Divulgar temas relacionados ao ensino com foco prioritário no interesse dos estudantes; Valorizar a escola como centro de saber e espaço para o desenvolvimento individual e coletivo dos alunos; Dar visibilidade aos indicadores de qualidade da educação, especialmente às avaliações das escolas; Defender a valorização dos profissionais do ensino; Mobilizar a sociedade para participar ativamente no processo educacional, estimulando os pais a se tornarem agentes fiscalizadores da qualidade da aprendizagem; Destacar e premiar iniciativas inovadoras e positivas de ensino, para que sirvam como referência de qualificação.
redeGIFE- Quais serão os próximos passos desse novo direcionamento?
Sirotsky- Estamos desenvolvendo e iniciando a implementação de processos e projetos que nos ajudem a focar o nosso investimento social. Esse é um trabalho que não para, tanto no relacionamento com a comunidade quanto internamente.
redeGIFE- Qual é o impacto que o senhor espera com essa bandeira?
Sirotsky – Nossa expectativa é que cada cidadão tenha a educação como uma urgência, que passe a exigir respostas, que fiscalize e contribua para a melhoria da escola onde seu filho estuda, que fiscalize os investimentos públicos na educação. Esperamos contribuir com o poder público, com as escolas, com os professores, com as famílias que têm filhos nas escolas, com os estudantes. As ações da bandeira serão desenvolvidas inicialmente nos dois Estados do Sul, mas nosso objetivo é nacional, queremos a bandeira chegue a todo o país.
Temos convicção que melhorar a educação que exige esforço de toda a sociedade e que os resultados são de longo prazo. Há também questões complexas, que provocam polêmica, porque as respostas não são fáceis. Mas todos nós temos de enfrentar esse desafio.
redeGIFE- Como a Fundação Mauricio Sirotsky está envolvida nesse processo?
Sirotsky – A Fundação Maurício Sirotsky contribui para a bandeira participando da definição dos conteúdos a serem abordados e no relacionamento mais direto com a comunidade escolar e com as entidades do terceiro setor interessadas em se engajar na campanha. Até o final do ano, a FMSS organizará eventos em escolas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, com o objetivo de valorizar o ambiente escolar e divulgar iniciativas positivas.
A FMSS também é a responsável pela formatação do Prêmio Grupo RBS de Educação, que será lançado no início do ano letivo, em 2013. Esta será uma iniciativa permanente da RBS e da FMSS para identificar e premiar iniciativas que representem uma contribuição efetiva para a melhoria da qualidade da educação.
redeGIFE – Como essa bandeira reflete na linha editorial do Grupo?
Sirotsky – A bandeira conta com um pilar editorial que garante ampla visibilidade aos fatos relacionados à educação. Um comitê formato por jornalistas de todos os veículos da RBS é responsável por propor e executar reportagens que dialoguem com os temas da bandeira.
Além disso, o Comitê Editorial do Grupo RBS estabeleceu diretrizes específicas para as coberturas dos assuntos de educação, independentemente da duração da bandeira. Há uma série de considerações, mas a central é que o foco da cobertura deve dar prioridade aos interesses dos estudantes.
redeGIFE- Até que ponto a nova bandeira do Grupo poderá se envolver com movimentos sociais nacionais pela educação, como o Todos pela Educação, Campanha pela Educação, Juntos pela Educação etc?
Sirotsky – O Todos pela Educação é um grande parceiro desta bandeira. Queremos que outras entidades participem, se engajem, ajudem a bandeira. Há muitas iniciativas hoje na área de educação em todo o país. Acredito que a soma de esforços deve ser um de nossos objetivos. Como eu disse, esse é o espírito da bandeira, buscar a contribuição de cada um. Para dar uma ideia, toda a concepção da bandeira foi feita a partir de consultas com especialistas em educação.
As seis perguntas divulgadas na campanha publicitária foram formuladas com base em opiniões de uma equipe multidisciplinar sobre quais os temas relevantes que deveriam ser abordados. Da mesma forma, mais de 40 especialistas de todo o país foram convidados a responder a essas perguntas e suas respostas estão sendo publicadas nos anúncios em nossos jornais e podem ser lidas na íntegra no site da campanha.
redeGIFE- Já existem parceiros locais para a iniciativa?
Sirotsky – A bandeira não tem fins comerciais de nenhuma natureza. Então, as parcerias com empresa, por exemplo, têm de ser muito bem costuradas. Nessa primeira semana, recebemos dezenas de entidades, com as mais diferentes atuações, que querem de alguma forma participar. Essas iniciativas serão divulgadas ao longo das próximas semanas.
A tragédia enquanto “cabo eleitoral”
Percebe-se a tentativa inescrupulosa de alguns tentarem explorar eleitoralmente a tragédia que abateu os ludovicenses na manhã de ontem, segunda-feira (13), quando um incêndio mal explicado , diga-se de passagem, tomou de conta de parte dos aposentos do Hospital Carlos Macieira.
A intenção é clara: colar essa triste fatalidade à candidatura do petista Washington.
Ocorre que o povo é sábio e sabe separar o que é coisa séria do que é baixaria, e não aceitará que qualquer candidato, seja qual for, tente tirar proveito de tão lamentável ocorrência.
Quem usar a tragédia como “cabo eleitoral” quebrará cara.
A sensibilidade do povo de São Luis repudia tal comportamento.
Seminário discutirá políticas de saneamento e resíduos sólidos nos municípios maranhenses
Prazo para entrega do PMRS expira em agosto
Os municípios maranhenses que ainda não apresentaram os Planos Municipais de Resíduos Sólidos devem ficar atentos quanto ao prazo para conclusão, que é 02 de agosto de 2012, com base no artigo 9º da Lei 12.305/2010, que contempla como prioridade, as metas de não gerar lixo, reduzir, reutilizar, reciclar e tratar de forma correta o destino final dos resíduos sólidos. De acordo com o Ministério Público do Maranhão, por meio da Promotoria de Meio Ambiente, a Lei é obrigatória a todos os municípios, e o não cumprimento dela, pode resultar em penalidades administrativas, civis e criminais, e mais, o corte de recursos públicos destinados aos municípios.
Com o objetivo de buscar um entendimento com o Ministério Público quanto ao remanejamento do prazo de 02 de agosto de 2012 (Elaboração dos Planos Municipais de Resíduos Sólidos) para dezembro de 2013, data final dos Planos de Saneamento Básico, evitando assim, ações judiciais por improbidade administrativa, o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional dos Lagos Maranhenses – CONLAGOS realiza nos dias 24,25 e 26 de Julho, no Auditório da Federação das Indústrias do Maranhão (FIEMA), o “Seminário de Sensibilização e Capacitação sobre Política Nacional de Saneamento Básico e os Planos de Gestão Integrada”.
O Evento é voltado para os 217 municípios, que discutirá com amplitude as diretrizes para a elaboração do plano, com a participação de representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério das Cidades(MCID), Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), Subchefia de Assuntos Federativos da Presidência da República (SAF-PR) e, Secretarias de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e Cidades (SECID).
“O Maranhão é um dos estados que está em atraso com os PMRS, por isso a importância de se discutir de forma territorial, as políticasadotadas pelos municípios para o tratam entodo lixo, bem como saber de cada gestor e técnico, quais as suas dúvidas,dificuldades, experiências e estratégias sobre as diretrizes do plano, que envolve também, um alto custo financeiro”, destacou Ronald Damasceno, Diretor Executivo do CONLAGOS.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente, uma grande parceira do Seminário, também está atuando na política de tratamento do lixo, com a elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos – PERS, que age no mesmo propósito de sensibilização e capacitação dos municípios para auxiliar na elaboração dos PMRS. Para o Superintendente de Gestão de Resíduos Sólidos – SEMA, Vilson de Jesus Silva, há uma fortedeterminação do Secretário de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Vitor Mendes, para que o PERS seja entregue no dia 02 de agosto, próximo. Uma a versão preliminar já foi discutida em cinco audiências públicas regionais com a contribuição de informações das secretarias municipais, empresários, academias e sociedade civil organizada.
“A proposta do CONLAGOS em gerar esse debateentre os planos estaduais e municipais é favorável, pois proporcionará aos municípios que ainda estão em atraso, um ambiente propício para a metodologia aplicada na elaboração dos Planos Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos, com as assessorias estadual e federal”, declarou o Superintendente Estadual de Resíduos Sólidos, Vilson de Jesus.
A Carta de São Luís – Compromisso dos Gestores Municipais
Até o final dos trabalhos, CONLAGOS, SECID, SEMA e gestores municipais aprovarão a Carta de São Luís que reafirma o compromisso político com as Políticas de Saneamento e Resíduos Sólidos, e deflagrará processos regionais de elaboração de Planos Intermunicipais de Saneamento e Resíduos Sólidos, com foco na formação de arranjos de consórcio público, como instrumento de gestão.
Na programação do Seminário de Sensibilização e Capacitação sobre Política Nacional de Saneamento Básico e os Planos de Gestão Integrada teremos temas e mesas redondas sobre “A Política Nacional De Saneamento Básico e os Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos”, “Planos Municipais de Saneamento Básico, Planos Municipais de Gestão Integrada – Metodologia”, “Experiências de Consórcio Público na Gestão Integrada de Resíduos Sólidos” e “Diagnóstico do Plano Estadual de Resíduos Sólidos”. Facilitarão os temas e discussões, o Secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, do Ministério do Meio Ambiente, Pedro Wilson Guimarães; o Secretário Nacional de Saneamento Básico, do Ministério das Cidades, Osvaldo Garcia, a Diretora Executiva da Fundação Nacional de Saúde, Elaine Drumond, além da Consultora em Desenvolvimento Regional, da Subchefia de Assuntos Federativos da Presidência da República, Paula Ravanelli,dentre outros.
CONLAGOS – Do Municipalismo ao Desenvolvimento Regional.
O CONLAGOS é umainstituição de consórcio público, fruto da articulação da “ONG Juventude Sem Fronteiras” e das prefeituras de um territóriodenominado “Região dos Lagos Maranhenses” pela identidade ambiental lacustre desses municípios.Criado no ano de 2005, no município de Conceição do Lago Açu, por 12 prefeitos, atua como instrumento de implementação e fortalecimento de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento dos municípios dentro de um contexto territorial.
Atualmente o Consórcio tem 27 municípios associados, divididos entre os biomas da Baixada, Vales do Pindaré, Mearim e Itapecuru, regiões ricas em recursos naturais, potencial cultural e turístico, mas que possuem uma economia fragilizada resultante do pouco investimento por parte do poder público.
Suas atividades em defesa domunicipalismo ultrapassam esses limites territoriais, pois tem nas suas diretrizes a consolidação da Política de Desenvolvimento Regional como uma estratégia de Estado para o crescimento do Maranhão através de municípios fortes e sustentáveis. Assim, o CONLAGOS ocupa hoje assentos nos Conselhos Nacionais das Cidades e de Recursos Hídricos, estabelecendo uma posição estratégica para o Maranhão no cenário nacional sobre as políticas de Urbanismo e Meio Ambiente.
SERVIÇO:
O QUÊ: “Seminário de Sensibilização e Capacitação sobre Política Nacional de Saneamento Básico e os Planos de Gestão Integrada”.
QUANDO: 24,25 e 26 de Julho de 2012
ONDE: Auditório da FIEMA (Retorno da Cohama)
HORÁRIO: Abertura a partir das 14h.
Rio: prêmio mais que merecido
Rio recebe título de Patrimônio Cultural da Humanidade
Este domingo (1º) é um dia histórico para o Brasil. Esta é a data em que a cidade do Rio de Janeiro tornou-se a primeira do mundo a receber o título da Unesco de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana. A candidatura, apresentada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foi aprovada durante a 36ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, em São Petersburgo, na Rússia. As informações são do Iphan.

Rio de Janeiro se torna Patrimônio Cultural da Humanidade (Foto: Marcos Teixeira Estrella/ TV Globo)
Rodrigo Vianna
Do G1 RJ
Este domingo (1º) é um dia histórico para o Brasil. Esta é a data em que a cidade do Rio de Janeiro tornou-se a primeira do mundo a receber o título da Unesco de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana. A candidatura, apresentada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foi aprovada durante a 36ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, em São Petersburgo, na Rússia. As informações são do Iphan.
A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e o presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, que acompanharam os trabalhos, comemoraram a decisão que resultou na inclusão de mais um bem brasileiro na Lista de Patrimônio Mundial. A votação estava prevista para acontecer no sábado (30), mas foi adiada para este domingo (1º).
O secretário municipal de Turismo, Pedro Guimarães, se pronunciou logo após o anúncio da Unesco.
Para ele, o título foi merecido: “A cidade que é um orgulho para seu povo e uma paixão para todo turista que a visita recebe, de forma merecida, o reconhecimento oficial de seu carinhoso apelido de Cidade Maravilhosa”, comemorou ele.
A presidenta Dima divulgou nota à imprensa parabenizando a “Cidade Maravilhosa” por mais essa conquista. Veja:
A presidenta da República, Dilma Rousseff, parabeniza toda a população do Rio de Janeiro pelo título de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana, concedido à cidade pela Unesco, em reunião realizada em São Petersburgo, na Rússia.
Dilma Rousseff telefonou na manhã deste domingo ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e ao prefeito Eduardo Paes congratulando-se com a homenagem ao Rio.
A presidenta considera o reconhecimento da Cidade Maravilhosa como Patrimônio Mundial motivo de orgulho para todo o Brasil e um estímulo para que a cidade do Rio de Janeiro prossiga em sua trajetória de revitalização e crescimento, que tem melhorado a vida de seus habitantes. Com suas belezas naturais e a intervenção criativa do homem em sua paisagem urbana, o Rio encanta a todos que o visitam.
Para Dilma Rousseff, o título chega num momento em que o Rio de Janeiro mostra ter competência e capacidade de gestão para sediar importantes eventos nacionais e internacionais, como a Rio+20, realizada há poucos dias, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.”
Continue lendo sobre o assunto AQUI.
Futura capa da Playboy?
Riquezinha, a musa da marcha das mulheres que parou o trânsito do Rio
Estudante cearense, de 22 anos, diz que o topless não foi planejado
O Globo
Das milhares de mulheres que protestaram e defenderam suas bandeiras nos primeiros cinco dias da Cúpula dos Povos, uma em especial angariou a atenção do público. Estudante de história na Universidade Federal de Alagoas, a cearense Brígida de Souza, mais conhecida como Riquezinha — um apelido que não lhe agrada muito — se tornou, sem querer, a musa do evento.
A nomeação involuntária ao posto aconteceu depois de a moça de 22 anos, homossexual assumida, ter sido flagrada desfilando com os seios à mostra durante a Marcha das Mulheres, manifestação que fechou as ruas do Centro da cidade na última segunda-feira.
Brígida faz parte do Tambores de Safo (em homenagem à poetisa grega) e divide seu tempo entre os livros de faculdade e a luta feminista em prol das lésbicas e das mulheres negras. Surpresa com a repercussão do topless, a estudante preferiu andar nesta terça-feira pelo Aterro do Flamengo, onde o evento acontece, com os cabelos presos por uma boina e com óculos escuros:
— Algumas pessoas vieram falar comigo, mas não levei cantada nem dei autógrafo — brinca — De qualquer forma achei positivo o resultado porque chamou atenção para a causa feminista. Na verdade, não programamos tirar a blusa. Estava fazendo muito calor e um homem que estava do nosso lado tirou a camiseta. Me perguntei: por que ele pode e eu não posso? Por que sou mulher? — questiona ela.
Sociedade está mais consciente na Rio+20
Rede Gife
Em meio ao universo de vozes e visões dissonantes que marcam a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece no Rio de Janeiro até o dia 22 de junho, há um consenso claro: a Rio+20 encontra uma sociedade muito mais consciente, 20 anos após à realização da Eco-92.
Pelo menos é o que se apreende nas apresentações promovidas no eventos paralelos nos dias que antecedem o encontro oficial (entre 20 e 22 de junho). Um deles é o Fórum de Empreendedorismo Social na Nova Economia, realizado no Forte de Copacabana, por quatro organizações (Ashoka, Fundación Avina, Skoll Foundation e Fundação Roberto Marinho), entre 15 e 17 de junho.
Nele, a presidente internacional da Ashoka, Diana Wells, defendeu que alguns conceitos, novos há duas décadas, como o de empreendedor social, estão mais difundidos na sociedade.
“As pessoas querem ser empreendedores sociais como objetivo de vida. Também os acessos para compreender os problemas e achar soluções ficaram mais fáceis, aumentando o ritmo das mudanças”, disse durante o painel Desafios e Oportunidades para o Empreendedorismo Social: 20 anos após a Eco-92 (veja mais informações sobre o evento).
Fazendo coro à Diana, o empresário Guilherme Leal, da Natura, também afirmou que a Eco-92 foi um marco da tomada de consciência dos problemas ambientais. Segundo ele, foi o início de uma década onde a sociedade civil começou a tomar para si, de forma mais relevante, a construção de seu futuro. De lá para cá, a tecnologia da comunicação possibilitou aumentar as articulações e as empresas perceberam que não poderiam mais se perceber sem ver o seu entorno.
Para Leal, “atualmente aumentou o número de jovens realmente qualificados que buscam sentido para sua vida e não buscam apenas prosperidade pessoal como sua grande realização de vida”. Esses jovens não se importam de ter uma remuneração menor se estiverem fazendo algo onde aliem sentido de vida e impacto na sociedade. “Querem ser eficazes e ter resultados e as redes sociais têm ajudado nisso”.
A ex-senadora Marina Silva, convidada a falar em outro painel, afirmou que a solução para a crise civilizatória não pode vir de uma empresa ou um governo, tem que ser data por todos, ao mesmo tempo e agora. “Temos que assumir a realidade que ninguém quer lidar: não dá para continuar acelerando o crescimento sem desacelerar a destruição. A questão é como continuamos sendo prósperos, criativos e livres em um planeta limitado. A resposta está em fazer com que a mesma lei que interdita o que não pode ser, seja também espaço que possibilite uma nova agenda de investimentos e atividades”.







