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Polêmica: livro preconiza fim da dominação dos homens

Livro “O fim do homem e a ascensão das mulheres”: uma boa polêmica

No livro The End of Men and The Rise of Women (O fim do homem e a ascensão das mulheres), ainda não publicado no Brasil, a jornalista americana Hanna Rosin defende que após séculos de de dominação masculina, os próximos anos serão das mulheres.

A tese da Hanna, segundo Maria Laura Neves, que escreveu sobre o livro para a revista Claudia, é que as mulheres estão mais aptas do que os homens a responder às demandas da nova economia, baseada nos serviços.

“Somos mais qualificadas – 60% dos formandos nas universidades brasileiras são mulheres – e temos habilidades valorizadas hoje, como facilidade para a comunicação, versatilidade e capacidade de conciliação”revela.

A tese, como era de se esperar, gerou muitas críticas. Veja abaixo quatro especialistas incrementam o debate.

Esquecido e desfavorecido

“Esta não é a primeira vez que uma recessão coloca as mulheres no papel de vencedoras e os homens assumem o de perdedores. Em 1848, o filósofo alemão Friedrich Engels escreveu que, em tempos de crise econômica, os homens pobres ficam em casa e as mulheres saem para trabalhar. Durante a Grande Recessão da década de 1930, elas entraram no mercado de trabalho porque muitos foram demitidos. Então, essa discussão tem pelo menos 160 anos. Acredito que a atual crise vai passar e que não estamos diante do `fim¿ do homem. Ocorre que, quando o mercado está mais cauteloso, a maneira feminina de agir realmente é mais valorizada. Em geral, os homens são mais adeptos do risco. Mas, no final, como o capitalismo é movido pela ambição e pelo gosto ao risco, penso que quem chega ao poder é – e tem de ser – mais agressivo e competitivo. E os homens são melhores do que as mulheres nisso.

De qualquer forma, não é fácil ser homem (mas não estou querendo dizer que é fácil ser mulher!). As estatísticas mostram que eles ainda trabalham mais horas do que elas. Os postos mais perigosos, sujos e pesados são ocupados por eles. Para ter uma ideia, cerca de 90% das mortes em acidentes de trabalho nos Estados Unidos são de pessoas do sexo masculino. Eles também são as maiores vítimas de crimes violentos e vivem menos do que as mulheres. Homens têm um custo de vida menor, mas pagam mais impostos. E, mesmo assim, recebem menos benefícios do governo. Quais países oferecem direito à licença-paternidade? Homens não amam os filhos menos que as mulheres, mas as leis do divórcio são favoráveis às mães em muitos países. O pai que se separa e consegue a guarda dos filhos é exceção. São todas questões já antigas, e eu ficaria surpreso se fossem resolvidas. Talvez isso aconteça em um mundo gerido por mulheres – o que não acredito que vá acontecer.”

Novo sexo frágil

“Não acredito no ‘fim dos homens’, mas em uma crise da masculinidade que começou há anos e ainda não foi resolvida. À medida que o poder foi deixando de ser exclusivamente masculino, eles passaram a se dedicar mais aos filhos e à casa e a prestar atenção nos próprios sentimentos. Aí se assustaram e se amedrontaram com a própria fragilidade. Ficaram perdidos e deprimidos. A ascensão feminina continuou, abalando cada vez mais a autoestima dos homens, porque a masculinidade se confirma pelo poder e pela vitória. Se as mulheres tomam a dianteira de tudo, eles não sabem o que fazer. Outro ponto que fragiliza é que os homens perderam espaço no mercado, mas não se afirmaram completamente em casa. Por exemplo, quando se dispuseram a se aproximar mais dos filhos, encontraram resistência. Raramente a mulher quer mesmo dividir o poder dentro de casa. Qual de vocês nunca criticou o marido por não dar banho ou vestir o filho do jeito certo quando ele resolve fazer isso sozinho? A atitude deixa o homem desestimulado e o paralisa. Porque não há jeito certo de cuidar dos filhos ou da casa. Existem jeitos diferentes. Homens e mulheres precisam aprender a dividir o poder, dentro e fora de casa.”

Era de igualdade

“Discutir o fim do homem e a ascensão da mulher da maneira como propõe a teoria de Hanna Rosin não acrescenta nada ao debate da igualdade de direitos. O machismo se baseia na noção de superioridade inata do homem e nas diferenças absolutas entre os gêneros, que nunca foram comprovadas. Sugerir uma nova era em que o poder e as regras serão invertidos é se basear nas mesmas premissas do machismo. A maioria dos americanos acredita que homens e mulheres são iguais. Suspeito que há pessoas interessadas apenas em colocar fogo na guerra dos sexos porque isso vende livros.

Analisando as mudanças apontadas pela autora, o que vejo, na verdade, é um novo período, em que homens e mulheres terão a mesma autonomia. Penso que a crise da masculinidade exista apenas entre os homens que não aceitam que a mulher ganhe mais ou tenha mais prestígio do que eles. Não acho que se trate de uma crise generalizada, e sim de uma aflição que atinge somente aqueles que ainda não se adequaram a uma era de igualdade. Não estamos mais em uma guerra entre os sexos. Isso é resíduo de uma mentalidade masculina estreita, criada por uma ideologia patriarcal, da qual alguns têm dificuldade de escapar. Considero importante ressaltar que as questões que prejudicam homens negros ou gays não estão contempladas nesse tipo de discussão. O segundo grupo, por exemplo, desafia o conceito de masculinidade há décadas e nada foi dito sobre isso.”

Longa jornada

“Não estamos nem perto de presenciar o fim do homem no Brasil. Estudos mostram que a velocidade da participação feminina em espaços predominantemente masculinos vem diminuindo da década de 1990 para cá. A escalada das mulheres a postos de poder foi intensa entre os anos 1970 e 1980, mas, depois, o ritmo diminuiu. E nós ainda ganhamos 70% do salário deles. Além disso, nossa ocupação do mercado de trabalho não levou a alterações na divisão das responsabilidades em casa e dos serviços domésticos. Isso continua em nossas mãos. Mulheres gastam cerca de dez horas semanais com tarefas da casa, enquanto os homens utilizam apenas uma hora com isso. A vida deles não mudou nada com nossa entrada no mercado de trabalho ou nossa ascensão a postos de poder. Mas nós ficamos mais sobrecarregadas. Outro ponto é que, diferentemente do que ocorreu nos Estados Unidos, por aqui a crise econômica de 2008 abalou mais as mulheres que os homens. Um estudo do governo federal mostrou que, no Brasil, o emprego delas foi mais afetado que o deles. Um detalhe é que, quando um homem perde o trabalho, ele se mantém no mercado na categoria de desempregado. Quando é com a mulher, ela volta para casa e sai do páreo. Não vejo nenhum grande avanço.”


Espaço Feminino: Será se o seu parceiro leva uma “vida dupla”?

Essa aqui é interessante e bem humorada, ainda que tenha lá o seu tempero de seriedade.

A jornalista Ruth de Aquino fala sobre o livro “Cuidado! Seu príncipe pode ser uma Cinderela”, de autoria das jornalistas Ticiana Azevedo e Consuelo Dieguez.

O livro trata da “aventura” de alguns homens que levam a chamada “vida dupla”, ou seja, de dia são dedicados e respeitados pais de famílias, e à noite levam uma rotina homossexual.

Não se trata de uma obra, digamos, “homofóbica”, mas um registro hilário de uma séria realidade que faz parte da vida de milhares de homens no mundo inteiro, que sofrem com o drama de não se definir se é “João” ou se “Maria”. Veja:

Descubra se o seu homem passa ou fica nas “peneiras” do gay enrustido

(Ruth da Aquino, revista Época).

Você sabia que, em 10 “peneiradas”, pode descobrir se aquele que está em sua cama gosta mais de homens que de mulheres? É só aplicar os testes criativos e bem-humorados sugeridos pelo livro “Cuidado! Seu príncipe pode ser uma Cinderela”, que será lançado hoje no Rio de Janeiro pela Editora Best-Seller (208 páginas, R$ 19,90), com show e performance no 00 Cozinha Contemporânea, na Gávea.

O guia propõe que as mulheres parem de ser tão ingênuas e deixem ligado o seu “gaydar”: radar de gay. Para evitar que “elas caiam de quatro” para o aparente príncipe encantado e sofram uma decepção posterior que deixa marcas dolorosas na autoestima.]

“Muitos gays se casam, têm filhos e passam a levar uma vida dupla pra lá de deplorável. São pessoas confusas que, sem a coragem de se assumir, ainda assim são individualistas e sem caráter a ponto de carregar uma mulher como sua refém sentimental pela vida afora. Ou pior: apenas para manter as aparências.”
Essa afirmação é do competente jornalista Gilberto Scofield, do jornal O Globo, que foi correspondente na China e nos Estados Unidos e hoje está em São Paulo. Ele assina o prefácio do “guia prático para identificar um gay no armário”, o livro das jornalistas Ticiana Azevedo e Consuelo Dieguez.

Aí vão alguns desses filtros, pinçados nas 10 “peneiras” mais amplas do guia.

1) O armário dele é todo arrumadinho? Roupas separadinhas por cores e tecidos? Modelitos primavera verão outono inverno? Ui, que bom gosto ele tem! Quanto capricho! É gay. A casa é impecável? Hiper bem decorada, com combinações de estilos e cores? Desconfie, mesmo que ele venha com o papo de ser virginiano ou libriano. (pior ainda)

2) Óculos de grife, relógio idem e tênis Prada? Fissura por marca? Celulares, relógios, correntes, anéis? Têm Havaianas de todas as cores para combinar?

3) Repara nos mínimos detalhes de sua roupa e acessórios? Por acaso algum dia ele te disse: “Adorei seu scarpin” ou “Ai que saia linda”? Fuja enquanto é tempo. Hétero repara se você está gostosa e não sabe distinguir uma echarpe de uma pashmina.

4) Fala demais a ponto de se engasgar? Isso é coisa de conversa entre amigas. AmigAs. Ele adora fofocar? Sai fora.

5) Six packs. Você nao sabe o que é isso? Definição dos próprios gays, são aqueles gominhos maravilhosos da barriga definida, de tanquinho. Pois esses músculos todos costumam ser cultivados para outros homens. Você chegou numa festa e está cheia de homens com barrigas saradas? Os heteros são provavelmente os com barriguinha saltada, roupa que não chama a atenção.

6) Camisetinha justa, boné, e fortão? E se olha no espelho sempre que está malhando na academia? Ajeita a sobrancelha ao olhar seu reflexo? Usa camisa social atochada no corpo e com manga dobrada para fazer um garrote no bíceps avantajado?

7) Ele se lambuza de cremes e tem trezentos mil potinhos? Hetero quer apenas um produto que sirva para tudo e que caiba no bolso. Se o lado da pia do moço for mais abastecido que o seu, ligue o gaydar. Ele faz escova? Aí, né….

8) Ele e a mamãe. Gostar da mãe tudo bem. Mas quando é Deus no céu e mamãe na terra…

9) Quando bebe, ele solta a franga, rebola, fica cheio de intimidades com os amigos? Talvez nem ele saiba que é gay.

10) Algum dia ele te disse que foi passar as férias numa pousada com “uma pessoa”?

11) Ele pode até não gostar muito de futebol e não torcer por nenhum time (afinal, também o Maracanã e o Morumbi estão cheios de gays). Mas, se você fala da Seleção e ele imediatamente diz que só conhece o Kaká…Aí, é.

12) Os destinos de viagem preferidos dele são: Ibiza, Mikonos, Berlim, Madri e Nova York…

13) Ele conta que tem um cachorro. “Seu nome é Otto, com dois tês”. Não, nenhum hétero fala assim de seu cachorro. Se for da raça galgo ou afghan então, vá passear em outro calçadão, amiga.

14) Homem-monograma. As iniciais dele estão em tudo. Até no sabonetinho do toalete.

15) Quando você quer mais sexo do que ele e ele te chama de “tarada”, aconselha você a comprar um vibrador. Péssimo.

16) Só gosta de sexo oral nele. “Nela”, nunca.

17) “Não sou gay, sou bissexual”. Pura balela de gay que não quer sair do armário.

18) “Fui gay”. Não existe ex-gay, querida. Por mais sedutora que você seja, não entre nessa de que pode recuperá-lo.

Em quantas peneiradas seu homem fica ou passa?


Dilema de mãe: Como lidar com filhas vaidosas?

Não há fórmula pronta, mas os especialistas alertam: “Valorize os bons comportamentos. É bonito obedecer aos pais e tratar os outros educadamente.

Minha filha de 5 anos é vaidosa. Gosta de pintar as unhas, usar batom, combinar roupas… Agora quer um spa-festa de aniversário

Sua filha não está só. Basta ver a quantidade de lançamentos de esmalte e maquiagem para crianças e a multiplicação de espaços que oferecem, em vez de bolo e brigadeiro, cortes de cabelo, penteados e manicure para comemorar o aniversário de meninas. Mas não é porque ficou comum que se tornou saudável. “Produzir-se para imitar a mãe é normal. Transformar a vaidade no principal ponto de interesse, não”, alerta a psicóloga Graziela Zlotnik Chehaibar, pesquisadora do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Na primeira situação, a criança passa um batom ou um esmalte e sai desfilando com o salto alto da mãe enquanto se vê no papel de uma mulher adulta. Com isso, exercita a imaginação e aprimora sua compreensão de si e do outro. Já quando a vaidade torna-se um valor em si, acontece um empobrecimento dos interesses e do imaginário. Produzir-se exige um tempo que certamente será roubado das horas de jogos e brincadeiras, essenciais ao bom desenvolvimento. Sem falar nas falsas limitações em nome do visual, como não pular na piscina para conservar o alisado da chapinha ou deixar de correr porque o sapato, muito bonitinho, machuca.

Professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Isabel Cristina Gomes diz que, em qualquer idade, um pouco de vaidade contribui para uma autoimagem positiva. “Mas, aos 5 anos, deve ser uma preocupação leve. O investimento na produção está ligado a contextos profissionais e ao jogo de sedução, coisas que não fazem sentido na infância.” A longo prazo, a fixação por questões estéticas e de estilo pode ser desastrosa. “A criança internaliza a busca por um ideal de beleza e chega à adolescência obsessiva com a aparência, o que leva a problemas emocionais e aumenta o risco de transtornos alimentares.”

Vale refletir sobre o que funciona como motor desse comportamento. Há famílias que valorizam demais a beleza, apontando-a como degrau obrigatório para o sucesso, e sobrecarregam as crianças com exigências estéticas, assim como alguns pais investem em uma superagenda escolar desde cedo pensando no futuro profissional. E há quem encha a filha de roupas para compensar o fato de não ter tido isso na própria infância.

Ok ser vaidosa. Mas estabeleça limites. “Se achar um pedido inadequado para a idade, recuse e explique o motivo, mesmo que ouça a famosa frase: `Todas as minhas amigas têm¿ “, avisa Graziela. Diga que poderá usar salto e maquiagem quando crescer, e não criança. Ou que ela fará um penteado no cabeleireiro se tiver uma festinha; senão, não precisa. O principal é elogiar o que ela tem (ou faz) de belo além de se produzir. Nessa idade, escovar os dentes direito e pentear o cabelo sozinha já merece comentários positivos. “Valorize os bons comportamentos. É bonito obedecer aos pais e tratar os outros educadamente.”

Fonte: Revista Claudia


Capital Erótico: a sexualidade como fator de ascensão social

Catherine Hakim: a sexualidade como ascensão social

Um livro tem causado muita polêmica pelo mundo afora.

Trata-se de “Capital Erótico – Pessoas atraentes são mais bem-sucedidas. A ciência garante” (Best Business, 336 pgs. R$49,90), de Catherine Hakim, professora de Sociologia na London School of Economics.

A revista “Vida Simples”, edição deste mês, traz uma matéria sobre a obra.

A autora acredita firmemente que pessoas afirma pessoas bonitas, carismáticas, elegantes, sedutoras e com sex appeal levam vantagem sobre as demais, em todas as esferas da vida, incluindo a profissional.

Segundo a professora inglesa, as mulheres, especialmente, deveriam tirar partido mais abertamente desse patrimônio, que é tão importante quanto as outras formas clássicas de capital analisadas pelo sociólogo Pierre Bordieu – o capital econômico (o que temos), o capital humano ou cultural (o que conhecemos, nossa cultura e educação etc) e o capital social (quem conhecemos, a nossa rede de contatos, que pode ser tão importante quanto um diploma).

A teoria de Catherine Hakim é controversa porque mexe com conceitos, digamos, subjetivos, já que beleza, atração, charme, carisma etc, podem mudar conforme o observador e a pessoa observada. Sem falar que as teses da autora contraria, e até pode estimular, o fim da meritocracia ao defender que homens e mulheres podem conquistar poder e prestígio profissionais a partir do uso da sexualidade, ainda que isso seja muito comum em várias organizações públicas e privadas.

Polêmico para uns, e realista e preconceituoso para outros, o fato é que o livro de  Catherine Hakim coloca pimenta num debate que envolve tradição, tabu, convenções e aspectos culturais que a nossa sociedade, hipócrita como de costume, sempre tenta fazer de conta que não existem.

Seguem alguns trechos do livro de Catherine Hakim:

“Os homens sempre tiveram de pagar por sexo – em dinheiro, casamento, respeito, comprometimento duradouro ou disposição para ajudar a criar os filhos. No passado, eles aceitavam que tinham de pagar o preço. Atualmente, a revolução sexual na liberdade em relação à sexualidade leva muitos homens jovens a presumir que deveriam ganhar total satisfação sexual, livre de cobranças, o tempo todo, e que as mulheres que dizem ‘não’ estão apenas sendo perversas. O mito feminista da igualdade de interesse sexual aumentou o ressentimento e a raiva contra as mulheres que recusam fazer sexo, aparentemente de maneira injusta e maligna. A troca diária de favores sexuais por dinheiro e outros benefícios semelhantes é ofuscada pelos mitos feministas radicais de igualdade em tudo.”

“A economia sexual ou, como eu a chamo, a ‘sexonomia’, reconhece que a sexualidade é um recurso essencialmente feminino devido ao déficit sexual masculino. O fato de que as mulheres geralmente têm maior capital erótico do que os homens aumenta ainda mais o valor da sexualidade feminina. Os encontros sexuais são normalmente decididos pelas mulheres e são sempre uma troca: oshomens dão a elas presentes materiais, respeito e consideração, comprometimento com um relacionamento, entretenimento ou outros serviços em trocade acesso sexual. O princípio do menor interesse geralmente concede às mulheres a vantagem na barganha sexual.”

“Uma jovem atraente,com o estilo, a roupa e as maneiras ideais pode escolher parceiros com capital econômico, cultural ou social muito mais alto em termos de paridade cambial. O exemplo óbvio é o caso entre uma estudante bonita, inteligente e sem dinheiro com um homem mais velho, rico e bem-sucedido, normalmente casado, que tem boa aparência, mas não é fisicamente atraente – ou a ‘esposa-troféu’ e o ‘padrinho’ da América do Norte e da Europa.Existem muitos outros exemplos e equivalentepelo mundo – o ‘velhoque ajuda’ e os ‘programas’ do Brasil, o ’jineterismo’ de Cuba, as amantes-estudantes do ‘sem renda, sem romance’da Nigéria, a convenção ‘sem diheiro, nada feito’ dos encontros sexuais em Jacarta e as caríssimas namoradas dos turistas estrangeiros no Vietnã.


Quanto tempo esperar pelo amor de sua vida?

por Karina Simões*

“Alguns acreditam que seja mais fácil esperar do que desistir. Eu diria ao contrário. Desistir pode parecer mais acessível, levando as pessoas a partirem para a tentativa de outro amor”

Karina Simões

Fiz essa pergunta numa rede social e muitos participaram. A maioria respondeu que esperaria o tempo que fosse preciso.

Outros disseram que dependeria do amor ser recíproco. E alguns disseram que não esperariam amor algum; iriam vivendo, porque viver requer pressa.

Mas… amar não faz o tempo parar?

É exatamente essa sensação que muitos sentem ao se inebriarem pelo amor e pela reciprocidade do envolvimento afetivo. Amar a dois faz bem e nos motiva a viver. Amar faz nos sentirmos jovens e voltar a ter a vitalidade dos 20 anos. O amor verdadeiro nos coloca para frente, nos engrandece e nos deixa melhor do que somos. O beijo nos encanta, o olhar nos prende e o silêncio nos fala tudo que queremos ouvir. Ele, o amor, nos basta nesse momento.

Por esse amor descrito você esperaria quanto tempo? Todos temos tempos diferentes de espera.

Esse amor que envolve, cativa e encanta o dia a dia deixa a gente livre e ao mesmo tempo ficamos ligados no outro.

Alguns acreditam que seja mais fácil esperar do que desistir. Eu diria ao contrário. O desistir pode parecer mais acessível, levando as pessoas a partirem para a tentativa de outro amor. Mas esperar não é para todos. Esperar se torna um ato mais difícil por ser muitas vezes vazio no tempo. Um vazio que chega a doer na alma. Uma espera que nos faz sentir com os olhos fechados o sabor do beijo dado, o cheiro do outro em nós e a presença constante que nos move no tempo.

Assim, esperar é um projeto sonhado a dois quando se ama verdadeiramente alguém. A espera é uma renúncia para muitos, mas um ato de coragem e grandeza para quem ama e deseja viver a plenitude desse amor. Certa vez o Pe. Fábio de Melo nos disse que: “O importante é saber, que em algum lugar deste grande mar de ameaças, de alguma forma estamos em travessia…”. Porque é na espera, que já se encontra o sentido de ser; é na espera que já sentimos ser melhores do que somos em amar!

* Psicóloga Clínica Cognitivo Comportamental (UNIPÊ). Especialização em Psicologia da Saúde e Desenvolvimento pela UFRN. Especialização em Sexualidade Humana pela Faculdade de Medicina do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP – Projeto ProSex.


Mulher e o Mito

Como buscar a individualidade e conciliar as necessidades pessoais com os desejos

por Cristina Balieiro

Acredito que todos os ciclos são individuais e os do calendário apenas uma abstração coletiva.

Não posso negar, no entanto, que quando todo o planeta se prepara para o encerramento de um ano e o início de outro, a energia gerada por essa expectativa ajuda que façamos algo parecido.

Então vão aí minhas sugestões para as “famosas” intenções para o ano novo.

Em primeiro lugar, faça realmente a sério e para isso reserve um tempo para ficar recolhido dentro de você mesmo, escutando não só sua mente mas, fundamentalmente seu coração e sua alma. Especialmente a alma pede tempo, atenção e uma escuta sutil para ser ouvida.

Como entrar mais leve em 2013:

1ª) Comece com aquilo que, de fato, você não quer mais na sua vida. Não quer MESMO! E não precisa ser necessariamente algo ruim. Pode ter sido algo bom, mas que se esgotou.

2ª) Vasculhe em detalhes sua casa, seus armários, suas estantes, suas roupas, seus arquivos e veja se existe algo que não combina mais com você, que não faz mais sentido, que você nunca usou, que não quer usar mais, que “já deu” e então JOGUE FORA, DOE, RECICLE!

3ª) Vasculhe ainda mais profundamente dentro de você e veja o que está velho, desgastado, obsoleto, como uma mágoa, uma crença, a versão de uma história ou qualquer outra coisa que também “já deu” e DESAPEGUE!

4ª) Faça uma faxina de fato e entre no ano novo mais leve, por fora e por dentro.

5ª) Aí então vá para aquilo que você quer “na real”!

6ª) Saber o que a gente quer de fato muitas vezes não é tarefa fácil! Muitas vezes a gente acha que quer, diz que quer, mas é da boca para fora. Afinal, ter ou ser algo novo implica em adaptação para que “aquilo”caiba em nossa vida, mudança que todo novo exige, muitas vezes esforço para consegui-la.

7ª) Então mais uma vez, vá com profundidade e calma para dentro de si mesmo e se escute com paciência, sensibilidade, honestidade e gentileza para descobrir o que você quer de fato nesse novo ano que se inicia.

8ª) E então se prepare para receber: abra espaço na sua vida e no seu coração para isso, faça tudo o que estiver ao seu alcance para conseguir o que você quer, peça ajuda aos céus, a Deus, aos anjos ou ao destino ou no que você acreditar.

Mas, ao mesmo tempo aceite que muitas vezes você não vai conseguir isso o que deseja, mas talvez consiga aquilo em que nunca pensou e que talvez esse aquilo faça muito mais sentido para você do que o que desejado a princípio!

A vida é mais sábia que a gente!

Entre em 2013, além de mais leve, com mais fé em você e na vida! Feliz Ano Novo!


Gengibre, mel e sorvete de baunilha aumentam a libido

Alimentos afrodisíacos auxiliam a e liberar o apetite sexual

Você sabia que é possível aumentar o seu apetite sexual com alguns alimentos específicos? É só incluir os alimentos afrodisíacos na sua lista de compras do supermercado caso esteja precisando dar um up em sua libido ou na de seu parceiro.

A nutróloga Liliane Oppermann diz que os alimentos afrodisíacos auxiliam ainda mais a estimular a libido e a liberar o apetite sexual. “Esses alimentos podem exercer diversas ações no metabolismo: aumentam a circulação sanguínea, atuam diretamente no sistema nervoso central e alteram a libido. Além de aumentarem a produção dos hormônios sexuais, eles estimulam sensações de prazer favorecendo a lubrificação vaginal e o prolongando a ereção”, explica.

“Uma comida saudável preparada com especiarias ou um prato bem montado e apetitoso gera um estado de euforia, capaz de conduzir ou aumentar do desejo sexual”, diz a nutróloga Liliane Oppermann. Insira os alimentos afrodisíacos em sua refeição. Veja quais são eles, de acordo com a especialista:

Banana
“Rica em magnésio, promove a vasodilatação, que melhora o desempenho sexual”.

Chocolate

“Aumenta a produção de serotonina que permite sensações de prazer e felicidade. Esse efeito consiste na presença da feniletilamina que o chocolate apresenta, induzindo a sensações agradáveis”.

Sorvete de baunilha

“Contém altos níveis de cálcio e fósforo. O cálcio auxilia os músculos a controlarem a ejaculação e podem gerar orgasmos mais potentes”.

Morango

“Provoca os desejos sexuais por causa dos sentidos olfativos, além de possuir um formato fálico que influência no desejo sexual”.

Mamão

“Contém estrogênio, que pode aumentar o apetite sexual, além de fazer bem a saúde”.

Mel

“Ajuda o corpo a utilizar o estrogênio e aumenta os níveis de testosterona”.

Carne

“É rica em dopamina e norepinefrina. São duas substâncias químicas cerebrais que aumentam a sensibilidade durante o sexo”.

Frutos do mar

“As ostras são ricas em zinco. Elas têm uma participação especial quando o assunto é a lubrificação feminina, além de ajudar no tratamento de infertilidade do homem”.

Gengibre

“Estimula a lubrificação feminina e prolonga a função erétil devido a sua ação estimulante no sangue”.

Amendoim

“Rico em vitamina E. Se consumido sem excessos, aumenta a potência sexual e a energia”.

Alecrim

“É um poderoso estimulante, revigorante e atua sobre a impotência. O seu aroma também induz o aumento do apetite sexual”.

Pimenta

“A pimenta provoca reações fisiológicas no corpo, como transpiração, aumento da circulação sanguínea e frequência cardíaca. O seu excesso irrita os órgãos genitais causando uma sensação semelhante à excitação sexual”.

Ovo

“Composto de características que melhoram a libido e a produção hormonal”.

Manjericão

“Melhora a circulação sanguínea nas áreas erógenas e seu aroma pode ser excitante”.

Alho

“O alho pertence à tabela de alimentos afrodisíacos pela tradição chinesa. Ele aumenta a libido da mulher e age na circulação sanguínea, permitindo sensações no corpo, como, por exemplo, de estar aquecido”.

Fonte: Bolsa de Mulher


Helena Duailibe destaca vitória da empresária Luzia Rezende para comandar Associação Comercial do MA

Luiza Rezende: primeira mulher a presidir a Associação Comercial do Maranhão

A vereadora eleita e atual vice-prefeita de São Luis, Helena Dualibe (PMDB), destacou, da página do seu Facebook, a vitória da empresária Luzia Rezende para a presidência da Associação Comercial do Maranhão (ACM). Duailibe ressaltou ainda o fato de Luzia Rezende ser a primeira mulher a comandar a ACM.

“Essa grande mulher vai comandar uma das entidades mais antigas, tradicionais e respeitas do nosso estado, com mais de 100 anos de história a Associação Comercial do Maranhão vai ser presidida pela primeira vez por uma mulher. Sei da competência de Luzia, da sua postura humana em ajudar o próximo, através de projetos que produzem formação técnica a pessoas carentes, como a Padaria Escola desenvolvida em parceria com o CEPROMAR (Centro Educacional e Profissionalizante do Maranhão), que conta também com o Padre João de Fátima”, afirmou a futura vereadora.

Luzia Helena Fonseca Rezende, 45, é piauiense, formada em Ciências Contábeis e uma das proprietárias da rede de lojas Olivio J. Fonseca, especializadas na venda de equipamentos para padaria e cozinhas industriais e similares.

A empresária é a segunda filha de quatro irmãos e veio morar em São Luís em 1989, aos 23 anos, para coordenar o negócio da família em franca expansão. Apesar de ter ajuda do pai Olívio Joaquim Fonseca no gerenciamento da empresa, ela se mudou sozinha para a capital maranhense.

Com sua eleição à presidência da Associação Comercial do Maranhão, alguns empresários já começam apontar a empresária Luzia Rezende como possível nome para a sucessão de José Arteiro da Silva na presidência da Federação do Comércio do Estado do Maranhão (Fecomércio), o que seria uma verdadeira revolução no meio empresarial maranhense.

José Arteiro está há 30 anos à frente da Fecomércio e já trabalha para que o segundo vice-presidente, Marcelino Ramos, seja o seu sucessor nas próximas eleições que escolherá a nova Diretoria da entidade, que acontecerá em 2014.


A importância de dizer “não”

Interessante matéria de Sílvia Amélia de Araújo (site M de Mulher), que o blog reproduz a seguir.

Trata-se da dificuldades que algumas pessoas têm em dizer “não”, seja para parecer educadas e gentis ou ainda pelo fato de não possuírem uma personalidade forte e decidida.

Ainda que a matéria trate sobre o caso das mulheres especificamente, o assunto serve perfeitamente para o público masculino, até porque muitos de nós, homens, às vezes também nos sentimos “obrigados” em dizer “sim”, quando, na verdade, gostaríamos de acenar com um “não”. Veja:

9 dicas para você aprender a dizer “não”

Muitas mulheres acham que ser “agradável” é algo indispensável em qualquer situação. Por isso, dizem “sim” sempre, mesmo quando adorariam soltar um sonoro “não”.

A boazinha que diz sim para tudo muitas vezes não é exatamente alguém com um incorrigível bom coração, mas uma pessoa com personalidade insegura, medrosa, carente ou controladora (que não quer ficar por fora de nada). “Quem age assim acha que não será amada pelos outros pelo que ela é, mas só pelo que ela faz. São dedicadas por baixa autoestima”, diz o psicólogo Odair Conim.

No trabalho, quem diz sim para todos os pedidos do chefe e dos colegas, em vez de parecer uma funcionária dedicada, pode acabar demonstrando falta de determinação e de postura profissional. No amor, quem se mostra extremamente disponível, é vista como sem graça – ou até como desesperada. E quem faz tudo o que os amigos pedem passa a atrair amizades oportunistas. Por todos esses motivos, aprender a dizer alguns “nãos” pode tornar a vida muito melhor.

Primeiro, reconheça que você tem o direito de rejeitar pedidos para o que não está a fim de fazer. A seguir, aprenda como dizer não sem culpa.

1. Ganhe tempo

Se você não consegue negar imediatamente, peça um tempo para pensar. Diga, por exemplo, que precisa verificar se não tem um compromisso no mesmo horário. Assim, poderá analisar os motivos para negar a solicitação com segurança. Só depois retorne o contato para dizer não.

2. Repita, repita

A pessoa pode insistir que você dê uma resposta imediata. Fique firme e repita calmamente a sua justificativa: “Eu realmente preciso checar se não terei um compromisso no mesmo horário”. Se for preciso, continue repetindo. Harriet Braiker chama isso de técnica do “disco arranhado”.

3. Liste as consequências

Escreva duas listas. Uma com o que deve rolar se disser não e outra se disser sim. Use mais a experiência e menos a imaginação. Não fique fantasiando sobre o que pode acontecer depois. Melhor lembrar como se sentiu em situações parecidas nas quais disse sim.

4. Não é culpa sua

Você pode encontrar quem não aceite ouvir um não. E é principalmente para essas pessoas, diz o psicólogo Odair Comin, que você deve dizer “ene-a-o-ti”l. “Se alguém reage mal, é um problema da pessoa, que não sabe lidar com frustração.” Não seja refém de quem tenta convencer com pirraça.

5. Elogie + negue + agradeça

Esta é a fórmula básica para dizer não para um convite da forma mais educada possível. Comece valorizando animadamente a proposta, diga que (que pena!) não poderá aceitá-la – dê alguma justificativa – e termine agradecendo a lembrança e deixando para uma próxima.

6. Passe ou repasse

Pense bem: você é a única pessoa que poderia fazer o que lhe pediram? Provavelmente não. Em vez de negar de cara, você pode delegar asolicitação para alguém que teria mais interesse em realizá-la, mais responsabilidade sobre a questão ou, simplesmente, possa lhe quebrar esse galho.

7. Faça outra proposta

Você pode sentir vontade de atender ao pedido, mas não a tudo o que foi solicitado. Fale para a pessoa que não poderá fazer o que ela lhe pediu, mas diga que teria prazer em contribuir de outra forma. Só não use este recurso quando, na verdade, deseja dizer um não total.

8. Encerre o assunto

Se a pessoa rejeitar a sua contraproposta, e afirmar que, para ela, só valeria a pena se você aceitasse fazer tudo o que ela pediu, Harriet Braiker recomenda dar uma resposta curta e educada: “Certo”. E ponto final. Nãoemende uma ladainha de justificativas!

9. Reflita sobre o não

Reflita sobre situações que se repetem com frequência em que você gostaria de passar a dizer não. Vale até ensaiar a resposta em frente ao espelho. Assim, quando estiver diante dela, vai se sentir mais preparada para impor seus limites


Paço do Lumiar: vereadora eleita fala ao BNC Notícias

O blog BNC Notícia, editado pelo estudante de radialismo, Neuton César, foi à cidade de Paço do Lumiar entrevistar a vereadora eleita pela coligação do professor Josemar (PP), Silvia Inácio (PRP).

Na entrevista, a futura vereadora, que obteve mais de 600 votos, fala da sua campanha, propostas para a cidade, como será sua atuação como parlamentar, além de fazer um agradecimento aos eleitores luminenses pelo voto de confiança. Veja:

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