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Abril S.A. demite executivos e anuncia estrutura com foco na “revitalização das marcas”

Novas Unidades de Negócios passam ao comando direto a Fábio Barbosa (Imagem: Divulgação).
A Abril S.A., que abrange operações de mídia, gráfica, logística e distribuição do Grupo Abril, anuncia reajuste na estrutura organizacional nesta sexta-feira, 7, em busca de melhores resultados. A principal mudança é o reagrupamento das Unidades de Negócios (UN), que estavam anteriormente sob o controle da Abril Mídia e que agora passam ao comando direto do presidente-executivo da Abril S.A., Fábio Barbosa.
Com isso, sete executivos se despedem da empresa: Alfredo Ogawa, diretor de Serviços Editoriais da Abril Mídia; Brenda Fucuta, diretora Superintendente da extinta UN Segmentada I; Claudio Ferreira, diretor Comercial de Administração da Unidade de Negócios Veja; Daniel Gomes, diretor de Planejamento Estratégico e Novos Negócios; Kaike Nanne, diretor do Núcleo Comportamento; Márcia Neder, diretora do Núcleo Moda e Beleza, e Paula Traldi, diretora de Recursos Humanos da ex-Abril Mídia.
A reorganização das Unidades de Negócios criou cinco divisões: UN Veja, com atividades comerciais da marca no comando Thais Chede Soares; UN Exame, agregrando operações comerciais e editoriais sob coordenação de Claudia Vassallo; UN Abril Segmentadas, com todas ações na direção geral de Helena Bagnoli; UN Assinaturas, sob a liderança de Fernando Costa; e UN Negócios Digitais, que terá Manoel Lemos como titular dos trabalhos de Alphabase, Iba, Elemidia, E-commerce e um Fundo de Investimento em Empresas de Tecnologia.
Além das cinco UNs, o negócio Casa Cor, sob o comando de Ângelo Derenze, ficará subordinado a Fábio Barbosa. A movimentação leva Elda Muller ao título de diretora de Planejamento Editorial e cria também a Vice-Presidência de Operações e Gestão, que terá Marcelo Bonini como titular.
No comunicado, Fábio Barbosa fala sobre as contribuições dadas à Abril por cada um dos que agora deixam a empresa. “Quero agradecer, em nome dos abrilianos, a cada profissional o tempo em que esteve conosco. Essa reestruturação é uma prova de que estamos conectados tanto com os desafios quanto com as oportunidades da comunicação do Século XXI e que continuamos com uma confiança inabalável em nosso jornalismo e em nossas revistas e firmes no propósito de ganhar relevância no mundo digital”.
Jovens empreendedores investem em fazer o bem
Eles são jovens estudiosos, inteligentes e inovadores. Não são acomodados, se destacam por onde passam e atraem olhares de gestores ansiosos por contar com eles em suas empresas. Alguns até chegam a trabalhar em certas companhias, mas logo percebem que isso não é pra eles. São os novos empreendedores, que não se contentam em apenas acumular riquezas ou com o “sucesso” em sua definição de mercado.
Para esses novos empreendedores, o que realmente importa é fazer o bem para os outros e, com isso, garantir o seu dinheiro. Eles são empreendedores com causa, que acreditam que o sucesso não está em uma conta bancária gorda, mas sim em fazer o que realmente gosta e acredita.
Ao contrário do que acontecia na década de 60, com o movimento hippie, que acreditava que o monstro do capitalismo devia ser combatido a qualquer custo, esses novos empreendedores usam do sistema capitalista para promover o bem mútuo. É o caso de Eduardo Bontempo, ex-aluno da Fundação Getulio Vargas, que foi um dos fundadores da Geekie, uma empresa que se dedica a fornecer planos de estudos que se adequassem a capacidade de aprendizado de cada pessoa.
Previsões apontam que pelo menos R$250 milhões serão investidos em negócios sociais no Brasil, para este ano de 2013, e a tendência começa a se espalhar também pelas universidades. A FGV-EAESP possui uma matéria opcional, chamada Negócios de Impacto Social. Neste ano, alunos da EAESP irão prestar auxílio a jovens que vivem na comunidade carente do Heliópolis, em São Paulo, montando plano de negócios para estabelecimentos locais.
Esse é o capitalismo do futuro, que foca que não existe o conceito de que ricos fazem negócio e pobres vivem de caridade.
5 dicas para revolucionar sua pequena empresa
Especialistas listam recomendações para que um pequeno empresário profissionalize o seu negócio
São Paulo – Um dos principais erros que os empreendedores cometem é não perceber quando a empresa precisa de recursos para crescer. “O empreendedor, na essência, é uma pessoa que corre riscos, pensa e faz acontecer, mas não necessariamente sabe gerir um negócio”, explica José Augusto Figueiredo, presidente no Brasil da consultoria LHH|DBM na América Latina.
Para Renê Jose Rodrigues Fernandes, gerente de Projetos do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), às vezes, o empresário tem várias informações sobre a empresa nas mãos, mas não sabe como usar de forma estratégica. Veja abaixo cinco recomendações de Fernandes e Figueiredo para profissionalizar sua pequena empresa.
1. Tenha um plano de negócios
Uma das principais ferramentas para gerenciar uma empresa, o plano de negócios não é somente necessário no começo da empresa. “É um controle ou uma fotografia de como a empresa está”, afirma Fernandes.
Informações sobre o mercado, finanças e operações são importantes para montar esse documento. Se o empresário fizer a constante revisão, poderá usar como base para decisões estratégicas.
2. Aprenda a delegar
Uma atitude inteligente que um empresário deve tomar é refletir sobre a maneira como ele faz a gestão de sua equipe de funcionários. “Ele precisa perceber se confunde competência com confiança”, afirma Figueiredo.
Ao descentralizar algumas decisões, o empreendedor poderá contar com uma equipe mais confiante e preparada para lidar com situações inesperadas.
3. Separe as contas da empresa
Um erro comum e grave cometido por pequenos empresários é o de misturar gastos pessoais com os do negócio. Além disso, a separação deve ser estendida para todas as áreas da empresa e não só a financeira.
“Se a esposa do sócio pede algo para um funcionário da empresa, tem desvio não só de dinheiro, mas de função”, explica Fernandes. Por isso, separar bem as questões pessoais e profissionais é essencial.
4. Reúna um conselho de administração
Dependendo do nível de amadurecimento da empresa, não é recomendado que as decisões fiquem somente nas mãos do dono. Ao buscar pessoas de fora para participar do conselho, o empreendedor pode agregar profissionais com uma visão macro do mercado.
Para Fernandes, poucas empresas têm e muitas que teriam potencial para ter este conselhor estão desperdiçando essa oportunidade.
5. Busque ajuda especializada
Recorrer a consultorias jurídicas e contábeis é recomendável para tomar determinadas decisões em relação ao negócio, como tributos e leis trabalhistas. Para certos negócios, Fernandes explica que o auxílio de auditores externos é importante.
Pode se tornar uma grande vantagem para quando a empresa estiver pronta para receber um aporte de uma venture capital, por exemplo.
Fonte: Revista Exame
OGX registra prejuízo no 1º trimestre e deve exigir aporte de Eike
Após registrar um prejuízo de 804,6 milhões de reais, petrolífera pode precisar que o empresário injete US$ 1 bilhão na empresa

OGX teve prejuízo líquido de R$ 804,6 milhões no 1º trimestre (Divulgação/OGX)
A petrolífera OGX, do empresário Eike Batista, registrou um prejuízo líquido de 804,6 milhões de reais no primeiro trimestre do ano, valor três vezes maior do que o alcançado no mesmo período de 2012. A principal justificativa para o ocorrido foram as constantes despesas bilionárias com poços secos.
“Esse resultado decorre principalmente de despesas no valor de 1,195 bilhão de reais referentes a poços secos e áreas subcomerciais devolvidas à ANP após a conclusão do período exploratório em março de 2013″, afirmou a OGX em comunicado à imprensa. A companhia ainda acrescenta que parte dos danos já foi compensada por meio dos resultados positivos relacionados a imposto de renda e contribuição social, acumulados em 424 milhões de reais.
Devido a esses números, a petrolífera agora poderá exigir que Eike, como acionista controlador, injete 1 bilhão de dólares na empresa para fazer frente aos investimentos. No momento, somente 250 milhões de dólares foram disponibilizados.
“Apesar do aumento de caixa em 2013 pela venda de participação (nos blocos), nossa análise é que a atual geração de caixa da OGX não é suficiente para cobrir os investimentos planejados e o custo da dívida”, escreveram em relatório os analistas Caio M Carvalhal e Felipe Dos Santos, do JPMorgan. Eles mantêm a visão de exercício da opção pela OGX para exigir aporte de 1 bilhão de dólares pelo acionista controlador.
De acordo com os analistas Caio M. Carvalhal e Felipe dos Santos, do JPMorgan, mesmo com as medidas tomadas a curto prazo, “a atual geração de caixa da OGX não é suficiente para cobrir os investimentos planejados e o custo da dívida”. A equipe do Bank of America Merrill Lynch calcula que a entrada do capital permitido na situação atual da companhia garante recursos suficientes para os próximos dois a quatro trimestres, dependendo do quanto a empresa reduzir nos gastos.
Quanto às ações da OGX, acredita-se que a divulgação dos números negativos acaba desencorajando a compra de novas ações, o que justifica a queda expressiva no valor das mesmas. Por volta do meio-dia, elas recuavam 2,4% e estavam cotadas a 1,6 real.
(com Agência Reuters)
Municipalismo: 23 municípios criam consórcio no Maranhão
No próximo dia 26 de abril, sexta-feira, será realizada a cerimônia de lançamento do Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão – COMEFC. O evento acontecerá a partir das 11h30, no Salão Buriti, do Rio Poty Hotel, e logo em seguida será oferecido um almoço aos convidados. O COMEFC, consórcio dos 23 municípios sob influência da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão, tem como objetivo central estabelecer a relação direta entre os gestores públicos municipais e a VALE. Neste mesmo dia, antes do lançamento, os prefeitos dos municípios envolvidos no consórcio estarão participando da primeira Assembleia Geral para a elaboração e aprovação do estatuto social da entidade e, em seguida, da eleição da primeira diretoria da entidade.
Entre os focos e metas do consórcio está o recolhimento de tributos municipais, pagamento de compensações socioeconômicas e ambientais, contribuição para o Fundo de Desenvolvimento Municipal – FDM (a ser criado em todos os municípios consorciados) e contribuição para o Fundo de Desenvolvimento e Mobilidade Urbana – FDMU (a ser criado em São Luís). De acordo com Leoncio Lima, diretor executivo da MCM Consultoria, empresa especializada em projetos que irá gerir o consórcio, por meio do COMEFC será possível a constituição de Planos Diretores Municipais eficientes e eficazes que trarão como consequência a realização de ações estruturantes para a melhoria do IDH-M desses municípios. “Hoje podemos observar que 83% dos 23 municípios consorciados possuem IDH-M abaixo da média do estado do Maranhão”, informou.
A presidente da Comissão Executiva do Consórcio, a prefeita Cristiane Damião, de Bom Jesus das Selvas, relatou que esse consórcio tem a ideia principal de trazer mais desenvolvimento para os municípios do Maranhão que sofrem a influencia da Estrada de Ferro Carajás, sob influência da VALE. “Acreditamos que juntos seremos mais fortes que sozinhos. Para nós, prefeitos e prefeitas, é de grande importância o investimento em vários segmentos da sociedade. Através o COMEFC, teremos mais condições de oferecer melhores oportunidades e estrutura para a população de nossos municípios”, declarou.
De acordo com dados da MCM Consultoria, o Maranhão é responsável pelo escoamento de 42% de toda a produção de minério da VALE no Brasil. Em 2016 será responsável por no mínimo 55%, podendo chegar a 2020 a 60% de toda movimentação de minério de ferro bruto no Brasil. “Isso quer dizer que todas as estradas de ferro de propriedade da VALE não chegarão nem próximo ao transporte realizado pela Estrada de Ferro Carajás”, alertou Leoncio Lima.
O COMEFC terá o propósito de juntar os objetivos comuns dos municípios, que desde 1984 sofrem os impactos econômicos, sociais e ambientais decorrentes da Estrada de Ferro Carajás, leia-se VALE S.A., sem em nada serem beneficiados.
PRINCIPAIS METAS DO COMEFC
1) Elevar o número mínimo do IDH-M dos municípios consorciados para um patamar superior a 0,680 (o IDH médio do MA em 2000 foi de 0.636);
2) Estabelecer um nível mínimo de excelência na arrecadação de tributos municipais, com a unificação de procedimentos e gestão focada em resultados;
3) Elaborar em conjunto com os gestores públicos e parceiros o Plano Diretor de cada município e indicar fontes para a realização de ações estruturantes nos aspectos social, econômico e ambiental;
4) Atuar em conjunto com os gestores públicos na criação dos Fundos de Desenvolvimento Municipal, com foco nos aspectos: educação, renda e saúde. Neste caso, a VALE terá papel de empresa patrocinadora destes fundos, na concepção de Geração de Valor aos Municípios – GVM, visto que só em 2010 a VALE distribuiu cerca de R$ 5 bilhões de Geração de Valor ao Acionista – GVA e nada pagou aos municípios.
MUNICÍPIOS PARTICIPANTES
Açailândia, Alto Alegre do Pindaré, Anajatuba, Arari, Bacabeira, Bom Jardim, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Cidelândia, Igarapé do Meio, Itapecuru Mirim, Itinga do Maranhão, Miranda do Norte, Monção, Pindaré-Mirim, Santa Inês, Santa Rita, São Francisco do Brejão, São Pedro da Água Branca, São Luís, Tufilândia, Vila Nova dos Martírios e Vitória do Mearim.
Deu no jornal chileno “Pulso”: Flávio Dino completamente focado nos preparativos para a Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil
O Blog do Robert Lobato reproduz entrevista com o presidente da Embratur, Flávio Dino, concedida ao jornal chileno “Pulso“, especializado em econonia e negócios.
A entrevista foi publicada em espanhol, mas, como através do Google tudo é possível, e o blogueiro não tem nada de bobo, fez-se a tradução on line da mesma. Veja como ficou:
“Estamos trabalhando para mudar a impressão de que o Brasil é um destino caro”, diz o presidente da Embratur.
“Certamente é”, responde Flávio Dino, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo, Embratur, quando perguntado se o Brasil está pronto para mega eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. “O governo tem trabalhado duro no desenvolvimento necessário para satisfazer as expectativas desses eventos”, diz ele.
A seguir a íntegra da entrevista.
Como será o andamento de projetos de infraestrutura para a Copa do Mundo e as Olimpíadas?
Flávio Dino: Todos os projetos estão ocorrendo dentro do prazo, e Brasil demonstrou que ele pode receber os turistas e a partir deste ano, através da Copa das Confederações.
O que se espera de ambos os eventos esportivos gananciasque?
FD: Brasil mais do que dobrou de divisas geradas por turistas internacionais (173%), de 2003 a 2011. Aliás, no conjunto de metas estabelecidas pelo Plano Aquarela, divisas é o principal indicador, pois mostra a contribuição do turismo para a economia brasileira. Nossa meta para o crescimento em divisas é de 192%-2009-2020. A expectativa é que em 2020 as receitas em divisas atingiram EUA $ 15.500 milhões.
O que é esperado em termos aumento do PIB?
FD: A Copa do Mundo deve acrescentar R$ 183.000 milhões para o PIB brasileiro até 2019, cerca de 92.237 mil dólares. Para os Jogos Olímpicos, o impacto esperado de EUA $ 11.000 milhões no PIB entre 2009 e 2016, e dos US$ 13.500 milhões entre 2017-2027.
Como a crise internacional vai afetar o turismo no Brasil?
FD: Apesar da crise econômica mundial, em 2012 atingimos recorde de 5,7 milhões de turistas estrangeiros, superando os números do ano anterior, quando atingiu 5,4 milhões. Além disso, o Brasil tem batido o volume recorde de divisas por meio do turismo e do número de eventos internacionais realizados, demonstrando que a crise internacional não afetou o turismo no país.
O Brasil tem uma reputação de ser um país caro. Você está trabalhando nessa questão?
FD: Com a aproximação de megaeventos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo, o Dia Mundial da Juventude e os Jogos Olímpicos, o Brasil está exposto para o mundo, portanto, os preços têm sido o nosso maior desafio.
A partir da Conferência Rio +20, a Embratur está trabalhando com hotelaria, aviação civil, entre outros, para mudar a impressão de que o Brasil é um destino caro, garantindo assim a competitividade durante esses eventos.
Eles estão negociando com hotéis para manter as suas taxas, por exemplo?
FD: De acordo com pesquisas realizadas durante os eventos no Brasil, vemos que o maior desafio neste setor é o preço. Para fazer isso, a partir de meados de agosto de 2012, a Embratur monitores de rede tarifas do hotel e, este ano, vamos discutir com a indústria sobre esta pesquisa. Criamos também uma Câmara Setorial está trazendo este sector para analisar os dados coletados, comparando as taxas de hotéis destinos brasileiros no exterior.
Para a recepção desses eventos? Ter um impacto positivo no turismo a longo prazo, precisamos assegurar e manter a atratividade do país como um destino competitivo em termos financeiros para o cenário mundial.
Qual é a sua avaliação sobre Plano Brasil Maior, que reduziu impostos na indústria hoteleira?
FD: O Governo Federal já havia reduzido impostos sector hoteleiro através do programa Brasil Maior (Maior Brasil). Na ocasião, os hotéis foram encaminhados para a eliminação da contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) de 20%, que será substituída pela taxa de 2% da receita da empresa. Este foi o primeiro passo no sentido de garantir a necessária infra-estrutura para o evento mega. A conseqüência disso é a possibilidade de que o setor privado é maleável. Outra medida do Governo Federal que tem ajudado a reduzir o custo do sector hoteleiro foi reduzido as tarifas de eletricidade em até 32% para o comércio e indústria, recentemente anunciado pela presidente Dilma Rousseff.
Há capacidade hoteleira suficiente?
FD: Estamos aproveitando o setor hoteleiro para atingir o seu nível máximo, com base nos planos para os dois eventos.
Desde a eleição do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, o setor hoteleiro vem recebendo novos empreendimentos, bem como a remodelação de hotéis antigos.
Além disso, o governo está investindo em projetos de formação de pessoal, de cozinheiros para gerentes de hotel, para aumentar a qualidade do serviço e da competitividade no setor.
Quantos hotéis estão sendo construídos?
FD: Até 2019 prevê a construção de 324 novos projetos com cerca de 55.000 unidades. Ao mesmo tempo, as unidades hoteleiras existentes receberam linhas de crédito para a reforma?, E do alargamento.
Além disso, em 2012, o governo lançou uma nova classificação de instalações de alojamento, que estimulem o investimento por parte dos empresários. O Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem chamado (SBClass) procura normalização dos hotéis para proporcionar maior segurança aos turistas na escolha de alojamento e promover aumento da competitividade do turismo nacional
Trabalhar menos e divertir-se mais diminui o aquecimento global, diz estudo

o maior obstáculo é monitorar os hábitos que os funcionários desenvolvem enquanto estão fora das empresas, já que é impossível saber a maneira que as pessoas desfrutam do ócio. | Foto: Divulgação/CopenhagenCycleChic
Um estudo elaborado pelo Center for Economic Policy and Reasearch afirma que as pessoas deveriam trabalhar menos e se divertir mais, a fim de diminuir as emissões de carbono. Segundo os pesquisadores, se os horários forem mais flexíveis, o aquecimento global pode cair pela metade até 2100.
A boa notícia para os trabalhadores do mundo inteiro é complexa, mas faz muito sentido, já que as empresas e indústrias consomem grandes quantidades de energia. Porém, o desafio nos países em desenvolvimento é fazer com que as jornadas de trabalho deixem de ser baseadas no modelo americano (que prevê pouco tempo de descanso), e passem a ser mais flexíveis, como no estilo europeu.
David Rosnick, criador da pesquisa, diz que o maior obstáculo é monitorar os hábitos que os funcionários desenvolvem enquanto estão fora das empresas, já que é impossível saber a maneira que as pessoas desfrutam do ócio. “Se estão relaxando em casa, as emissões são menores; no entanto, se consomem mais ou viajam para lugares distantes, as emissões aumentam”, afirmou Rosnick ao portal estadunidense US News.
O grupo de pesquisadores alega que a tecnologia é uma das maiores parceiras do modo de produção mais sustentável. Isso porque, se as máquinas são potentes, dá para trabalhar mais em menos tempo, aumentando a eficiência. Assim, haveria menos dióxido de carbono lançado na atmosfera, o que reduziria o aumento da temperatura em, pelo menos, 1,3 grau até o final do século. Com informações do US News.
Redação CicloVivo
A inveja no Facebook
Muito interessante o artigo abaixo. O blog do Robert Lobato recomenda a leitura, principalmente para quem é usuário “viciado” do Facebook. Veja:
A inveja no Facebook
Por Cora Rónai em 29/01/2013 (Reproduzido de O Globo, 26/1/2013)
“82,32% dos brasileiros que têm acesso à internet participam do Facebook, contra apenas 37,56% dos alemães: será, então, que o resultado de uma pesquisa feita na Alemanha pode mesmo se aplicar à nossa sociedade?”
Pesquisadores da Universidade Humboldt e da Universidade Técnica de Darmastadt, na Alemanha, fizeram um estudo com 600 pessoas e chegaram à conclusão de que o Facebook provoca sérios ressentimentos em cerca de um terço dos usuários. O que causaria toda essa amargura seriam sobretudo fotos de férias e a comparação com o nível de socialização dos amigos, ou seja, a contabilização de “likes” e de parabéns pelo aniversário, por exemplo; mas foram observadas muitas reações negativas em usuários na faixa dos 30 anos em relação à vida familiar dos outros.
Inveja, teu nome é Facebook.
Será mesmo? Segundo matéria publicada aqui no jornal, e amplamente divulgada na rede social, “os pesquisadores disseram que os entrevistados eram alemães, mas esperavam que os resultados fossem os mesmos internacionalmente, já que a inveja é um sentimento universal”.
É aqui que eu me permito discordar dos doutores. A inveja é universal, com certeza, mas obedece às manhas e manias da cultura local. Não acredito que aqui no Brasil, onde temos feriados e conseguimos nos distrair mesmo durante a semana, férias causem tanta inveja. Por outro lado, ninguém na Alemanha deve ter inveja (ou seria raiva?) da aposentadoria de certos funcionários públicos privilegiados, ou das mordomias dos parlamentares.
Também não acredito que a vida familiar dos outros possa estressar de tal forma os usuários latinos, em geral, e os brasileiros, em particular, que frequentemente têm até mais vida familiar do que gostariam de ter, mesmo quando moram sozinhos.
Os alemães, diz ainda a pesquisa, têm inveja das fotos dos carros postadas pelos amigos. Ora, onde se enquadram nisso os nova-iorquinos ou parisienses, por exemplo, que em sua vasta maioria usam transportes públicos?
Qualidades negativas
Segundo o estudo, as piores reações partem de usuários que entram na rede passivamente, sem interagir com ninguém: “O acompanhamento passivo provoca emoções amargas, com os usuários invejando principalmente a felicidade dos outros, o modo como passam as férias e como socializam”.
Não sei quais são as percentagens de usuários passivos de Facebook na Alemanha e no resto do mundo, mas arrisco o palpite de que, no Brasil, os índices devem ser diferentes. Nós adoramos redes sociais. Fomos os maiores usuários do Orkut e já estamos em segundo lugar no Facebook. Segundo o site socialbakers.com, 82,32% dos brasileiros que têm acesso à internet participam do Facebook, contra apenas 37,56% dos alemães: será, então, que o resultado de uma pesquisa feita na Alemanha pode mesmo se aplicar à nossa sociedade?
Sei que a inveja é uma constante. Seres humanos são seres humanos em qualquer ponto do planeta. Ainda assim, volto a insistir no peso dos fatores culturais. O que causa inveja num país, ou mesmo num bairro, não é o que causa inveja em outro. Além disso, cada cultura tem a sua própria maneira de se comportar na internet. Acho precipitado concluir que a humanidade inteira sofra do mesmo mal ao se conectar ao Facebook.
Pessoalmente, não gosto do Facebook, nem como empresa, nem como interface. Mas ando meio cansada de ver “estudos” e “pesquisas” que só atribuem qualidades negativas à internet. O mundo não é perfeito, o ser humano é a imperfeição em pessoa; já trazíamos todos os nossos defeitos conosco muito antes de a rede ser inventada.
Vem aí mais uma Feijoada do Marujo
Tudo pronto para a realização da mais tradicional feijoada carnavalesca do Maranhão: a Feijoada do Marujo, versão 2013.
A alegria geral será no “sábado gordo” de Carnaval, dia 9, à partir das 13:00 , no glorioso Iate Club de São Luis, na Ponta D’Areia.
O valor da camisa é R$ 60,00, já inclusos no valar: Feijoada, água, refrigerante e chope até as 17:00.
Atrações variadas, tipo: Jegue Folia; Máquina de Descarcar Alho; Banda Máquina do Tempo e Bicho Terra.
A festa é coordenada pelo grande Manoel Francisco de Assis, o homem que entende do metier e garante: “Quem for lá não irá se arrepender”.
É isso aí!!!





