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Lobão age como uma “puta”, diz Mano Brown

E cantor e compositor Lobão segue gerando polêmica.

Agora foi o líder da banda Racionais MC’s, Mano Brown, que não deixou barato as críticas feitas pelo roqueiro Lobão de que o grupo do rapper é “o braço armado do governo”.

Do seu Twitter, Mano Brown foi duro: “Ele pregava a ética e rebeldia, agora age como uma puta para vender livro”.

A reação ríspida de Brown é mais uma entre as várias que já foram feitas por artistas que se sentiram ofendidos pela verborragia de Lobão, que parece ter sido afetado por uma vontade súbita de aparecer, tudo, ao que parece, para promover o o seu livro de ensaios Manifesto do Nada na Terra do Nunca.

“Duas visões simetricamente opostas de mundo estão guardadas no fundo dessas manifestações. Os Racionais ergueram uma história robusta a partir da periferia paulistana, em contato íntimo e direto com a população sensível à sua arte, sem suporte de gravadora multinacional e recusando conscientemente qualquer contato institucional com veículos de comunicação como Globo, Folha,Veja etc., escreveu o jornalista Pedro Alexandre Sanches no seu blog Ultrapop.

É… Parece que as drogas deixou graves sequelas nas faculdades mentais de Lobão. Que pena!

Entenda toda a polêmica tendo como protagonista aquele que foi um dos símbolos de rebeldia para muitos jovens no auge dos anos 80, na matéria do Zero Hora.

Mano Brown desmente show com Lobão na Virada Cultural
Músico carioca respondeu pelo Twitter que foi vítima de trote

Mano Brown (de óculos escuros) negou show com Lobão
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

Após confusão envolvendo Lobão e Mano Brown, os dois confirmaram neste sábado que não farão show juntos na Virada Cultural, em São Paulo, no fim de semana dos dias 18 e 19 de maio. Segundo Lobão, o anúncio que ele fez na sexta foi baseado em um trote que ele recebeu da emissora Jovem Pan.

Em seu perfil no Facebook, a Boogie Naipe, produtora do Racionais MCs, postou o seguinte comunicado: “Informamos que o Mano Brown não ligou e não conversou com o Lobão. Eles não irão tocar juntos na Virada Cultural como está sendo noticiado na imprensa. Pedimos que os veículos de comunicação que estão noticiando esse fato esclareçam a questão com a verdade, pois o Lobão mentiu e não haverá esse show do Racionais com o Lobão”.

Lobão, em seu Twitter atribuiu o suposto contato de Brown a um trote. “Acabei de localizar. O que Tudo indica que a suposta ligação do Brown que foi um trote da Jovem Pan”, escreveu.

Entenda a polêmica

Na quarta-feira, o cantor deu entrevista à Folha de S. Paulo, na qual chamava Mano Brown, vocalista dos Racionais MC’s, de “idiota útil”, além de afirmar que a banda era “o braço armado do governo, são os anseios dos intelectuais petistas, propaganda de um comportamento seminal do PT”.

Pelo Twitter, o rapper respondeu, na quinta-feira: “Não entendo a postura dele agora. Ele, que pregava a ética e a rebeldia, age como uma puta para vender o livro. Nos anos 1980, as ideias dele não fizeram a diferença para a gente aqui da favela”. Mano Brown finalizou convidando Lobão a “resolver como homem, do jeito que aprendi”.

Na sexta, então, Lobão postou no twitter: “Atenção, enfim uma linda notícia. O Mano Brown acabou de me ligar, tivemos uma conversa franca e decidimos que vamos fazer um som juntos. Vamos nos encontrar e vamos tocar juntos na Virada. Queremos mostrar à galera que podemos divergir e, ao mesmo tempo, caminhar juntos. E paz na terra aos homens de boa vontade!”


Elvis Presley, sempre!

Tradução da música “I Can’t Help Falling In Love With You” (Não Posso Evitar Me Apaixonar Por Você), na voz do imortal Elvis Presley:

Imagem de Amostra do You Tube

Homens sábios dizem que somente tolos se apressam
Mas eu não consigo evitar de me apaixonar por você
Devo ficar?
Seria um pecado?
Se eu não consigo evitar de me apaixonar por você

Como um rio que corre para o mar
Querida, isso segue
Como as coisas devem ser
Pegue minha mão, pegue minha vida toda também
Pois eu não consigo evitar de me apaixonar por você

Como um rio que corre para o mar
Querida, isso segue
Como as coisas devem ser
Pegue minha mão, pegue minha vida toda também
Pois eu não consigo evitar de me apaixonar por você
Pois eu não consigo evitar de me apaixonar por você


Cantor Emílio Santiago morre no Rio

Cantor estava internado na CTI do Hospital Samaritano. 
Ele havia sofrido um acidente vascular cerebral.

Do G1

O cantor Emílio Santiago, de 66 anos, morreu na manhã desta quarta-feira (20) no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. De acordo com o hospital, o artista morreu em função de complicações decorrentes de um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) que sofreu em 7 de março.

Emílio Santiago morreu às 6h30, após permanecer 13 dias internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI). O velório do cantor será realizado na Câmarara de Vereadores do Rio, no Centro, a partir das 12h desta quarta, e será aberto ao público. O enterro do artista acontecerá às 11h desta quinta-feira (21) no Memorial do Carmo, no Caju, na Região Portuária do Rio. Ele será enterrado ao lado do local onde sua mãe foi sepultada.

Vencedor de diversos festivais de música, Emílio iniciou a carreira na década de 70 e gravou grandes sucessos como “Saygon”, “Lembra de mim” e “Verdade chinesa”. O último disco do cantor foi “Só danço samba (ao vivo)”, lançado em 2012, junto com um DVD.

Paixão pela música

Emílio Santiago nasceu em 1946 na cidade do Rio. Formou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito, mas a paixão pela música fez com que ele iniciasse sua carreira participando de diversos festivais de música, sendo vencedor de muitos deles. “Transas de amor”, seu primeiro compacto, saiu em 1973. A estreia em um álbum cheio aconteceu dois anos mais tarde. Autointitulado, o trabalho trazia interpretações de canções de nomes como Ivan Lins, Gilberto Gil, Nelson Cavaquinho e Jorge Ben.

Conhecido pelo tom de voz ao mesmo tempo grave e suave, o cantor apresentou diferentes gêneros durante sua carreira, mas esteve especialmente voltado para a música romântica, a MPB e o samba. Em 1988, lançou “Aquarela brasileira”, o primeiro disco da série criada por Roberto Menescal e Heleno Oliveira. O álbum trouxe a releitura de 20 clássicos da música brasileira, como “Sampa” (Caetano Veloso), “Anos dourados” (Chico Buarque e Tom Jobim) e “Eu sei que vou te amar” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes).

A série “Aquarela brasileira”, responsável por aumentar consideravelmente sua popularidade no país, teve mais seis volumes, o último deles lançado em 1995. Um de seus mais importantes trabalhos, “Feito para ouvir”, de 1977, foi reeditado pela Dubas Musica em 2009. Outro relançamento em sua carreira aconteceu em 1989 com “Brasileiríssimas”, seu segundo disco, originalmente de 1976. Entre seus maiores sucessos estão “Saigon”, “Verdade chinesa”, “Lembra de mim”, “Vai e vem”, “Tudo que se quer” e “Flor de lis”.

Seu último disco saiu em 2012, uma versão ao vivo de “Só danço samba”, de 2010 – que, por sua vez, foi o primeiro trabalho do selo Santiago Music. O álbum é uma homenagem ao “rei dos bailes” Ed Lincoln, trazendo canções que fizeram sucesso nos clubes do Rio de Janeiro nos anos 60, além de músicas atuais de artistas como Mart’nália, Jorge Aragão e Dona Ivone Lara. Ao todo, sua discografia conta com 30 álbuns e 4 DVDs.

Imagem de Amostra do You Tube


UFMA sinaliza sobre curso de pós-graduação em Direito Eleitoral

O juiz federal Nelson Loureiro dos Santos, diretor da Escola Judiciária Eleitoral do Maranhão, esteve na UFMA na tarde desta segunda-feira, 11 de março, para ter informações acerca do curso de pós-graduação em Direito Eleitoral.

No mês de fevereiro, a Escola atendeu a todas as exigências formais feitas pela UFMA para assinatura de convênio com esta finalidade. Se aprovado, esta será a segunda turma do curso a ser oferecido em parceria pelas duas instituições.

O reitor Natalino Salgado informou que o processo está em fase final de tramitação administrativa para ser levado ao Conselho da Universidade para aprovação. Assim que isso for feito, a EJE lançará edital de inscrições.

O curso de pós-graduação Lato Sensu em Direito Eleitoral objetiva qualificar em 18 meses bacharéis em Direito, advogados, juízes, promotores, servidores e operadores da área jurídica em matéria eleitoral.

(Da Assessoria TRE_MA)


O sistema político de Cuba

Por Flávio Braga

A propósito da recente visita da dissidente cubana Yaoni Sanchéz, encontrei na internet um ensaio intitulado “O sistema político em Cuba: uma democracia autêntica”, da lavra de Anita Leocádia Prestes, professora de História Comparada na UFRJ e presidente do Instituto Luis Carlos Prestes. A seguir, uma breve síntese da parte essencial do referido artigo.

Segundo a autora, Cuba socialista, inspirada nos ensinamentos do grande pensador e líder revolucionário José Marti, concebeu um sistema político que constitui um Sistema de Poder Popular único, autóctone, que não é cópia de nenhum outro. Em Cuba não existem os chamados três poderes (executivo, legislativo e judiciário), característicos do sistema político burguês. Há um só poder – o poder popular.

Como o povo exerce o poder? Quando elege seus representantes e mediante as Assembleias do Poder Popular e outros órgãos que são eleitos por essas Assembleias, como é o caso do Conselho de Estado, órgão da Assembléia Nacional.

O sistema do Poder Popular em Cuba é constituído pela Assembléia Nacional, as Assembleias Provinciais, as Assembleias Municipais, o Conselho Popular e a Circunscrição Eleitoral, que é o degrau básico de todo o sistema. Nenhum desses órgãos está subordinado a outro, mas todos funcionam de forma que suas funções e atividades sejam complementares, tendo em vista alcançar o objetivo de que o povo possa exercer o governo de maneira prática e efetiva.

Diferentemente dos sistemas eleitorais das democracias representativas burguesas, em que os candidatos aos cargos eletivos são escolhidos e apresentados pelos partidos políticos, em Cuba o direito de escolher e apresentar os candidatos a Delegados às Assembleias Municipais do Poder Popular é exclusivamente dos eleitores. Esse direito é exercido nas assembleias gerais dos eleitores das áreas de uma circunscrição eleitoral da qual eles sejam eleitores.

O registro eleitoral em Cuba é automático, público e gratuito; todo cidadão, ao atingir os 16 anos de idade e estando em pleno gozo dos seus direitos políticos, é registrado como eleitor. Em Cuba, os Deputados à Assembléia Nacional e os Delegados às demais Assembleias não recebem nenhum tipo de remuneração pelo exercício do mandato popular; continuam exercendo suas profissões em seus locais de trabalho e recebendo o salário correspondente. Os mandatos podem ser revogados pelos respectivos eleitores.

Por derradeiro, a articulista enfatiza o caráter popular e democrático do Sistema Político de Cuba (democracia participativa), que é, entretanto, permanentemente distorcido pela mídia a serviço dos interesses do grande capital internacional.


125 anos da National Geographic Society

Conheça a trajetória de uma das maiores organizações educacionais e científicas do mundo

A National Geographic Society completou 125 anos em 13 de janeiro deste ano, trajetória que começou com uma pequena comunidade científica – fundada para divulgar conhecimento geográfico – e hoje abarca uma das maiores organizações educacionais e científicas do mundo, comprometida a inspirar as pessoas a cuidar do planeta.

Fotografia, mapas, histórias e apoio à exploração e à conservação são os pilares do renome da Society, que reafirma seu papel na linha de frente do descobrimento e da aventura, com ânsia para a “Nova Era da Exploração”. Veja na galeria alguns dos principais momentos desses 125 anos em imagens históricas.

1909 | ALASCA, ESTADOS UNIDOS
Lavar seus filmes na água marinha do iceberg era uma tarefa diária do fotógrafo Oscar D. Von Engeln durante os meses de verão que passou em uma expedição no Alasca, financiada pela National Geographic

Veja outras imagens produzidas pela National Geographic Society clicando AQUI


Entre o real e o ideal

Interessante artigo da jovem, bela e inteligente jornalista Isadora Barbosa.

Isadora, que atualmente reside em Santa Inês, foi uma grata amizade que fiz no final do ano passado, no Comitê de Imprensa da Assembleia Legislativa.

Tímida, estilo “na dela”, Isadora é romântica no sentido da contemplar a vida, acreditar nas pessoas e nas coisas do deste mundo, como as redes sociais, por exemplo.

No artigo abaixo, a garota revela a sua impressão sobre as relações que são construídas a partir da internet via as redes sociais, sempre, claro, expondo o seu romantismo nato e apurado senso crítico.

Enfim, fiquem como o artigo “Entre o real e o ideal” da minha querida, estimada e talentosa amiga Isadora Ribeiro:

“Temos que saber que não somos aquele ideal de pessoa e que, possivelmente, não seremos nunca, porque o ideal é uma burrice coletiva”

Isadora Barbosa

As pessoas são, nas redes sociais, criaturas maravilhosas. A maioria é compreensiva, fiel e quase “perfeita”. Lá, a maioria dos homens respeita as mulheres e a maioria das mulheres gosta de homens inteligentes e que sejam legais e nem tão bonitos assim.

Acredito que o sucesso dessas “redes” acontece a partir da necessidade que as pessoas têm de pertencer a grupos.

Antigamente, existiam três grandes grupos dos quais as pessoas faziam parte: escola, Igreja e clube. Hoje, as pessoas estudam em quatro ou cinco escolas diferentes, raramente frequentam a algum clube e à Igreja, nem pensar. Então, como pertencer a algo já que não existem grupos aos quais pertencer? As redes sociais, com a promessa de felicidade, parecem ser a solução. Nelas, você pode participar de quantos grupos você quiser, desde os amantes da pornografia até os viciados em jogos e ninguém tem nada a ver com isso.

Claro que, nestas horas, só o ego da pessoa aparece. Ninguém coloca no perfil coisas como: “Eu tenho algum tipo de preconceito”, “Não concordo com algumas atitudes”, “Peço a Deus que aumente a minha fé”… Enfim, todo mundo é legal, divertido e todos são pessoas que nós gostaríamos de conhecer. A maioria das fotos é só de viagens e coisas legais que fazemos com os amigos ou aquelas em que o ângulo, a luz e o humor nos favorecem muitíssimo, muito mais do que pessoalmente. É uma verdadeira seleção de “estrelas”. Todos querem parecer lindos, ricos e sexys e é aí que começa o perigo: quando queremos parecer e nem ao menos somos.

As redes sociais são o ideal de cada um e não o real. Nelas, estão estampadas as fotos da pessoa que gostaríamos de ser, das coisas que gostaríamos de ter, das pessoas que gostaríamos de conhecer e da vida que gostaríamos de levar, se não fosse a vida real, ou seja, é a maior fonte de pessoas controladoras do planeta, porque tudo lá é controlável: seu humor, se você é ou não é sexy, se está ou não procurando um relacionamento e de que tipo… lá você pode ser atraente, mesmo muito acima do peso; Pode ser inteligente, mesmo sem ter concluído a segunda série, enfim, pode ser no virtual, o que não pode ser no real.

O problema não está no que podemos ou não ser, e sim, de sermos o que não somos. Nem para todo mundo ser belo é importante, mas, para uma modelo, é muito importante. Ser ótimo em matemática é excelente para um engenheiro, mas completamente inútil para um médico, por exemplo (pelo menos enquanto profissão). Então, por que ainda corremos atrás do que não somos? Por que não aceitamos aquilo que somos e, principalmente, a nossa sombra? Temos que saber que não somos aquele ideal de pessoa e que, possivelmente, não seremos nunca, porque o ideal é uma burrice coletiva.

Todo mundo quer ser “destaque”, todo mundo quer ser esperto, todo mundo quer coisas que não pode. Então, por que criar um perfil público contando um monte de mentiras? Porque acreditamos nelas. Cruel, não?! Passamos a vida acreditando sermos uma pessoa que não somos e, quando somos colocados frente a frente com isso, como dói. Daí vem coisas como depressão, pânico e outras mazelas.

Então, antes que cheguemos a este ponto, devemos re-examinar nosso “site” interior e entender quem nós somos de verdade, colocar aquilo que nós somos para todo mundo ver e aceitar e ser, de verdade. Isso pode ser uma tarefa difícil e que vai nos deparar com coisas que não gostamos, mas, com certeza, no final, estaremos com a verdadeira liberdade e com a essência do que somos de verdade.


O meu amigo, Benedito Buzar

Benedito Buzar

A Assembleia Legislativa do Maranhão realiza, nesta segunda-feira (18), às 16h, solenidade em comemoração aos 178 anos de sua existência e também o transcurso do Dia do Poder Legislativo no Estado do Maranhão.

Entre a programação comemorativa da “Casa do Povo”, está devolução simbólica dos mandatos dos deputados estaduais cassados pela Golpe Militar de 1964, Benedito Buzar, Sálvio Dino e Kleber Leite.

Dos três ex-deputados, o blogueiro tem a honra de desfrutar da amizade de Benedito Buzar, nosso eterno professor de Ciência Política – Sálvio Dino não conheço pessoalmente, Kleber Leite conheci, mas não tinha relação próxima.

Natural de Itapecuru-Mirim, Buzar é bacharel em Direito, jornalista, professor e um dos mais brilhantes pesquisadores maranhenses. Conhece muito sobre a política do Maranhão, e bastam alguns minutos de prosa com o mestre para se aprender muito sobre o nosso estado.

Trabalhou no Jornal do Dia, a coluna diária Roda Viva, que assinava sob o pseudônimo de J. Amparo, foi colaborador dos jornais O Imparcial, O Jornal, Jornal do Dia, O Debate, O Estado do Maranhão, e ainda das revistas Garota de São Luís, Projeção, Impacto e Legenda, da qual também foi secretário.

Buzar foi também produtor e apresentador do programa Maré Alta, nos tempos em que se discutia o Maranhão de forma séria e propositiva.

Entre sua imensa produção literária, acadêmica e intelectual, destacam-se: A greve de 51; os trinta e quatro dias que abalaram São Luís; Fiema: vinte anos de lutas e vitórias; 50 anos de Banco do Estado do Maranhão; Politiqueiros, politicalha, politiquice, politicagem e política do Maranhão; O vitorinismo; lutas políticas no Maranhão (1945 a 1965); Vitorinistas e Oposicionistas; e Neiva Moreira: o jornalista do povo.

Enfim, Benedito Buzar é uma das mais brilhantes inteligências do Maranhão. Mostra que do lado do grupo Sarney também tem muita alma boa.

O blogueiro estará presente na cerimônia da Assembleia para dar um abraço no amigo e professor Buzar.


Paço do Lumiar: foliões aprovam o Carnaval da cidade

Prefeito Josemar e o vice Marconi Lopes comandaram a folia em Paço do Lumiar

Em clima de muita alegria e descontração, foi encerrado na terça-feira (12), o carnaval promovido pela Prefeitura de Paço do Lumiar, que reuniu durante os quatro dias de festa, milhares de pessoas nos circuitos do Viva Maiobão e Iguaíba. Nem a chuva forte que caiu durante toda a noite, acabou com a animação dos foliões, que se divertiram ao som das bandas de forró elétrico e blocos locais.

Este ano, a Prefeitura de Paço do Lumiar por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer proporcionou um carnaval comunitário e familiar, com o tema “Um Carnaval para Todos”, onde os foliões puderam curtir a festa momesca próximo de suas residências e com total segurança.

Para Fernando Muniz, secretário de Cultura, o saldo do carnaval foi positivo. “Nós da Secretaria de Cultura nos empenhamos bastante para realizar este primeiro carnaval da nova administração municipal, e a presença massiva do público nos quatro dias de festa no Maiobão e Iguaíba, é o resultado de que as expectativas foram superadas”, disse.

O Prefeito Josemar e o vice, Marconi Lopes marcaram presença nos circuitos e acompanharam a alegria dos foliões luminenses. Josemar relatou que apesar de administração estar passando por dificuldades financeiras, se buscou a alternativa de realizar um carnaval dentro das possibilidades da Prefeitura. “Privilegiamos os artistas locais e suas bandas, e tenho a certeza que as comunidades aprovaram a escolha”, relatou o Prefeito Josemar.

Para a estudante Fernanda dos Santos, que curtiu o carnaval no Viva Maiobão, a festa vai deixar saudades. “Vim todos os dias pra cá e dancei muito com meus amigos. A segurança nos dias de festa foi muito importante para que a gente se divertisse com tranquilidade”, destacou.

Arrastão – Na terça-feira de carnaval, a comunidade de Iguaíba realizou mais uma edição do grande arrastão de blocos organizados. A brincadeira acontece há aproximadamente vinte anos, e já se tornou uma tradição local.

Os blocos saem no último dia de carnaval, sendo esperado por foliões da própria comunidade, assim como, de São Luís. Irreverência nos nomes, marchinhas próprias e muita organização é o que apresentou cada grupo, que no final da tarde se juntaram num grande cortejo de trios elétricos, da avenida principal de Iguaíba em direção à Praça Nossa Senhora da Conceição.

Este ano, o destaque foi paras os blocos “Furacão do Jegue” e “Skina Folia” que arrastaram cada um, mais de duas mil pessoas. A novidade ficou com o “Junto e Misturado” e “Esse Cara Sou Eu”, estreantes no carnaval de Iguaíba.

O comerciante Niod Feques contou que, o arrastão dos blocos é uma festa familiar e que sua origem é dos intrudes carnavalescos. Ressaltou que este ano, a comunidade se sentiu valorizada com a programação da Prefeitura, podendo brincar todos os dias de carnaval próximo de suas casas. Acrescentou ainda, que a partir de agora, a cultura do carnaval de Iguaíba começará a ser resgatada, e os iguaibenses voltarão a fazer um grande carnaval.

Um forte esquema de segurança para o carnaval foi montado, com um efetivo de homens da Polícia Militar e reforço de seguranças particulares. De acordo a PM, cerca de 30 mil pessoas passaram pelos circuitos da folia, e sem registros de ocorrências graves.

Mais Folia – E quem pensa que a folia em Paço do Lumiar já terminou, a Secretaria de Cultura anunciou a volta do “Lava Garfos”, uma festa pós-carnaval que há vários anos não é realizada no município. A festa acontecerá no dia 23 de fevereiro no Viva Maiobão.


Primeiro livro do fundador do WikiLeaks chega ao Brasil

Cypherpunks: Liberdade e o Futuro da Internet é o primeiro livro escrito por Julian Assange.

Chega ao Brasil nesta semana o livro “Cypherpunks: Liberdade e o Futuro da Internet”, a primeira obra escrita por Julian Assange, o fundador do site WikiLeaks. A edição brasileira é responsabilidade da Boitempo Editorial e tem a colaboração do filósofo esloveno Slavoj Zizek e da jornalista Natalia Viana.

A obra é uma reflexão de Julian Assange sobre o seguinte tema: a comunicação eletrônica vai nos deixar mais livres ou nos escravizar? Além, um grupo de ativistas (Jacob Appelbaum, Andy Mueller-Maguhn e Jéremie Zimmermann) também participam do livro.

De acordo com o autor, haverá no futuro uma onda de repressão à internet a ponto de ela ser considerada uma ameaça à civilização. Sites como o Google e o Facebook seriam, juntos, a maior máquina de vigilância que já existiu, capaz de rastrear continuamente a nossa vida. O livro tem preço sugerido de R$ 29.

Fonte: Adrenaline