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5 dicas para revolucionar sua pequena empresa
Especialistas listam recomendações para que um pequeno empresário profissionalize o seu negócio
São Paulo – Um dos principais erros que os empreendedores cometem é não perceber quando a empresa precisa de recursos para crescer. “O empreendedor, na essência, é uma pessoa que corre riscos, pensa e faz acontecer, mas não necessariamente sabe gerir um negócio”, explica José Augusto Figueiredo, presidente no Brasil da consultoria LHH|DBM na América Latina.
Para Renê Jose Rodrigues Fernandes, gerente de Projetos do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), às vezes, o empresário tem várias informações sobre a empresa nas mãos, mas não sabe como usar de forma estratégica. Veja abaixo cinco recomendações de Fernandes e Figueiredo para profissionalizar sua pequena empresa.
1. Tenha um plano de negócios
Uma das principais ferramentas para gerenciar uma empresa, o plano de negócios não é somente necessário no começo da empresa. “É um controle ou uma fotografia de como a empresa está”, afirma Fernandes.
Informações sobre o mercado, finanças e operações são importantes para montar esse documento. Se o empresário fizer a constante revisão, poderá usar como base para decisões estratégicas.
2. Aprenda a delegar
Uma atitude inteligente que um empresário deve tomar é refletir sobre a maneira como ele faz a gestão de sua equipe de funcionários. “Ele precisa perceber se confunde competência com confiança”, afirma Figueiredo.
Ao descentralizar algumas decisões, o empreendedor poderá contar com uma equipe mais confiante e preparada para lidar com situações inesperadas.
3. Separe as contas da empresa
Um erro comum e grave cometido por pequenos empresários é o de misturar gastos pessoais com os do negócio. Além disso, a separação deve ser estendida para todas as áreas da empresa e não só a financeira.
“Se a esposa do sócio pede algo para um funcionário da empresa, tem desvio não só de dinheiro, mas de função”, explica Fernandes. Por isso, separar bem as questões pessoais e profissionais é essencial.
4. Reúna um conselho de administração
Dependendo do nível de amadurecimento da empresa, não é recomendado que as decisões fiquem somente nas mãos do dono. Ao buscar pessoas de fora para participar do conselho, o empreendedor pode agregar profissionais com uma visão macro do mercado.
Para Fernandes, poucas empresas têm e muitas que teriam potencial para ter este conselhor estão desperdiçando essa oportunidade.
5. Busque ajuda especializada
Recorrer a consultorias jurídicas e contábeis é recomendável para tomar determinadas decisões em relação ao negócio, como tributos e leis trabalhistas. Para certos negócios, Fernandes explica que o auxílio de auditores externos é importante.
Pode se tornar uma grande vantagem para quando a empresa estiver pronta para receber um aporte de uma venture capital, por exemplo.
Fonte: Revista Exame
“Todos podem ser líderes no seu espaço de trabalho”, afirma Peter Senge

“Não é função da empresa convencer ninguém. Os bons gestores criam espaço e oportunidades para que as pessoas trabalhem juntas de forma eficaz”
Para o autor de A quinta disciplina, é possível que todos os níveis de uma organização trabalhem com o mesmo grau de engajamento, desde que os administradores estejam comprometidos com isso
Expressões como “vantagem competitiva”, “domínio pessoal” e “visão compartilhada” são cotidiana e exaustivamente repetidas nas organizações, seja pelos diretores e gerentes, seja pelos empenhados colaboradores. Compreendê-las na prática, entretanto, é o que de fato faz a grande diferença. Pelo menos é o que pensa o norte-americano Peter Senge. PhD em Management pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology, ele é autor do prestigiado livro A quinta disciplina, em que apresenta as cinco competências que considera fundamentais para o sucesso de um modelo administrativo, sendo a última delas – “visão ampla” ou “raciocínio sistêmico” – a mais importante.
Para o estudioso, o administrador precisa compreender o mundo como um grande corpo do qual ele e a organização que dirige fazem parte. “Tenho que entender como eu quero que minha empresa contribua para esse mundo mais amplo”, afirma Senge, para quem o desempenho de um negócio está diretamente relacionado a essa capacidade de percepção sistêmica daqueles que o comandam.
Senge destaca ainda que a liderança, dentro das organizações, não precisa estar restrita aos diretores e gerentes. Para ele, na verdade, a possibilidade de cada profissional agir como líder no exercício do seu trabalho é um dos fatores que podem garantir que todos atuem com o mesmo grau de engajamento, colocando em prática outra das suas disciplinas, a “visão compartilhada”. E faz uma importante observação: nem todos os líderes comandam alguma coisa.
Você costuma dizer que os líderes devem ser “idealistas pragmáticos”. Na prática, o que isso significa?
Em primeiro lugar, quando diz líderes, você se refere aos chefes?
Sim, a eles, principalmente.
É sempre bom tentar esclarecer isso, porque há muitos tipos de líderes. E muitos deles não são chefes de ninguém. Se estamos falando sobre negócios, é importante você estar atento ao desempenho da empresa. Mas você tem que prestar atenção também a um mundo mais amplo. E o que acontece nesse mundo? Qual é a minha visão pessoal? Tenho que entender como eu quero que minha empresa, minha organização, contribua para esse mundo mais amplo. É bastante simples.
Você é reconhecido no mundo todo como um dos principais nomes do pensamento estratégico, pela relevância dos seus estudos e a aplicabilidade de suas teorias. Entretanto, colocar em prática – por exemplo – a sua quinta disciplina é algo ainda um tanto difícil para algumas empresas, principalmente em mercados menores, onde o pragmatismo fala mais alto. Como você avalia o nível de aprendizado das empresas hoje, principalmente nos mercados emergentes?
Eu não passo muito tempo em países como o Brasil. Então não tenho tanta experiência para falar sobre eles. Eu acho que há mais oportunidades em mercados emergentes, porque há muito espaço para experimentação. Uma das empresas que eu conheço bastante no Brasil é a Natura, uma empresa grande hoje. Mas há 20 anos não era tão grande. E eles tinham uma visão muito clara do impacto social que desejavam ter, vendendo com uma rede grande de pessoas que, talvez, seriam muito pobres se não tivessem esse emprego de consultoras da Natura. E buscando comprar produtos que fossem realmente naturais e que fossem consumidos de uma forma sustentável. Então acabou surgindo um espaço muito grande para a inovação.
Em primeiro lugar, eu não acho que a quinta disciplina seja tanto uma teoria, é mais prática, uma prática que nós aprendemos das outras empresas. Uma empresa como a Natura tem descoberto, sozinha, uma série desses princípios básicos, olhando o sistema mais amplo do qual eles fazem parte, uma visão forte daquilo que eles querem criar e tendo um compromisso com o desenvolvimento pessoal dos seus funcionários. Embora esses movimentos sejam naturais, não significa que sejam fáceis. Tudo que aprendemos, aprendemos de empresas que aplicaram esses conceitos de forma bem sucedida numa inovação de longo prazo.
Acerca das iniciativas da chamada wikieconomia ou economia colaborativa, elas podem ser consideradas como um instrumento de aprendizado contínuo entre empresas?
Quando você tem uma economia, creio eu, que requer colaboração, essa é a circunstância ideal para analisar como todos funcionam juntos. Por exemplo, se você olhar comunidades rurais tradicionais ou estruturas tribais mais antigas, lá as pessoas têm que trabalhar juntas. Quando há crescimento, as empresas estão se desenvolvendo, muita gente acaba lutando individualmente. Mas aprender a ter eficácia na colaboração é fundamental para a sobrevivência das economias de hoje. Isso pode ser tão simples quanto, por exemplo, você trabalhar com seus fornecedores chave.
Que tipo de relação queremos criar? Confiança é uma coisa complicada. Por que, por um lado, pode parecer que basta parecer simpático com o outro. Mas quando há uma relação de confiança real, nós podemos questionar um ao outro e levá-lo a aprender. Então, na verdade, as relações baseadas em colaboração mútua e na confiança são relações básicas para o desenvolvimento das pessoas. Em momentos econômicos difíceis é ainda mais importante desenvolver essas competências em colaboração.
Sobre a sua disciplina que trata do aprendizado nas empresas, é importante que os colaboradores entendam que aprender coletivamente é a melhor maneira de todos, inclusive a companhia, crescerem. Como as empresas podem provar aos seus funcionários que isso será de fato bom para todos? Como atestar que o todo pode ser maior que a soma das partes?
Eu acho que as pessoas têm que provar para elas mesmas. Não é função da empresa convencer ninguém. Os bons gestores criam espaço e oportunidades para que as pessoas trabalhem juntas de forma eficaz. E aí as pessoas descobrem sozinhas. O que é muito importante aqui é perceber o seguinte: isso faz parte da natureza humana. Os seres humanos são seres sociais. Naturalmente, somos indivíduos também. Mas todo mundo tem a percepção de que o seu bem estar depende das suas redes e da colaboração. Se você perguntar o que é mais importante para as pessoas no ambiente de trabalho, a maioria dirá que gosta de fazer parte de equipes onde possa aprender, onde o trabalho seja realmente interessante, que tenha um significado, que faça sentido, e que permita estavelecer relações de importância real. Então os gestores não têm que convencer as pessoas disso, eles só têm que parar de dificultar essas relações.
Outra das cinco disciplinas que você elenca em seus estudos sobre aprendizado nas empresas é a visão compartilhada, que na prática significa justamente conseguir das equipes compromisso e engajamento em vez de mera aceitação do trabalho. Você não acha um tanto utópico querer o mesmo nível de engajamento em todos os níveis de um sistema hierárquico onde cada parte desfruta de forma diferenciada dos resultados?
Não acho que seja utópico, acho que é uma visão. Depende do que você quer dizer com utópico. Muitas vezes, utópico pode querer dizer “não impossível”. Eu vi isso acontecer muitas vezes. Eu vejo que isso não é impossível, mas requer um certo comprometimento por parte dos gestores, no sentido de criar oportunidades para as pessoas descobrirem seus próprios compromissos. Voltando àquilo de que estávamos falando antes, você tem que acreditar que as pessoas, independente do trabalho ou da função que exercem, prefeririam estar comprometidas com o seu trabalho. Essa é uma premissa muito importante. Se você não tem essa premissa, tudo isso não serve para nada. Você precisa realmente acreditar que há algo desejado pelas pessoas, e deve ser um gestor que crie essas condições. Eu acho que é bem diferente da forma como a maioria das empresas funcionaram historicamente.
E qual é essa diferença?
Elas crescem e os gestores acham que o trabalho deles é simplesmente dar ordens para as pessoas, e não ouvir, tratar todos como líderes. No exército norte-americano eles dizem que o seu primeiro dia como líder é o primeiro dia no trabalho. Então o interessante é acreditar que todos podem ser líderes no seu espaço de trabalho. Eu uso esse exemplo porque o exército é um arquétipo claro do que é a hierarquia. Então essa disciplina é perfeitamente compatível com a hierarquia, se os gestores realmente estiverem comprometidos com isso. Então, não acho que seja algo utópico. Pelo contrário, acredito que seja muito prático. Porém difícil
Municipalismo: 23 municípios criam consórcio no Maranhão
No próximo dia 26 de abril, sexta-feira, será realizada a cerimônia de lançamento do Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão – COMEFC. O evento acontecerá a partir das 11h30, no Salão Buriti, do Rio Poty Hotel, e logo em seguida será oferecido um almoço aos convidados. O COMEFC, consórcio dos 23 municípios sob influência da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão, tem como objetivo central estabelecer a relação direta entre os gestores públicos municipais e a VALE. Neste mesmo dia, antes do lançamento, os prefeitos dos municípios envolvidos no consórcio estarão participando da primeira Assembleia Geral para a elaboração e aprovação do estatuto social da entidade e, em seguida, da eleição da primeira diretoria da entidade.
Entre os focos e metas do consórcio está o recolhimento de tributos municipais, pagamento de compensações socioeconômicas e ambientais, contribuição para o Fundo de Desenvolvimento Municipal – FDM (a ser criado em todos os municípios consorciados) e contribuição para o Fundo de Desenvolvimento e Mobilidade Urbana – FDMU (a ser criado em São Luís). De acordo com Leoncio Lima, diretor executivo da MCM Consultoria, empresa especializada em projetos que irá gerir o consórcio, por meio do COMEFC será possível a constituição de Planos Diretores Municipais eficientes e eficazes que trarão como consequência a realização de ações estruturantes para a melhoria do IDH-M desses municípios. “Hoje podemos observar que 83% dos 23 municípios consorciados possuem IDH-M abaixo da média do estado do Maranhão”, informou.
A presidente da Comissão Executiva do Consórcio, a prefeita Cristiane Damião, de Bom Jesus das Selvas, relatou que esse consórcio tem a ideia principal de trazer mais desenvolvimento para os municípios do Maranhão que sofrem a influencia da Estrada de Ferro Carajás, sob influência da VALE. “Acreditamos que juntos seremos mais fortes que sozinhos. Para nós, prefeitos e prefeitas, é de grande importância o investimento em vários segmentos da sociedade. Através o COMEFC, teremos mais condições de oferecer melhores oportunidades e estrutura para a população de nossos municípios”, declarou.
De acordo com dados da MCM Consultoria, o Maranhão é responsável pelo escoamento de 42% de toda a produção de minério da VALE no Brasil. Em 2016 será responsável por no mínimo 55%, podendo chegar a 2020 a 60% de toda movimentação de minério de ferro bruto no Brasil. “Isso quer dizer que todas as estradas de ferro de propriedade da VALE não chegarão nem próximo ao transporte realizado pela Estrada de Ferro Carajás”, alertou Leoncio Lima.
O COMEFC terá o propósito de juntar os objetivos comuns dos municípios, que desde 1984 sofrem os impactos econômicos, sociais e ambientais decorrentes da Estrada de Ferro Carajás, leia-se VALE S.A., sem em nada serem beneficiados.
PRINCIPAIS METAS DO COMEFC
1) Elevar o número mínimo do IDH-M dos municípios consorciados para um patamar superior a 0,680 (o IDH médio do MA em 2000 foi de 0.636);
2) Estabelecer um nível mínimo de excelência na arrecadação de tributos municipais, com a unificação de procedimentos e gestão focada em resultados;
3) Elaborar em conjunto com os gestores públicos e parceiros o Plano Diretor de cada município e indicar fontes para a realização de ações estruturantes nos aspectos social, econômico e ambiental;
4) Atuar em conjunto com os gestores públicos na criação dos Fundos de Desenvolvimento Municipal, com foco nos aspectos: educação, renda e saúde. Neste caso, a VALE terá papel de empresa patrocinadora destes fundos, na concepção de Geração de Valor aos Municípios – GVM, visto que só em 2010 a VALE distribuiu cerca de R$ 5 bilhões de Geração de Valor ao Acionista – GVA e nada pagou aos municípios.
MUNICÍPIOS PARTICIPANTES
Açailândia, Alto Alegre do Pindaré, Anajatuba, Arari, Bacabeira, Bom Jardim, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Cidelândia, Igarapé do Meio, Itapecuru Mirim, Itinga do Maranhão, Miranda do Norte, Monção, Pindaré-Mirim, Santa Inês, Santa Rita, São Francisco do Brejão, São Pedro da Água Branca, São Luís, Tufilândia, Vila Nova dos Martírios e Vitória do Mearim.
O mito do foco
“Era uma vez um pequeno lagarto que espreitou um inseto tão entretido em colher seu pólen que nem se deu conta do perigo. O lagarto focou pacientemente no inseto, fez a mira perfeita e zap! Lançou sua língua mortal e capturou o seu almoço. Tão concentrado ele estava em enquadrar o inseto que não se deu conta de que um grande pássaro o estava observando atentamente e mal o lagarto engoliu o seu almoço o pássaro deu um voo fulminante e pinçou o lagarto que ainda se debateu. Nesse momento um homem que estava vendo a cena de perto retesou seu arco e certeiramente acertou o pássaro que caiu. Ainda saboreando a recompensa pela sua paciência e concentração ele nem percebeu que havia subido num formigueiro de formigas assassinas que já escalavam a sua perna”
por Roberto Goldkorn (VyaEstelar)
Hoje está na moda se falar de “FOCO”. Fulano não tem foco, os jogadores estão focados na partida, o bom executivo tem de ter foco na sua carreira e vai por aí. O deus da vez é o foco!
Todo conceito que se populariza e é repetido de forma leviana, se perde em labirintos de sutilezas, sub-significados e carências de compreensão.
De vez em quando sacralizamos certos mitos e vamos repetindo, reproduzindo sem que antes tenham passado por uma análise socrática ou taoísta para vermos o seu “outro lado”.
Ter foco não é qualidade ou mérito por si só – loucos, psicopatas, ignorantes movidos por patologias mentais costumam ter foco, só que quando a loucura é demais chama-se de obsessão.
Dizer que uma pessoa é focada não nos diz absolutamente nada sobre o caráter ou a índole dessa pessoa. Nunca contrataria alguém apenas com essa informação – ao contrário muito foco pode esconder algum tipo de mente absoluta.
A História está cheia de exemplos de líderes cheios de foco, que insistiram em decisões equivocadas, (para não perder o foco), e levaram seus comandados ao desastre e à morte. Saber o que se quer com absoluta clareza nem sempre é virtude. Você conhece alguém mais focado que Hitler, ou que soubesse exatamente o que queria e como queria como Napoleão? Ou Bin Laden?
A nossa sociedade valoriza demais as certezas (tanto é que uma frase, chavão popular, é a resposta “com certeza”), as “atitudes” e com isso vai abrindo espaço para todo tipo de psicopatas e psicóticos que mais que ninguém “sabem com certeza o que querem”.
Líderes fanáticos ou fanatizantes, são pessoas que têm absoluta certeza de suas convicções e podem contagiar quem têm sacos desocupados de certezas. Eles “têm um plano”. Aparentemente alguém com foco, que sabe exatamente o que quer, serve de farol às multidões que vagam nos oceanos das incertezas e dúvidas. E aí mora o perigo. Simular convicção é muito fácil, qualquer um com a mente suficientemente doentia e algum talento histriônico pode fazê-lo.
Lembro-me de um dos meus primeiros empregos como professor de inglês num curso para adultos. O coordenador me deu um conselho de alguém com anos de experiência (eu tinha acabado de fazer dezoito anos): nunca diga em sala de aula: “Eu não sei! Se não souber de algo, dê uma enrolada, muda de assunto, e depois vai checar e volta com a resposta na ponta da língua.” Na minha primeira aula tive a satisfação de poder dizer “Eu não sei, mas vou pesquisar no nosso próximo encontro falamos sobre isso”
Hoje vejo com preocupação que todos estão cheios de suas razões, todo mundo tem foco, ou sonha em ter, como se fosse um relógio de marca ou um penteado da moda.
Mais importante que o foco é a visão lateral ou o raciocínio lateral. Pensar e perceber o panorama geral e computar todos os dados disponíveis dos cenários possíveis e não apenas o “olhar fixo no objetivo” pode ser fundamental para o sucesso de uma tarefa ou missão.
O foco muitas vezes hipnotiza e nos deixa com aquela estranha convicção (muito comum nos políticos) de que tendo fixado a mira, o alvo não nos poderá escapar. Só que muitas vezes nos esquecemos de combinar isso com o alvo ou com as circunstâncias (chamadas também de variáveis) que envolvem a missão.
O olhar focado no objetivo muitas vezes desperdiça as inúmeras possibilidades do trajeto até esse objetivo. Como diz a sabedoria oriental “O verdadeiro objetivo é o caminho e não a chegada”.
Ter a coragem de exercitar as suas dúvidas em público, permitir que seu foco perca a nitidez diante de argumentos sólidos, dizer “eu não sei” – “pode ser que eu esteja errado” – essa é a verdadeira fórmula da sabedoria e da evolução pessoal e profissional.
Obras no São Luis Shopping causam prejuízos a lojistas
É grande a reclamação entre alguns lojistas do São Luis Shopping, o primeiro grande Shopping Center da capital, inaugurado em novembro de 1999.
Os transtornos são de caráter financeiro para várias lojas, que estão vendo seus faturamentos despencaram - algumas até já fecharam as portas, como foi o caso da Raquel Silveira,. segundo apurou o Blog do Robert Lobato.
Ocorre o seguinte.
O São Luis Shopping está obras de expansão desde fevereiro deste ano. Com estas obras, uma das principais entradas que dá acesso acesso às dependências do shopping foi simplesmente isolada, gerando insatisfação e prejuízo para algumas lojas, tais como a Sérgios Calçados, Romanel, Fotomania, Vox Conception, a Banca de Revistas etc.
O quiosque Print e Bord, por exemplo, não aguentou a aqueda de faturamento após as obras e está se mudando de mala e cuia para o Shopping da Ilha, atualmente uns dos principais concorrentes do empreendimento liderado pelo Grupo Claudino.
A previsão, segundo informação dos lojistas apavorados com a situação, é que estas obras estendem-se até agosto de 2014, o que pode fazer com que ao mesmos não suportem o prejuízos com a queda nas vendas sem ao menos terem algum tipo de compensação por parte do São Luis Shopping enquanto as obras estiverem em curso.
O jeito será as lojas fecharem as portas de vez.
Ou mudarem-se lá pras bandas do Maranhão Novo pegando a Via Expressa…
Restaurante é acusado de discriminar funcionária por ela ter “ficado feia”
Após fazer uma cirurgia, uma ex-garçonete da Hooters ficou com o cabelo mais curto e uma cicatriz no crânio
Uma filial da rede de restaurantes Hooters, conhecida pela beleza de suas atendentes, localizada no Missouri (EUA) está sendo acusada de discriminação por uma ex-garçonete. A americana Sandra Lupo, que trabalhou na unidade por oito anos, está processando a empresa após perder o emprego.
De acordo com Sandra, sua saída aconteceu depois que ela realizou uma cirurgia para retirar um tumor benigno do cérebro. A operação deixou a ex-garçonete com o cabelo mais curto e uma cicatriz no crânio.
Quando voltou de sua licença, Sandra foi ordenada a usar uma peruca durante o horário de trabalho. Entretanto, a peruca estava atrapalhando o processo de cicatrização. Por ter ficado menos atraente, a jovem conta que foi sendo escanteada. Ficava escondida e teve seu horário reduzido, diminuindo sua remuneração. Ela afirmou ao site “STL Today” que a situação ficou insustentável, deixando-a apenas com a alternativa de procurar outro emprego.
Senador vai propor CPI do Sistema S
O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) afirmou que apresentará um requerimento para que seja instalada no âmbito do Senado da República uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com objetivo será apurar irregularidades praticadas por entidades que integram o chamado Sistema S, um conglomerado de instituições composto pelo Sesc/Senac/Sesi,Senai/Sebrae/Sest/Senat etc.
Ataídes Oliveira tem sido uma vez quase solitária na cobrança por maior transparência administrativa nas ações das entidades do Sistema S, pois, de acordo com o senador, elas não cumprem o princípio constitucional da publicidade, pratica a contratação de pessoal sem critérios, paga supersalários a gestores e diretores, além de cobrar preços exorbitantes por cursos que deveriam ser oferecidos gratuitamente.
Em mais um pronunciamento sobre o assunto, feito na semana passada, o senador afirmou ter recebido um acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU) com auditoria dos Departamentos de Publicidade, Eventos e Consultoria do Sesi e do Senai. De acordo com o documento, há “irresponsabilidade financeira” nas duas entidades.
Ataídes Oliveira criou o Blog do Sistema S, que tem por objetivo levantar informações jurídicas contábil e tributária que ajudem a compreender o funcionamento, a estratégia e as dimensões desse sistema que arrecada mais de R$ 15 bilhões por ano de empresários – com autorização do Poder Público, mas que de fato desconhece o destino desse montante de recursos.
O senador também é autor do livro “Caixa Preta do Sistema S”, disponível em versão PDF (veja).
Se a CPI do Sistema S for realmente criada, com certeza aparecerá escândalos pelos quatro cantos país envolvendo as entidades “S”, inclusive aqui, no nosso Maranhão.
É bom os dirigentes locais colocarem as barbas de molho…
10 termos muito usados que devem ser eliminados dos currículo
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Há certas palavras e frases que se tornaram tão onipresentes nos currículos que chegam a provocar bocejos e reviradas de olhos nos responsáveis pelas contratações nas empresas. Os empregadores estão tão acostumados a ouvir termos como “pró-ativo” e “solucionador de problemas”, por exemplo, que essas descrições acabaram perdendo todo o sentido. Para diferenciar-se de seus concorrentes, o profissional deve cortar os clichês ou, pelo menos, tentar dar detalhes mais concretos ao descrever suas habilidades e qualificações.
A Robert Half Internacional, empresa global de recrutamento especializado, pediu a mais de 1.300 gerentes de empresas nos Estados Unidos e do Canadá que enumerassem as frases mais usadas nos currículos. Com base no resultado dessa pesquisa, o site CareerBuilder listou os 10 termos que devem ser aposentados de vez pelos profissionais:
Trabalhador árduo – Nada faz com que os olhos de um gerente de contratação se revirem mais rápido do que ver esta descrição. Por quê? Porque praticamente todos os candidatos, mesmo os menos motivados, afirmam trabalhar duro. Para impressionar um potencial empregador, você precisa explicar exatamente o quão você se dedica ou está disposto a fazê-lo: costuma cumprir prazos agressivos, lidar com um grande volume de projetos, ultrapassar metas ambiciosas ou é voluntário para lidar com as tarefas fora da sua função?
Pró-ativo (self started) – As empresas procuram candidatos astutos, que tenham a iniciativa de tocar as tarefas e solucionar problemas sem ter alguém do lado tendo que dizer o tempo todo o que fazer ou que precisem de um direcionamento gerencial constante. Em outra pesquisa da Robert Half, os gestores citaram o domínio de novos processos e procedimentos como os maiores desafios ao se iniciar um novo trabalho. Infelizmente, dizer que é pró-ativo não vai convencer ninguém de sua desenvoltura ou sua capacidade de fazer contribuições significativas para a empresa. Em vez disso, mostre que você é inteligente e confiante o suficiente para fazer um trabalho sem a ajuda regular e os conselhos de outras pessoas ou como prosperou na gestão de projetos importantes com pouca ou nenhuma supervisão.
Trabalhar em equipe – Este termo é o clichê dos clichês. Trabalhar bem com os outros é imperativo, por isso seja específico. Enumere como você colaborou com os colegas: mergulhou fundo no trabalho para ajudar um colega sobrecarregado a entregar um projeto de alta prioridade no prazo ou conduziu uma iniciativa para um departamento chave da empresa.
Altamente qualificado – Quando se trata de sua qualificação, mostre, não apenas fale dela. Não utilize essa expressão vazia e descreva o que você pode trazer de proveitoso para a função. Sempre que possível, quantifique as suas maiores conquistas (fale sobre os lucros que você gerou ou o dinheiro economizado pela empresa com a sua colaboração, por exemplo). Além disso, enfatize suas habilidades mais pertinentes e certificações. Pesquisar sobre a empresa ou fazer uma leitura cuidadosa da descrição da vaga pode ajudar a determinar quais aspectos devem ser enfatizados.
Dinâmico – O que realmente significa este termo muito usado? Que você está cheio de ideias inovadoras e de energia positiva? Se for verdade, basta dizer isso. Caracterizar-se apenas como “dinâmico” pode soar prepotente e nada natural.
Solucionador de problemas – Não adianta dizer que é um “solucionador de problemas”. Os empregadores querem provas concretas de sua eficácia. Que soluções específicas você criou? Como superou obstáculos? Você já ajudou o seu chefe ou colegas a simplificarem ou descongestionarem fluxos de trabalho ineficientes?
Confiável – Não desperdice espaço divulgando “forças” que são requisitos básicos de qualquer trabalho, tais como confiabilidade. Espera-se que você — e todos os outros potenciais contratados — sejam confiáveis. Apresentar-se na hora certa e fazer o seu trabalho sem se gabar é o mínimo esperado.
Estar familiarizado com – Muitos candidatos a emprego confiam nesta frase ambígua para ocultar a falta de conhecimento profundo em uma área específica. Por exemplo, uma pessoa pode, tecnicamente, afirmam estar familiarizado com um programa de software que usei apenas uma vez. Este tipo de insosso texto levanta bandeiras vermelhas. Não vai dar aos empregadores qualquer senso de seu nível de conhecimento, mas vai diluir o impacto de suas competências centrais mais relevantes.
Flexível – A mudança é a única constante hoje. Como tal, as empresas buscam profissionais versáteis, que vai ajustar facilmente a novas situações. Mas vá um passo além da simples referência a si mesmo como flexível. Sublinhado a sua adaptabilidade, explicando como você respondeu com sucesso a uma grande mudança no trabalho ou habilmente tratados aspectos imprevisíveis de seu trabalho.
Comunicativo (people person) – Habilidades de interagir com as outras pessoas são essenciais para a maioria das funções. Empregadores valorizam os profissionais que têm a capacidade de se comunicar de forma eficaz e construir amizades com um diversificado leque de contatos internos e externos. Cite exemplos de como conseguiu resolver um desafio para um colega de trabalho ou cliente, ou ajudou partes interessadas a chegar a um consenso.
Fonte: O Globo
Estímulos e provocações para empreendedores
Uma das características marcantes de quem empreende é descobrir, ou transformar, em oportunidades, situações ou necessidades onde a grande maioria apenas enxerga problemas
Empreender é uma iniciativa, ou até uma arte, que não está necessariamente, vinculada ou dependente, das condições do meio em que ela ocorre. Existem muitos casos de empreendimentos muito bem sucedidos que surgiram em períodos de crise e recessão – tanto econômica como social -, da mesma forma que tantos outros foram criados em momentos de bonança ou euforia econômica.
O que os estudos ainda continuam mostrando é que a maioria dos empreendedores surge nas camadas mais desfavorecidas da sociedade. Ou seja, é bem mais raro o espírito, e até a iniciativa empreendedora, entre os membros da classe média ou entre famílias mais abonadas, com herdeiros que já nascem com uma vida muito mais cheia de facilidades. Sem a necessidade, ou estímulo, para conquistar algo pelos seus próprios meios ou determinação.
Especialmente se considerarmos que uma das características marcantes de quem empreende é descobrir, ou transformar, em oportunidades, situações ou necessidades onde a grande maioria apenas enxerga problemas.
Apesar de iniciativas e estímulos valiosos, como os oferecidos por entidades tipo Endeavor, Sebrae, Senac, Sesi e algumas instituições de ensino profissionalizante, existem duas fontes permanentes de desestímulo ao espírito empreendedor.
Refiro-me a própria família, que de forma bastante convencional, e com base na própria história profissional dos pais e avós, tende a orientar seus descendentes para a idéia exclusiva do emprego formal. Seja ele público ou privado, mas sempre com a doce ilusão da segurança que uma carteira profissional assinada, ou a estabilidade de funcionário público, possam proporcionar.
A outra instituição que continua preparando, quase que exclusivamente para o emprego, é a própria escola, e o mundo acadêmico de uma forma geral. Reforçam, de uma maneira muito enfática, a necessidade de um detalhado planejamento prévio – desconsiderando a importância da iniciativa e intuição – a tal ponto que a maioria das tentativas não ultrapassa os limites do papel.
Muitos sonhos, aspirações e planos já morrem no nascedouro. E não necessariamente pela escassez de recursos financeiros, mas pela falta de estímulos e autoconfiança.
Entre empreendedores podemos caracterizar dois tipos. Que embora tenham como ponto de partida algumas características em comum, ambos necessitam de tratamento e orientação que considere algumas diferenças significativas.
Refiro-me em primeiro lugar ao “lobo solitário”. Ou seja, aquela pessoa que tem ambições muito próprias, individualista e que sonha em ser “dono” do seu negócio.
Esta pessoa necessita desenvolver sistemas de auto-motivação permanente, além de também exercer uma liderança participativa, motivadora e de forte reconhecimento com sua equipe. Por menor que ela possa ser no início. E também necessita criar formas de relacionamento com fornecedores e clientes na busca de uma fidelidade que deve ser correspondida – mutuamente – em várias dimensões.
Deve tomar muito cuidado, para um adequado processo de crescimento, em não criar uma estrutura que se torne dependente da sua figura, carisma ou processo decisório. Muitos empreendedores deste tipo tendem a ser centralizadores, o que pode dificultar a formação de equipes com suficiente autonomia e grau de iniciativa.
Já quando falamos de empreendedores, que iniciam seu projeto em grupo, a principal preocupação no início deve ser a de fixar um Acordo ou Protocolo. O mesmo visa estabelecer, de forma bastante participativa, amplamente discutido e aceito por todos envolvidos, um conjunto de direitos e obrigações de tudo aquilo que envolve seu relacionamento como sócios, além do papel de gestores do negócio.
Importa saber que, na qualidade de sócios deve existir uma clara confiança para que os riscos e conquistas possam ser claramente compartilhados. Independentemente da proporção de cada um na sociedade. Já na qualidade de gestores suas atribuições, autonomia e relação hierárquica devem também estar fixadas e aceitas por todos. Tanto entre os mesmos como na relação com seus colaboradores.
Vale ressaltar que, da mesma forma como devem ser discutidos os resultados do negócio, é da maior importância que os sócios se mantenham atentos em avaliar, permanentemente, sua relação.
É bom lembrar que 70% dos negócios que desaparecem no Brasil, têm como causa principal conflitos societários – ou familiares – não resolvidos.
Este artigo visa estimular o surgimento de empreendedores em um mercado cada vez com maiores oportunidades. E para quem busca uma alternativa diferente ao emprego formal. É apenas mais uma provocação.
(Fonte: administradores.com.br)
Não desperdiçar o tempo é uma estratégia para ter eficiência
A sensação de que o dia é pequeno para resolver todas as tarefas é comum. Por isso, o desafio de todo profissional é administrar o tempo e colher bons resultados sem deixar a vida pessoal de lado
Trabalhar, fazer uma especialização, ir à academia, pagar as contas, fazer supermercado, reservar um tempo com a família, encontrar amigos, ir a umcasamento importante, visitar a avó no fim de semana, atualizar o Facebook… Ufa! A quantidade de tarefas é tanta que todo mundo já teve a sensação de que 24 horas em um dia é pouco para resolver tudo. E se não houver um bom plano para realizar tanta atividade com eficiência, o resultado pode ser stress e resultados nem tão esperados assim.
O curso de curta duração do IPOG Gestão do Tempo e Estratégia de Resultados traz técnicas de como administrar todos os compromissos e ainda assim ser eficaz. “O curso vai ensinar a não perder tempo e fazer o que realmente importa”, explica a professora do curso TathianeDeândhela. Eliminar interrupções é uma boa estratégia. “Estudos comprovam que levamos de 7 a 14 minutos para retomar a tarefa que estávamos fazendo. Se formos interrompidos 4 vezes enquanto escrevemos um e-mail podemos perder até uma hora do dia. Imagina isso ao longo da semana?”, questiona a professora.
Para ela, priorizar atividades e criar hábitos positivos, como o foco, são as principais tarefas. “Quem quer fazer dez coisas ao mesmo tempo, não tem foco. Então não vai conseguir fazer nenhuma coisa bem feita”, explica. A lógica vale tanto para a área profissional quanto para a pessoal. “É preciso se organizar até para levar os filhos na escola e fazer as compras de casa”, diz Tathiane.
Outras duas palavrinhas mágicas para gerir melhor o tempo são organização e disciplina. Uma dica valiosa é saber delegar tarefas, estabelecer uma relação de confiança com quem está perto. Começar pelas tarefas mais complicadas e chatas e deixar as mais fáceis e prazerosas para o fim também ajuda. “Já no fim do dia, quando estiver cansado, não vai ser difícil fazer algo que se gasta menos tempo e que não dê tanto trabalho assim”, explica a professora do curso.
A gerência eficiente do tempo é tão importante que se tornou um módulo de todas as pós-graduações do IPOG na área de negócios. Marina Godoy, diretora do Instituto Carlos André, fez o módulo “Gestão do Tempo” no MBA em Gestão Empresarial. “Sempre fui muito desorganizada, centralizava demais as tarefas. No dia seguinte ao primeiro dia de aula, já comecei a aplicar meus conhecimentos com a minha equipe. Hoje reservo um tempo até para responder e-mails”, conta a executiva.
Hoje, todos nós exercemos vários papéis na sociedade. Por isso é preciso equilibrar a quantidade de tempo em que estamos em cada “personagem”. No curso de Gestão de Tempo, é aplicada uma ferramenta de coaching para fazer uma auto-avaliação, que é a Roda da Vida. Avaliando o grau de satisfação com as diversas áreas da vida conseguimos perceber se é preciso reservar mais um tempo para melhorar em cada uma delas.






