26 jan 15 - Política

0

Aldo Fornazieri

O Blog do Robert Lobato voltará ao tema, mas fazendo uma análise mais empírica sobre esta “crise” do PT.

Por enquanto, fiquem com o artigo, digamos, mais intelectualmente sofisticado do cientista político Aldo Fornazieri. Confira:

A crise do PT

A crise do PT é uma evidência que ganhou relevo a partir da entrevista da senadora Marta Suplicy ao Estadão, asseverando que ou o partido “muda ou acaba”. O presidente Lula já vinha emitindo juízos acerca da crise do partido mesmo durante a campanha eleitoral. Afirmou que o PT se tornou um partido igual aos outros, que se transformou num partido de gabinetes e que se corrompeu, tornando-se “uma máquina de fazer dinheiro”. Em diagnósticos mais recentes, Lula tem emitido a opinião de que o partido está burocratizado, de que está distante dos movimentos sociais e da juventude e de que há uma excessiva centralização. A existência da crise do PT, assim, não é uma invenção de intelectuais, da imprensa ou do PIG. É uma realidade admitida pelo maior líder do partido.

A redução da bancada federal petista, a estrondosa derrota do partido em São Paulo, a redução da margem de votos na vitória de Dilma em 2014 são resultados que devem ser debitados a dois grandes fatores: 1) aos erros do governo na condução da política econômica no primeiro mandato; 2) à imagem desgastada e de partido corrupto do PT, que carrega nos ombros os escândalos do mensalão e da Petrobras, além de outros escândalos que ganharam repercussão na opinião pública, com o empenho da grande mídia. Mas é preciso dizer que o empenho da mídia em desgastar o partido e o governo não anula e não isenta o PT e integrantes do governo da prática dos mal feitos. Também o fato de que no caso do mensalão a corrupção foi praticada para financiar campanhas, como admitiram ex-dirigentes, não torna a prática menos condenável. A imagem do PT como partido corrupto e a disseminação do antipetismo em amplos setores sociais são realidades que precisam ser enfrentadas se o partido quiser se reposicionar de forma correta nas disputas futuras.

A burocratização e a oligarquização são tendências naturais dos partidos, mesmo daqueles que nascem de bases populares e de massa, como é o caso do PT. Robert Michels evidenciou essa tendência em seu clássico “Sociologia dos Partidos Políticos” que completa, neste ano, o centenário de sua publicação. Michels mostra que os partidos de massa no início se caracterizam pela participação espontânea, pelo sentido coletivo e pelas práticas democráticas internas. Na medida em que a organização se consolida, os partidos se tornarem estruturas profissionais burocratizadas comandadas por chefes oligarcas que fazem perdurar seu mando no tempo e se tornam quase que inamovíveis. A militância vai se tornando cada vez mais uma massa de manobra, perde sua relevância e as direções só mudam quando ocorre uma feroz luta de novos chefes contra os velhos oligarcas. O PT não fugiu a essa “lei de bronze da oligarquia”, descoberta por Michels.

A corrupção partidária se relaciona a causas mais complexas. Em primeiro lugar há a questão clássica de que o poder corrompe. Ela se relaciona à natureza humana: sendo os seres humanos ambiciosos e egoístas propendem mais ao mal do que ao bem e só fazem o bem quando obrigados ou quando são portadores de grande virtù, sacramentou Maquiavel. Admitindo-se que o PT cresceu e se fortaleceu, na oposição, como partido da virtude, não só por defender a ética na política, mas por ser o partido que lutava por direitos e se colocava nas ruas ao lado dos movimentos sociais e dos mais necessitados, pode-se dizer que o poder provocou uma corrupção de princípios no partido. Lideres petistas e quadros intermediários, provenientes do movimento sindical, dos movimentos sociais e da intelectualidade da classe média, ascenderam social e economicamente com a ascensão do PT ao poder. Com o colapso da ideologia socialista e com a ausência de uma ideologia republicana da virtude no partido, houve um processo de acomodação às benesses de poder e de status social e econômico de muitos petistas. Arrogância, exibicionismo, sinais exteriores de riqueza e falta de humildade acompanharam essa acomodação. O cálculo pragmático dos interesses de poder substituiu as considerações de princípios e as virtudes necessárias para realizar as grandes transformações e construir a grandeza da república.

O PT perdeu a vitalidade virtuosa

Com a perda da vitalidade virtuosa do partido, os grandes embates congressuais e as mobilizações de rua em torno das reformas estruturantes, como a taxação das grandes fortunas, a reforma tributária equitativa e a reforma política, deixaram de existir. Daí à corrupção pecuniária e do Estado, seja para financiar campanhas, seja para benefício pessoal, foi um desdobramento natural da corrupção de princípios. Enfim, o poder enfraqueceu as antigas virtudes partidárias e amoleceu a disposição para a luta, resultando o afastamento das ruas, dos movimentos sociais e um bloqueio do debate interno. Muita gente, com razão, se sentiu traída pelo partido. Se o PT não desfizer sua imagem de partido corrupto estará realizando sua anti-história, seu anti-destino, pois ele foi a principal promessa da história republicana do Brasil de resgatar a justiça e conferir dignidade à política.

O PT pode mudar a ponto de retomar a trajetória de um partido virtuoso, capaz de apontar os caminhos das grandes reformas e mudanças do Brasil? A resposta a esta indagação é incerta. O poder, a perda da vitalidade virtuosa, a existência de um dirigismo burocrático e pragmático que vai se sobrepondo à antiga militância, são fatores que bloqueiam a mudança do partido. Nestes termos, o PT tende a se firmar como um partido normal, com diferenças circunstanciais em relação aos outros partidos. Com isso, o Brasil continuará penando na trágica normalidade da desigualdade, dos carecimentos sociais e da violência, por muito tempo. O PT ficará na história como o partido que promoveu uma política social integradora, mas insuficiente para uma transformação paradigmática do país.

Em que circunstâncias o PT poderia mudar? Infelizmente, não existem correntes internas ao partido com força suficiente e com lucidez política e programática capazes de liderar uma luta reformadora. As próprias correntes mais à esquerda são um misto de perdição em devaneios ideológicos com o pragmatismo necessário ao jogo dos interesses próprios.

Mesmo assim, restam algumas alternativas para o PT mudar. A primeira consiste na possibilidade de Lula assumir um movimento, fundado num projeto, de reforma e refundação do partido. Esse movimento, por um lado, deveria resgatar princípios virtuosos antigos, que davam força a combatividade militante ao partido e, por outro, precisaria construir um programa capaz de apontar o caminho da grande transformação do Brasil orientada para a redução das desigualdades, para a revolução científica e tecnológica e para o reposicionamento do país no contexto global. O que há de positivo neste aspecto é que Lula vem se mostrando inquieto com os descaminhos do partido. E só ele teria força e liderança suficientes para provocar essa reviravolta.

A segunda alternativa consiste na possibilidade de o governo Dilma se tornar um demiurgo capaz de construir um novo caminho, assentando não só as bases, mas fincando os principais pilares das grandes transformações do Brasil. Se o governo for capaz dessa façanha poderá exercer um poder de arrasto sobre o PT, obrigando-o a uma reforma interna. A terceira alternativa consiste na derrota eleitoral em 2018. Nesse caso, o saldo da experiência do partido em 16 anos de governo se revelaria negativo. O partido, provavelmente, passaria por um período de conturbações internas, de intensas disputas e de tentativas de mudança de rumos. E, por fim, poderá a administração Haddad alcançar estrondoso sucesso a ponto de ressignificar a imagem e o programa do partido junto à sociedade? Ainda não há elementos conclusivos para responder afirmativamente essa indagação. Como se vê, a história é generosa em oferecer ocasiões para que as grandes transformações ocorram. Mas ela é avarenta no que concerne ao surgimento de líderes virtuosos e capazes de comandar corpos coletivos com força suficiente para promover essas transformações.

Aldo Fornazieri – Cientista Político e Professor da Escola de Sociologia e Política.

JSCerca de 500 pessoas participaram da primeira edição do Circuito Socialista, evento promovido pela Juventude Socialista do PDT (JSPDT) de São Luís com o objetivo de resgatar a forte militância do partido na capital maranhense. O encontro aconteceu sexta-feira (23) à noite, na Vila Isabel, com atividades políticas e culturais.

A Vila Isabel, que recebeu o Movimento Jovem do partido, assistiu a uma peça que tinha como tema as drogas, produzida pelo grupo Jovens Unidos com Cristo (JUC), assistiram a exibição do filme “Muleque, té doido!?!” e tiveram bate-papo animado com uma parte do elenco do filme.

O presidente estadual da Juventude Socialistaa, Raimundo Penha, frisou a importância do evento para trazer a discussão partidária para dentro das comunidades e proporcionar uma maior participação da sociedade, dentro das atividades de um partido político. “Sempre digo, que as pessoas precisam ser conscientizadas da importância que os partidos têm na vida da sociedade e como contribuem para a criação de políticas públicas, que melhoram a vida de todos. É importante a sensibilização de que é através da política partidária que escolhemos nossos representantes, que vão ser a nossa voz exercendo cargos eletivos ou dentro de ministérios, secretarias e os mais diversos órgãos públicos”, afirmou.

js2Para o presidente municipal da Juventude Socialista, Rafael Oliveira, o evento superou as expectativas. “Ficamos muito honrados com a participação da comunidade da Vila Isabel e tivemos hoje uma grande oportunidade de realizar um debate político com todos, trazendo atividades culturais e tudo organizado pelas próprias lideranças do PDT aqui. As atividades do Circuito Socialista são pensadas para cada comunidade, dentro das suas vocações e das suas necessidades”, enfatizou.

O morador da Vila Isabel Wanderson Silva Marques falou da satisfação da comunidade em receber o Circuito Socialista. “É muito bom receber eventos como esse, que trazem algo de novo para nossa comunidade tão sofrida. O PDT está de parabéns pela realização e sempre que precisar terá o apoio da nossa comunidade”, disse.

Sobre o Circuito Socialista

Por meio de apresentações culturais, eventos esportivos, rodas de conversas, plenárias, debates e demais atividades afins das comunidades visitadas, a JSPDT busca a formação de uma juventude protagonista nas ações de políticas públicas para aquela região, realizando também o despertar da discussão política partidária, atraindo assim novos componentes a JSPDT SLZ.

Os próximos bairros que receberão o Circuito Socialista são:

Liberdade – 30/01/2015
Cidade Operária – 04/02/2015
Coroadinho – 06/02/2015
São Raimundo – 11/02/2015

A cantora baiana Ivete Sangalo dá uma canja e canta “Cacho de Cabelo”, que pode ser o hit do carnaval 2015. Confira:

Imagem de Amostra do You Tube

Clyde Champion Barrow e sua companheira, Bonnie Parker, foram mortos a tiros por policiais em uma emboscada perto Sailes, em Bienville Parish, Louisiana em 23 de maio de 1934, depois de uma das perseguições mais espetaculares que a nação tinha visto até aquele momento.

Barrow era suspeito de vários assassinatos e era procurado por diversas acusações de homicídio, roubo e sequestro.

Clyde Champion Barrow e Bonnie Parker

Clyde Champion Barrow e Bonnie Parker

O Federal Bureau of Investigation (FBI), passou a investigar encontrou pistas singulares Barrow e sua amante em dezembro 1932. Um automóvel Ford, que havia sido roubado em Pawhuska, Oklahoma, foi encontrado abandonado perto de Jackson, Michigan, em setembro do mesmo ano. Em Pawhuska, soube-se de outro carro Ford abandonado que havia sido roubado em Illinois. A busca realizada neste carro revelou, por artigos abandonados nele, que tinha sido ocupado por um homem e uma mulher. Neste carro foi encontrada a prescrição e um frasco que levou os agentes especiais a uma drogaria em Nacogdoches, Texas. A investigação revelou a identidade que a pessoa para quem a prescrição tinha sido receitada era a tia de Clyde Barrow.

Investigações posteriores revelaram que a mulher que obteve a prescrição recebera a visita recentemente de Clyde Barrow, o seu irmão de Clyde, LC Barrow e Bonnie Parker. Descobriu-se que estes três estavam dirigindo um carro Ford, identificado como aquele roubado em Illinois.

Em 20 de maio de 1933, o Comissário dos Estados Unidos em Dallas, Texas, emitiu um mandado contra Clyde Barrow e Bonnie Parker, acusando-os de transporte interestadual, de Dallas para Oklahoma, do automóvel roubado em Illinois. O FBI começou, então, a caçar o casal.

Ligação Perigosa

Bonnie e Clyde conheceram-se no Texas em janeiro de 1930. Na época, Clyde, com 21 anos, era solteiro e Bonnie, com 19 anos, era casada com um assassino que se encontrava na prisão. Logo depois, Clyde também foi preso por um roubo e enviado para a prisão. Ele escapou, usando uma pistola que Bonnie tinha contrabandeado para ele, mas foi recapturado e enviado de volta para a prisão. Clyde, em liberdade condicional em fevereiro de 1932, voltou a se relacionar com Bonnie e retomou a sua vida de crime.

Além da acusação de roubo de automóvel, Bonnie e Clyde eram suspeitos de outros crimes. No momento em que foram mortos em 1934, acreditava-se que teriam cometido 13 assassinatos, vários assaltos e roubos. Clyde Barrow, por exemplo, era suspeito de ter assassinado dois policiais em Joplin, Missouri e sequestrado um casal na região rural de Louisiana. Mais tarde, o homem e a mulher foram libertados perto de Waldo, Texas. Numerosas testemunhas ligaram Bonnie e Clyde a assaltos a bancos e furtos de automóveis. Clyde supostamente assassinou um homem em Hillsboro, Texas; cometeu roubos em Lufkin e Dallas, Texas; assassinou um xerife e feriu outro em Stringtown, Oklahoma; sequestrou um deputado em Carlsbad, Novo México; roubou um automóvel em Victoria, Texas; tentou assassinar um deputado de Wharton, Texas; cometeu um assassinato em Abilene e assalto em Sherman, Texas; cometeu assassinato em Dallas, Texas; sequestrou um xerife e o chefe de polícia em Wellington, Texas; e cometeu um assassinato em Joplin e Columbia, no Missouri.

Carreira Criminosa

Mais tarde, em 1932, Bonnie e Clyde começaram a viajar com Raymond Hamilton, um jovem pistoleiro.

Hamilton deixou o casal alguns meses depois e foi substituído por William Daniel Jones, em novembro de 1932.

Ivan “Buck” Barrow, irmão de Clyde, foi libertado da prisão no Estado do Texas, em 23 de Março de 1933, ao receber um perdão completo pelo governador. Ele rapidamente se juntou a Clyde, trazendo a sua esposa, Blanche, de modo que o grupo passou a contar com cinco pessoas. Esta quadrilha embarcou em uma série de assaltos ousados ​​que repercutiu em manchetes em todo o país. Eles escaparam da captura em vários encontros com os homens da lei, exigindo a intensificação dos esforços policiais. Durante um tiroteio com a polícia em Iowa em 29 de julho de 1933, Buck Barrow foi ferido mortalmente e Blanche foi capturado. Daniel Jones, que era frequentemente confundido com “Pretty Boy” Floyd, foi capturado em novembro de 1933 em Houston, Texas, pelo xerife local. Bonnie e Clyde continuaram a fuga juntos.

Em 22 de novembro de 1933, uma armadilha foi armada pelo xerife de Dallas, Texas na tentativa de capturá-los perto de Grand Prairie, Texas, mas eles escaparam do cerco policial. Eles interceptaram um advogado na estrada e levaram o seu carro, que eles abandonaram em Miami, no Oklahoma. Em 21 de dezembro de 1933, Bonnie e Clyde reapareceram e roubaram um cidadão em Shreveport, Louisiana.

Em 16 de janeiro de 1934, cinco prisioneiros, incluindo Raymond Hamilton (que estava sentenciado a mais de 200 anos), foram libertados da Eastham State Prison Farm em Waldo, Texas, por Clyde Barrow, acompanhado por Bonnie Parker. Dois guardas foram baleados pelos presos em fuga com pistolas automáticas, que tinham sido previamente escondidas em uma vala por Clyde. À medida que os prisioneiros corriam, Barrow fazia a cobertura com rajadas de metralhadora. Entre os fugitivos estava Henry Methvin de Louisiana.

Fim da Linha

Em 1º de Abril de 1934, Bonnie e Clyde encontraram dois jovens patrulheiros rodoviários perto de Grapevine, Texas. Os policiais foram baleados antes de reagirem. Em 6 de abril de 1934, um policial de Miami, Oklahoma foi mortalmente ferido por Bonnie e Clyde, que também feriram e raptaram um chefe de polícia.

Embora a participação do agentes do FBI tenha sido vigorosa e incessante, a sua jurisdição era apenas sobre a acusação de transporte interestadual de automóvel roubado. Cada pista foi seguida e avisos de “Wanted” com impressões digitais, fotografia, descrição, registro criminal e outros dados foram distribuídos para todos os oficiais. Os agentes seguiram a trilha deixada pelo casal em muitos estados e em vários redutos da quadrilha, especialmente em Louisiana. A associação com Henry Methvin e a família Methvin de Louisiana foi descoberta por agentes do FBI, quando eles descobriram que Bonnie e Clyde estavam dirigindo um carro roubado em New Orleans.

Em 13 de abril de 1934, um agente do FBI, através da investigação nas proximidades de Ruston, Louisiana, obteve informações definitiva que colocou Bonnie e Clyde em uma região remota localizada no sudoeste dessa comunidade. A casa dos Methvins não estava longe, como havia descoberto o agente que fez visitas ao local durantes a busca por Bonnie e Clyde. Agentes especiais no Texas haviam descoberto, também, que Clyde e Bonnie tinham viajado do Texas a Louisiana acompanhados de Henry Methvin.

O FBI e as autoridades policiais locais na Louisiana e no Texas concentraram-se nas buscas de Bonnie e Clyde naquela área. Soube-se que Bonnie e Clyde, com alguns dos Methvins, tinham participado de uma festa no Black Lake, Louisiana, na noite de 21 de maio de 1934 e que deviam retornar para a mesma área dois dias depois.

Antes do amanhecer em 23 de maio de 1934, um pelotão composto por policiais de Louisiana e Texas, incluindo Frank Hamer do Texas Rangers se esconderam em arbustos ao longo da estrada perto de Sailes, Louisiana.

Bonnie e Clyde apareceram em um automóvel, à luz da manhã, e, quando tentaram fugir, os policiais abriram fogo e eles foram mortos instantaneamente.

Fonte: Arquivo do FBI, via jornalggn,

A primera-dama Daniela Lima: influência sobre o marido-governador.

Tudo bem que o Maranhão inteiro sabe da força e influência do comissário Márcio Jerry (Articulação Política) no âmbito do governo Flávio e, claro, junto ao próprio chefe do executivo estadual.

Entretanto, após uma conversa do Blog do Robert Lobato com um importante empresário local, e aliado do governador, ficou claro que a primeira-dama, Daniela Lima, atua como uma espécie de “sossega leão” no que diz respeito ao poderio de Jerry.

Faz sentido, pois as esposas costumam realmente exercer grande poder sobre os maridos. E não é por acaso que em todas as principais cerimônias que participou desde a diplomação, Flávio Dino sempre faz menção ao nome da sua amada.

Discreta e inteligente, Daniela Silva (ou Dino?) aparentemente não se envolve em questões de governo, mas quem conhece a relação do primeiro casal maranhense assegura que ela tem muita força e sempre é consultada pelo esposo quando este precisa tomar decisões importantes.

Pelo jeito, a força de Márcio Jerry, o grande, é relativa se comparada com a da Daniela Silva, a poderosa.

Os próximos quatros anos mostrarão se Bob Lobato tem razão ou não.

Vale aguardar e conferir.

O Blog do Robert Lobato reproduz reportagem esclarecedora sobre a Memória Republicana Brasileira, assinada pelo jornalista maranhense Diego Emir, para O Estadão (a matéria por pouco não foi censurada a pedido de agentes do governo Flávio). Confira:

Museu reabre sem exposição de José Sarney… 

A Fundação da Memória Republicana Brasileira, que abriga o acervo do ex- presidente e senador José Sarney (PMDBAP), reabriu na quinta-feira sem a exposição que homenageia seu patrono.

Considerada um problema para administração do governador Flávio Dino (PC do B), adversário histórico do clã Sarney, a fundação ainda recebeu um laudo do Corpo de Bombeiros relatando haver risco de incêndio e desabamento de partes do prédio do Convento das Mercês, onde está instalada.

Na semana passada, Dino fechou o museu, mandou os funcionários embora e anunciou estudos para a privatizar a entidade, cujo funcionamento custou aos cofres do Estado algo em torno de R$ 8 milhões entre 2012 e 2014.

Mas os moradores do bairro reclamaram, já que no Convento das Mercês havia cursos de reforço escolar para crianças. A nova gestão diz agora que vai reformular o projeto.

O Convento das Mercês ficou fechado até anteontem, quando foi reaberto para a visitação das exposições Casa da Química, A história do Porto do Itaqui e A história do Convento das Mercês. O acervo dedicado ao ex-presidente José Sarney, que foi acumulado por um período de quase sete décadas, está com sua exposição fechada por tempo indeterminado.

A fundação foi criada pela Lei 9.479, de 21 de outubro de 2011, sancionada pela então governadora Roseana Sarney (PMDB), filha do ex-presidente.

O museu teve origem na Fundação Sarney, uma entidade privada que, ao ser estatizada em 2011, doou todo seu acervo para o governo do Estado. Desde 2 de janeiro, a entidade está vinculada à Secretaria de Cultura.

Fissuras

Os bombeiros relatam que, na vistoria feita na última segunda-feira, foram identificadas fissuras nas paredes do prédio, construído em 1654 e localizado no bairro Desterro, assim como a falta de um plano para evitar incêndio na edificação.

O laudo é assinado pelo vistoriador Wellington Nadson Furtado Durans. Entre as melhorias solicitadas estão: apresentar plano de ação de emergência, adequar
saída de emergência; apresentar laudo estrutural de toda a edificação e instalar iluminação de emergência.

O novo administrador da fundação, Valdênio Caminha, diz que ainda não teve acesso aos documentos e que por isso não pode comentar o assunto. O Corpo de Bombeiros concedeu prazo de 30 dias para a nova administração da fundação promover as melhorias estruturais para evitar problemas.

Em novembro de 2014, o Convento das Mercês recebeu a 8ª edição da Feira do Livro de São Luís e recebeu mais de 200 mil visitantes em oito dias de programação. Na época, o Corpo de Bombeiros liberou a realização de atividades. O prédio recebe em média a visita de 900 pessoas por dia.

(Aldeia Global) – O vídeo abaixo é autoexplicativo. Nunca antes na história deste País uma TV Aberta exibiu um radiojornal. De fato, a integração agora é completa. O Jornal Central da Central de Notícias é exibido a partir de segunda-feira ás 13h30min na TV Nativa de Imperatriz, canal 13, emissora afiliada da Rede Record.

“Dedicamos este programa a Raimundo Cabeludo, dono da emissora, em franca recuperação após sofrer um Acidente Vascular Cerebral”, disse Frederico Luiz, diretor da Central de Notícias e Produções da emissora.

Imagem de Amostra do You Tube

Nota do Blog do Robert Lobato: Em primeiro lugar, desejamos pronta recuperação do empresário e empreendedor Raimundo Cabeludo, pois o Maranhão precisa contar ainda por muito tempo com a sua capacidade e empreendedora e talento empresarial.

O Blog do Robert Lobato deseja também muito sucesso para os amigos e jornalistas Frederico Luiz; e Humberto Fernandes, diretor-presidente da Central de Notícias.

É isso aí!