Eliziane Gama enquadra secretário de Edivaldo Holanda Júnior

Eliziane Gama deu uma “enquadrada” no secretário de Comunicação da Prefeitura de São Luis.

A deputada estadual Eliziane Gama (PPS) deu, digamos, uma enquadrada no secretário de Comunicação da Prefeitura de São Luis, jornalista Márcio Jerry.

O enquadramento foi feito pelo Twitter depois que o chefe da Seconzinha tentou tirar uma casquinha da manifestação ocorrida nesta quarta-feira (19).

Márcio Jerry, “tuitólatra” assumido, digitou (1): “Prefeito Edivaldo Holanda Júnior aguarda diálogo com lideranças do Vem Pra Rua e demais movimentos”; depois digitou (2): “@elizianegama Prefeito de São Luis desde cedo aguarda para dialogar com o movimento e construir soluções para problemas antigos”.

Serena e equilibrada, Eliziane Gama respondeu ao secretário pelo microblog (1): “@marciojerry pelo que vejo nao ha uma coordenação! ta muito espontâneo! São jovens universitários que gritam por uma cidade e um MA melhor!”; e (2) “@marciojerry jovens universitários, secundaristas e povo em geral! E uma reflexão pra nós classe política! O que de fato representamos?”. 

Durante todo o dia, Márcio Jerry tentou artificializar um ambiente de que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior iria receber manifestantes no seu gabinete. Ou seja, um forma até infantil de mostrar de qualquer jeito que o Prefeitura de São Luis queria dialogar com a rapaziada, ainda que a rapaziada não estivesse nenhum pouco interessada em conversas, mas sim em extravasar suas inquietações contra a política, os políticos e os governos. Até uma nota sem qualquer sentido foi divulgada pela Seconzinha dando conta que Edivaldinho iria dialogar com movimento “Vem Pra Rua”.

Parece que nesse “diálogo” com Eliziane Gama , Márcio Jerry levou a pior. Confira:


Imagem do Dia: protesto na Praça Pedro II

Juventude de diferentes movimentos protestam em frente ocupam a Praça Pedro II a frente do Palácio dos Leões e da Prefeitura e cobram melhorias no transporte público, saúde, educação, acessibilidade, entre outras causas, ao som dos apitos, ecoando palavras de ordem. Foto O Imparcial.


José Dirceu alerta para tentativa de usar as manifestações contra o PT e seus governos

Muito boa a abordagem do ex-ministro José Dirceu sobre as manifestações que ainda acontecem no país. Veja.

O dia de ontem marcou uma inflexão não nas manifestações, que continuam no mesmo ritmo e crescendo, pacíficas, com uma agenda ampla, com participação variada, incluindo desde movimento como o Passe Livre até anarquistas, punks, jovens de classe média e da periferia, profissionais, entidades estudantis, movimentos sociais e populares, movimentos culturais e de protesto e luta de todos os tipos e das redes.

A novidade, para pior, foi a tentativa de virar o movimento contra o PT e seus governos, de levar para dentro do movimento temas ausentes. A tentativa de dar uma guinada no movimento conta com a cobertura – como não poderia deixar de ser – da mídia, a mesma que pediu repressão contra “os vândalos e baderneiros” e foi atendida. Foi a mesma repressão típica das ditaduras. O repúdio a essa repressão foi uma das principais razões das manifestações gigantescas de anteontem.

O problema, para a mídia, especialmente a Globo, é que ela é alvo das manifestações. E pior, a Copa é sua principal fonte de receita.

O mais grave foi a retirada ontem de propósito da Polícia Militar da cidade de São Paulo e a depredação da sede da Prefeitura e os saques na avenida Paulista e em outros locais da cidade por grupos organizados, que podem ser identificados pelas autoridades.

E mais grave ainda foram as TVs Record e Globo, sem nenhum pudor, depois de exigir repressão e desqualificar os protestos, de tentar virar e se apoderar os movimentos e transformá-los em atos políticos contra o governo.

Frente a essa nova realidade, cabe ao PT e todos que apoiam e acreditam no nosso projeto político, e mesmo os insatisfeitos e críticos, cerrarem fileiras na defesa da democracia, já que não podemos vacilar.

O que está em jogo é a democracia, ameaçada não pelas manifestações pacíficas – onde muitos setores legitimamente são de oposição e críticos do governo –, protestando contra a Copa, por melhores condições de transporte e vida, por mais educação e saúde, contra a corrupção, contra o atual sistema político.

O que, sim, nos importa é a tentativa de usar e dirigir as manifestações não apenas contra os governos do PT, mas também para desestabilizar, repito, a democracia brasileira.

Só há uma maneira de responder a essa tentativa que nos remete ao passado, quando a mídia manipulava movimentos de protestos contra governos de esquerda de democráticos: ir para as ruas e ao mesmo tempo atender as demandas das ruas, aprofundando as reformas e as mudanças no país. Mudando radicalmente a política de transportes e de mobilidade, de ocupação do solo, fazendo uma reforma tributária para destinar mais recursos para a saúde e a educação, saneamento, transporte, lazer e cultura. Para inverter o caráter regressivo e injusto, social e regional de nosso sistema tributário, no qual quem ganha menos paga mais, um resquício do passado.

E também fazendo a reforma política, acabando com o predomínio do dinheiro nas campanhas, bandeira pela qual o PT solitariamente tem lutado.

Avançar, e não recuar, no modelo de desenvolvimento, não aceitando em hipótese alguma a volta às políticas neoliberais em que o mercado e o rentismo – e não a nação, o Estado e o povo – são os beneficiados do crescimento e da riqueza.

Aproveito para sugerir a leitura de alguns artigos sobre as manifestações:

- Rodrigo Viana: O ataque à prefeitura de São Paulo

- Chico Cavalcante: Empoderados e desiludidos


Protestos: Fábio Câmara condena o que considera de “tentativa cretina” de associarem o seu nome à vandalismo

Ver. Fábio Câmara

Em artigo intitulado “Nada contra o movimento! Tudo contra as mentiras”, o líder da oposição na Câmara Municipal de São Luis, vereador Fábio Câmara (PMDB), considerou de” tentativa cretina” o fato de pessoas ligadas ao governo Edivaldo Holanda Júnior usarem a blogosfera “amiga” da prefeitura, para associar o nome do peemedebista a possíveis atos de vandalismo que poderiam ocorrer durante manifestações populares desta quarta-feira, na capital maranhense.

Alguns blogs publicaram que Fábio Câmara estaria infiltrando baderneiros nos atos de protestos. A falsa notícia rodou as redes sociais com claro objetivo de desgastar a imagem do vereador na sociedade.

É contra esta tentativa de avacalhação do seu nome, que Câmara divulgou o artigo que segue. Veja:

Nada contra o movimento! Tudo contra as mentiras!

“Eu posso até participar como “CARA PINTADA”. Porém, jamais me verão de “MÁSCARA”!”

Estão postando e afirmando por vários canais de comunicação que o vereador Fábio Câmara está promovendo, incentivando e até financiando a realização de um movimento de protesto que poderá acontecer em São Luís. ISSO É ABSOLUTAMENTE MENTIRA!

Falando como cidadão consciente, afirmo claramente que sou favorável a toda manifestação democrática que reclama direitos legítimos e acontece regida pelos ideais de paz, civismo e ordem.

Esse é um movimento que acontece em todo o Brasil, com destaque para as capitais. Uma das características fundamentais desse movimento é, EXATAMETE, a NEGAÇÃO À PARTICIPAÇÃO DE AGENTES POLÍTICO PARTIDÁRIOS. Nem bandeiras de partidos políticos eles aceitam! Em São Luís isso não é diferente.

O que está acontecendo é uma tentativa cretina, de pessoas sem princípios e sem noção de realidade, de associarem o meu nome a um evento que nasceu do conjunto da sociedade brasileira e que se organiza a partir dos indivíduos que se conectam através das redes.

Os DINOssauros que tentam envolver meu nome erram em, PELO MENOS, 2 aspectos. 01- Erram porque deixam escapar o seu desejo incontido de que algum ato de vandalismo, QUE EU REPUDIO VEEMENTEMENTE, aconteça. Pois só assim valeria a pena associar o movimento ao meu nome. Mas a Ilha Rebelde sairá às ruas vestida de Ilha dos AMORES! 02- Erram porque, em suas mentes pequenas, ainda não sacaram que o mundo mudou. A forma de fazer mobilização com o mega fone e com os panfletos já está ultrapassada e a figura daquele “líder tocador de gado” só sobrevive no pensamento de uns poucos alienados.

A mentira tem pernas curtas e é tão rasteira quanto os que dela se utilizam para atingirem a seus opositores.

No mais, só me resta agradecer pelos créditos a mim conferidos quanto ao reconhecimento de que eu tenho potencial para grandes realizações.

Eu posso até participar como “CARA PINTADA”. Porém, jamais me verão de “MÁSCARA”!


Gay recém-curado

Em breve o Blog do Robert Lobato tratará sobre o assunto da “cura gay”, do deputado-pastor-homofóbico, Marco Feliciano (PSC-SP).

Por enquanto fiquem com o emocionante depoimento do “Agenor”, bicha completamente “curada” e que inspirou à luta de Feliciano pela cura gay. Veja:

Imagem de Amostra do You Tube


Ainda sobre os protestos

REFLEXÃO

Ainda sem respostas convincentes (talvez nunca as teremos) que expliquem a onda de protestos pelos quatro cantos do país, algumas especulações vão tomando conta nas rodas de conversas políticas.

As opiniões são diversas e vão desde aos que acreditam que há financiamentos internacionais das manifestações, passando pelas possíveis digitais do PSB, Rede e até do PSDB nos protestos, e os que afirmam ainda que tudo isso é coisa de petistas ligados ao Lula, que desejam o retorno do ex-presidente ao Planalto.

O fato é que enquanto mais se tenta entender o que está por trás do que ocorre no país, menos chega-se a uma explicação razoável.

Uns mais românticos dizem se tratar de uma “primavera”. Será mesmo? Tenho minhas dúvidas, até porque ao longo dos 10 anos de governo do PT a “primavera” chegou nos lares de milhões de brasileiros seja na forma do Bolsa Família, ProUni, Minha Casa Minha Vida, Luz para Todos, Água para Todos, PAC, geração de empregos formais etc.

Na sequência: boatos sobre o fim do Bolsa Família; pesquisa DataFolha apontando queda na aprovação do governo Dilma; vaias no Mané Garrincha e protestos pelo país.

Estaria a presidenta enfrentando “forças ocultas” parecidas com aquelas que assombraram e catapultaram Jânio Quadros do poder?

Ficam as dúvidas…


São Luis: governo e prefeitura preocupados com protestos

O Blog do Robert Lobato conversou com dois agentes políticos, um ligado ao Governo do Estado, e outro à Prefeitura de São Luis, e ambos demonstraram preocupações com o tom dos protestos prometidos para a tarde desta quarta-feira (19).

Se as manifestações programadas para capital do Maranhão tiverem as mesmas motivações que embalam as que estão em curso em outras cidades brasileiras, tanto o Palácio dos Leões (sede do governo) quanto ao Palácio Henrique de La Roque (sede da prefeitura) realmente têm motivos para acender o sinal amarelo, pois as bandeiras de lutas dos protestos são genéricas, praticamente contra a classe política brasileira independente de partidos ou ideologias.

Nesse sentido, os protestos em São Luis deverão exigir mudanças de rumo nas políticas comandadas tanto pela governadora Roseana Sarney (PMDB), quanto pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), não importando de alguns dos seus auxiliares ficarem tuitando que ele está somente há seis meses no comando da cidade. O pau comerá também para cima de Edivaldinho – não é por acaso que a máquina de propaganda da prefeitura ordenou que blogs aliados plantassem notícias dando conta que o vereador Fábio Câmara (PMDB), líder da oposição na Câmara Municipal, estaria infiltrando “baderneiros” no movimento desta quarta-feira. Puro terrorismo barato.

O fato é que as manifestações em São Luis não poupará “seu ninga”.

Leia também PCdoB e UJS tentam transformar manifestação em São Luís em protesto contra Roseana Sarney, postagem em que o blog Atual7 faz grave denúncia sobre um secretário de Edivaldo Holanda Júnior que estaria operando com militantes comunistas e integrantes do UJS, para evitar que as manifestações cheguem às portas do Palácio de La Ravardière, sede da Prefeitura de São Luís, e direcionem os protestos somente contra a governadora Roseana Sarney (PMDB).

Assim que o pessoal da “mudança” opera…


“E agora, Ulysses? Como fazer para administrar este povo todo?”

Ricardo Kotscho

Ao ver pela televisão as imagens da multidão vindo como uma onda gigante pela avenida Rio Branco, na noite desta segunda-feira (17), no Rio de Janeiro, foi impossível não me lembrar da mesma cena vivida quase 30 anos atrás, no dia 10 de abril de 1984, na reta final da Campanha das Diretas Já, o grande marco na redemocratização do país.

Naquela época, como repórter da Folha de S. Paulo, eu tinha acompanhado os comícios pelo Brasil inteiro, e estava no palanque na Candelária quando um mar de gente inundou a avenida Presidente Vargas, para além da praça da República, e a avenida Rio Branco até a Cinelândia, engolfando os líderes políticos que estavam lá em cima.

Ao se ver cercado por aquele mundo de gente, o então governador mineiro Tancredo Neves deu um passo à frente, deu uma olhada para baixo e, visivelmente assustado, virou-se para fazer uma pergunta ao líder do grande movimento, o deputado federal Ulysses Guimarães.

A grande diferença entre estes dois momentos é que, em 1984, a manifestação era contra os militares da ditadura que já durava 20 anos e pela volta das eleições diretas para presidente da República, enquanto agora é contra os políticos civis de todos os partidos que assumiram o poder depois deles.

Em todos os palácios nacionais, neste momento, os nossos governantes devem estar se fazendo a mesma pergunta que doutor Tancredo fez ao doutor Ulysses. Desta vez, é verdade, não há uma bandeira única como a das Diretas que foi capaz de unir o país no maior movimento cívico da nossa história _ cada manifestante, agora, carrega cartazes e grita palavras de ordem diversas _ nem um inimigo comum, o regime militar, como naquela época.

Pelo que se lê nas faixas e se ouve nas manifestações que reuniram ontem cerca de 250 mil brasileiros em 12 capitais, os protestos que começaram em São Paulo contra o aumento das tarifas de ônibus, e se espalharam por todo o país, após a violenta repressão policial da semana passada, são contra tudo e contra todos, como escrevi ontem aqui no Balaio.

Nas motivações e nos objetivos, um movimento não tem, é claro, absolutamente nada a ver com o outro, a não ser o de mostrar que a insatisfação de amplos setores da sociedade com os rumos do país e os donos do poder em todos os níveis atingiu um ponto de ebulição.

Assim como as Diretas, este também é um movimento suprapartidário _ na verdade, contra os partidos. Parece mais ser uma resposta para a forma como os atuais partidos os representam, ou melhor, os deixam de representar, distantes dos anseios de uma sociedade civil cada vez mais organizada nas redes sociais.

As diferenças são enormes. Em 1984, não havia internet nem celulares, e a grande mídia boicotou a Campanha das Diretas, defendendo o governo militar até onde pode, com exceção do jornal onde eu trabalhava. Foi a população, em comícios cada vez maiores que ocupavam as ruas e praças do país, que praticamente obrigou a grande imprensa a mostrar o que estava acontecendo fora dos gabinetes oficiais.

Agora, as manifestações programadas pela grande rede virtual contam desde o início com ampla cobertura dos principais meios de comunicação da nova e da velha mídias, que transmitem ininterruptamente as manifestações ao vivo. Só não conseguiram até agora, como eu, mesmo com a ajuda de cientistas políticos e analistas variados, explicar o que está acontecendo e onde este movimento do “saco cheio” quer e pretende chegar.

Estão todos atônitos, governantes e governados, analistas e analisados, assustados com o vulto que as manifestações tomaram, sem a menor ideia de onde tudo isso vai chegar.

A única certeza é que teremos nova manifestação nesta terça-feira em São Paulo, na praça da Sé, e também em outras capitais.

Se já havia muita gente revoltada porque o transporte coletivo é de péssima qualidade e o transito está parando por toda parte, com o aumento do número de carros, agora ficou ainda mais difícil cruzar o caminho entre a casa e o trabalho ou a escola. Com isso, aumenta o número de gente insatisfeita com a vida que leva e irritada com a falta de soluções. Já não basta voltar atrás no aumento das passagens do transporte coletivo.

E o caro leitor como está vendo tudo isso, como convive com as manifestações, o que está acontecendo na sua cidade? Tem dias em que é melhor o repórter perguntar do que tentar responder, lançando mais alguma nova tese entre as milhares que já apareceram no meio da confusão.

Em tempo: não me lembro o que Ulysses respondeu a Tancredo. Os dois já não estão entre nós para tirar esta dúvida. E fazem muita falta


Incra-MA reúne-se com CGU para análise de Relatório de Gestão

José Inácio reúne-se com equipe técnica do Incra e pessoal da CGU

A Superintendência Regional do Incra no Maranhão reuniu-se, nesta sexta-feira (14), com técnicos da Controladoria Geral da União (CGU) para tratar de busca conjunta de soluções para questões observadas no Relatório Preliminar de Gestão 2012 apresentado pelo Incra-MA para Auditoria. A reunião teve início às 10h e contou com a presença do superintendente regional e chefes de Divisão da Autarquia.

Antes da reunião, a CGU enviou documento ao Incra-MA com as questões evidenciadas no Relatório ao longo dos trabalhos da equipe de Auditoria. De acordo com o analista de finanças e controle da CGU, Arnaldo Guilherme de Oliveira, o Relatório foi considerado bom.” Não foi detectada nenhuma situação grave no Relatório apresentado pelo Incra-MA. Esta é apenas uma reunião de praxe, quando procuramos soluções conjuntas junto com os gestores, dentro da realidade de cada Instituição para as questões identificadas”, explicou.

As principais recomendações da Auditoria foram com relação aos convênios, forma de aquisição de água mineral, suprimentos de fundos, entre outras. De acordo com o chefe do Setor de Finanças do Incra-MA, Cláudio Roberto Silva, houve um avanço na qualidade do Relatório apresentado. “Este Relatório está bem melhor do que em anos anteriores, as recomendações da Auditoria foram poucas e em situações pequenas”, afirmou

O Incra-MA apresentou propostas de ações corretivas para eliminar ou reduzir os problemas encontrados, entre elas, a de adotar nos processos de licitação da Autarquia critérios de sustentabilidade ambiental e instalar no prédio do órgão mais bebedouros objetivando reduzir o gasto com aquisição de água e garantir, de forma satisfatória, o consumo dos servidores e publico externo. Na avaliação do superintendente do Incra-MA, José Inácio Rodrigues, esse tipo de reunião contribui para qualificar as ações da Superintendência, além de trazer maior segurança e transparência na operacionalização dos convênios e demais ações do órgão. ”Com a chegada de novos servidores, estamos criando uma equipe para acompanhamento, melhoramento e maior controle externo, principalmente, com relações às prestações de contas”, afirmou.

Durante a reunião foram acordados ajustes, prazos e entrega do Relatório final que seguirá para análise e homologação pelo órgão de controle em Brasília.

(Da Ascom-Incra-MA)


5 dicas para o sucesso de uma campanha de marketing viral

O empreendedor palestino Shadi Halloun conta como é possível montar uma ferramenta eficiente em qualquer lugar do mundo

Por Thiago Cid

Marketing viral pode ser oportunidade de negócio para startups (Foto: Shutterstock)

O marketing viral é uma das ferramentas mais utilizadas pelas marcas para fazer seu nome conhecido nas redes sociais. Para as empresas, é fascinante a ideia de que um cliente possa fazer o seu trabalho de comunicação e “contaminar” outros usuários com os benefícios da marca.

É também uma oportunidade para startups ganharem dinheiro para intermediar a comunicação de grandes empresas com seus consumidores.

Shadi Halloun é um empreendedor que ganha a vida com marketing viral. Ele é palestino e trabalha há sete anos comandando campanhas virais de sua casa, no epicentro do conflito no Oriente Médio. Em um trabalho escrito para o grupo ArabCrunch, ele mostra que, com cuidados simples, é possível maximizar o sucesso das campanhas – e ganhar dinheiro – na internet.

Prepare-se para um tráfego gigantesco: no marketing viral, não há meio-termo. Ou sonhe alto ou falhe pesado. Halloun conta que, em uma de suas campanhas, teve 400 mil redirecionamentos ao seu website em um dia. Mas o serviço de hospedagem não suportou o tráfego, e a conta do empreendedor foi suspensa porque congestionou os servidores do prestador de serviço.

Planeje a monetização: tráfego alto não significa grandes receitas. É preciso traçar um plano preciso de como a empresa irá converter isso em dinheiro.

A ideia é tudo: Halloun tem duas regras para prender a atenção do visitante. 1. Conteúdo interessante para as pessoas. Ninguém irá clicar em um link do Facebook se não houver algo que lhe chame a atenção. Você pode deixar seu conteúdo mais interessante ao colocar elementos como estatísticas e perguntas engraçadas, seguindo as sugestões do Google Trends. 2. Trabalhe em cima de sentimentos. Pessoas compartilham conteúdos que as fizeram ter sentimentos e sensações. Elas se comunicam quando ficam emotivas.

Espere um pouco para monetizar: os usuários detestam propagandas online. Antes de a sua campanha realmente se tornar viral, é preciso esperar para ter um volume de tráfego suficiente. Só após isso acontecer você deve começar a monetizar – mas não sature sua página com conteúdo que possa irritar seu visitante.

Estimule o compartilhamento: pode soar simples, mas convidar as pessoas a compartilhar causa uma grande interação entre os usuários.