A edição deste ano foi lançada no bairro Coroadinho, ao lado da Fundação Bradesco.

Roberto Júnior prestigiou lançamento do "Peixe na Mesa".

Roberto Júnior prestigiou lançamento do “Peixe na Mesa” ao lado do secretário Aldo Rogério.

O vereador Roberto Rocha Júnior (PSB) participou na manha desta sexta-feira, (27) de mais uma edição do programa municipal “Peixe na Mesa”.

Além de muitas lideranças políticas, o evento contou com a presença de muitos populares que fizeram questão de participar do ato e comprar os pescados por preços bem mais acessíveis.

O programa Peixe na Mesa é uma iniciativa da Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura Pesca e Abastecimento (Semapa).

Durante todo o período que antecede a Semana Santa, a comercialização do pescado será feita em feiras itinerantes pelo ‘Caminhão do Peixe’ em dois turnos, disponibilizando 3 kg do produto por consumidor. O programa irá garantir preços de 25% a 30% inferiores aos preços praticados no mercado convencional.

Entre os bairros que serão atendidos com o programa, a Prefeitura priorizará aqueles cuja população tem um menor poder aquisitivo, tais como Anjo da Guarda, Coroadinho, Vila Fialho, Vila Izabel, Vila Embratel, Liberdade, Vila Magril, Itapera, Cidade Operária, Sacavém, Alemanha, bairros do entorno da Praça da Bíblia, São Francisco, Cohab, entre outros.

Para Roberto Rocha Júnior, o programa ‘Peixe na Mesa’ irá favorecer os consumidores, pois tem o propósito de vender pescados de qualidade com preços diferenciados à população mais carente de São Luís.

“Esse é um programa com uma importância social muito grande para a população de nossa cidade, sobretudo, para aquelas que não abrem mão da tradiçao de comer peixe durante a Semana Santa. O programa irá beneficiar diretamente pessoas de baixa renda que terão a garantia de está consumindo um alimento saudável e de qualidade”, afirmou.

Rocha Júnior disse ainda que ele, juntamente com o secretario da Semapa, Aldo Rogério, já estão buscando parcerias com o objetivo de fazer com que o programa ‘Peixe na Mesa’ se estenda para além do período da Semana Santa, garantindo, dessa forma, o peixe na mesa das famílias ludovicenses durante todo ano.

Frei Betto: uma chancela que qualifica o Mais IDH.

No post “O governo Flávio e o combate à pobreza no Maranhão”, afirmei que o Mais IDH não pode ser apenas “mais um programa” de combate à pobreza no Maranhão. Nosso estado não suporta mais ver programas com temáticas sérias serem tratados como mera peça de marketing governamental.

O Blog do Robert Lobato apoia o Mais IDH porque entende se tratar de é uma exigência histórica do povo maranhense, além de apresentar um formato, digamos, estruturante, na medida que envolve uma rede de políticas públicas socioeconômicas que vão muito além das ações assistenciais de emissão de documentos de identidade,carteira de trabalho etc – que também são importantes.

O Mais IDH jamais contaria com a chancela de um homem público como Frei Betto caso não fosse um programa sério, democrático e progressista, e se realmente não estivesse o objetivo de ir à raiz das causas da pobreza no Maranhão.

Outra: não custa lembrar que o programa é ligado diretamente ao gabinete do  governador Flávio Dino, ou seja, o chefe do executivo estadual chamou para si o fracasso ou sucesso do Mais IDH. Daí que não medirá esforços administrativos (gestão), institucionais (parcerias público-privadas), jurídicos (leis e benefícios fiscais para empresas) e políticos (apoio de prefeitos, vereadores, deputados, movimentos sociais etc) para que o programa tenha o êxito necessário que todas as pessoas de bem desejam.

Enfim, independente de apoiar ou não o governo Flávio, o Mais IDH é o instrumento público que o Maranhão possui atualmente para resgatar a cidadania de boa parte dos maranhenses que ainda não são gente de fato, mas apenas amostras estatísticas do mapa da fome e da miséria no estado.

Mais IDH: o Blog do Robert Lobato apoia essa ideia!

“Em algum ponto, nós falhamos. Não conseguimos repassar para as novas gerações valores como a solidariedade, a ousadia, o inconformismo, a capacidade de sonhar e mudar o estabelecido para a construção de uma sociedade mais generosa”, diz o jornalista Ricardo Kotscho; “Ganhamos nas lutas do passado, mas fomos derrotados na construção do futuro. Por isso, chegamos ao final de um ciclo político, com a falência do chamado presidencialismo de coalizão da Nova República, esta zorra federal instalada em Brasília e tão distante do Brasil real, colocando em xeque o futuro da própria democracia representativa pela qual tanto lutamos”

Por Ricardo Kotscho, via Brasil 247

Faço parte da geração 68, como ficou conhecida a dos estudantes libertários que viraram o Brasil e o mundo de cabeça para o ar naquele ano do século passado, contestando todas as hierarquias e estruturas de poder, sem ter ideia de onde pretendiam chegar. Sabiam o que não queriam mais, mas não se entendiam sobre o que exatamente sonhavam colocar no lugar.

Pintava de tudo naqueles movimentos estudantis, das barricadas de Paris às grandes passeatas no Rio – comunistas, trotskistas, anarquistas, hippies do paz e amor, guerrilheiros urbanos, porra-loucas e insatisfeitos em geral.

Tinha acabado de entrar na faculdade, na primeira turma da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, criada um ano antes. Voltei lá esta semana para participar de um debate junto com Heródoto Barbeiro, meu colega no Jornal da Record News, que comemorou na segunda-feira sua milésima edição no ar.

Para mim, foi um verdadeiro choque cultural. Nada mais restava daquele agito permanente em que os alunos ficavam mais fora do que dentro das salas de aula, pintando cartazes e faixas, fazendo discursos inflamados contra o reitor, a polícia, os americanos, a ditadura militar, o diabo a quatro.

Confesso que não tinha na época a menor consciência política e gostava mesmo era da farra, das festas, das paqueras, das intermináveis conversas no Rei das Batidas, um bar que existe até hoje na entrada da Cidade Universitária.

Já trabalhava na época como estagiário do Estadão, o principal jornal brasileiro naquele tempo, onde tinha entrado no mesmo mês em que passei no vestibular. Como viajava muito para fazer reportagens, comecei a frequentar cada vez menos a faculdade, que não consegui terminar até hoje.

Agora, ao entrar na sala, onde os alunos do professor Santoro já nos aguardavam, tive uma sensação estranha. Todos em silêncio, comportadamente sentados, pareciam esperar o início de uma missa. Do lado de fora, nenhum sinal ou som fazia lembrar a escola onde estudei quase meio século atrás. A ECA-USP velha de guerra, um dos principais focos dos confrontos dos anos 60, mais parecia a sede de uma repartição pública.

Imaginava encontrar um clima bem diferente após as manifestações do Fla-Flu político dos últimos dias. Nos debates de que participei quando era aluno, os palestrantes passavam o maior sufoco. Eram contestados a todo momento. Desta vez, porém, depois de uma hora de conversa, me dei conta de que só Heródoto e eu falamos, sem ninguém nos interromper para discordar de nada. Até comentei isso para dar uma provocada na turma, que ficou só olhando para a minha cara como se eu fosse um extraterrestre.

Com o entusiasmo de sempre, Heródoto falava das maravilhas das novas tecnologias e eu da minha paixão pela reportagem, relembramos fatos históricos, arriscamos previsões sobre o futuro da profissão. Quando chegou a vez das perguntas, ninguém tocou nas profundas crises que o país está vivendo em todas as áreas. Na verdade, nem eram perguntas, mas apenas comentários sobre teorias da comunicação e mercado de trabalho, algo bem limitado ao que costumam discutir em sala de aula. É como se não estivessem preocupados com o que acontece fora das fronteiras da universidade.

À noite, na TV, quando comentamos nosso encontro na ECA, me dei conta de uma diferença fundamental que aconteceu neste meio tempo: somos de uma geração que dedicou boa parte de suas vidas à luta coletiva, queríamos mudar o país e o mundo, e fomos vitoriosos ao ajudar a derrotar a ditadura e a dar início a um processo de distribuição de renda, que tornou nosso país mais livre e menos injusto.

Hoje, noto um comportamento mais egoísta, em que os jovens estão preocupados com a carreira e a próprio sobrevivência, na base do cada um por si e Deus por todos. Em algum ponto, nós falhamos. Não conseguimos repassar para as novas gerações valores como a solidariedade, a ousadia, o inconformismo, a capacidade de sonhar e mudar o estabelecido para a construção de uma sociedade mais generosa.

Pior do que isso: não fomos capazes de criar novas lideranças, tanto que o país continua dividido entre FHC e Lula, trinta anos após a redemocratização do país, nem de manter vivo o espírito que mobilizou os movimentos sociais em torno das lutas pela anistia, pela Constituinte, pelas liberdades públicas. Ou alguém sabe quem são esses líderes que apareceram nas manifestações de março? De onde surgiram, quais são suas histórias, que representatividade têm, quais são seus projetos de país?

Somos ao mesmo tempo vitoriosos e derrotados. Ganhamos nas lutas do passado, mas fomos derrotados na construção do futuro. Por isso, chegamos ao final de um ciclo político, com a falência do chamado presidencialismo de coalizão da Nova República, esta zorra federal instalada em Brasília e tão distante do Brasil real, colocando em xeque o futuro da própria democracia representativa pela qual tanto lutamos.

Edivaldo Holanda Júnior: para alguns blogs um péssimo prefeito.

A blogosfera tem uma relação de amor e ódio com a classe política e vice-versa. Na maioria das vezes é uma relação de conveniência tanto de um lado como de outro.

Essa questão veio à cabeça de Bob Lobato à luz da realidade de São Luis.

O prefeito Edivaldo tem apanhado mais do que mala velha para perder o mofo de alguns blogueiros da ilha.

As criticas são diversas: vão desde a gestão, passando pela criação familiar do Edivaldo, sua relação política com o governador Flávio Dino e por vai.

Ribamar Alves: para alguns blogs um ótimo prefeito.

Claro que algumas críticas são tanto necessárias quanto pertinentes, já outras são completamente exageradas e beiram a birra pessoal, coisa de “menino do buchão”, como se diz.

Este blog mesmo já fez várias críticas à gestão Edivaldo e continuará fazendo sempre que achar válido fazê-las, até porque entende que os resultados até aqui estão longe do que foi prometido durante a campanha.

Mas é incrível como os mesmos críticos ácidos do prefeito da capital conseguem ver avanços e até mesmo uma revolução em curso, por exemplo, na cidade de Santa Inês, administrada pelo controverso Ribamar Alves, cuja gestão é detonada até pelos próprios familiares!

Mas é conveniente defendê-lo, seja por amor ou por financiamento.

A verdade é que poucos blogs estão realmente preocupados com a gestão das cidades, se os prefeitos trabalham de fato ou ainda se população pena com eventuais maus serviços.

Lembram da gestão Bia Aroso em Paço do Lumiar?

Pois é. Havia blogs que conseguiam ver uma ótima gestão da então prefeita mais enrolada do Brasil.

Talvez o foco da pancadaria no Edivaldo seja porque é o prefeito da capital e a maioria dos blogs que o ataca é de São Luis. Talvez seja isso.

Talvez esses blogs estejam mesmo preocupados com a nossa cidade e o Blog do Robert Lobato esteja errado na sua avaliação.

Talvez…

“A nossa civilização é em grande parte responsável pelas nossas desgraças. Seríamos muito mais felizes se a abandonássemos e retornássemos às condições primitivas.”
(Sigmund Freud)

O mundo não é estranho e nem ficou estranho nas últimas décadas.

Desde sempre vivemos num mundo que ao mesmo nos fascina e nos assusta. Tem sido assim desde que a humanidade resolveu deixar as caverna para inaugurar a civilização.

Em Admirável Mundo Novo (1932), Aldous Huxley já alertava para os riscos do “progresso” do mundo civilizado. Aliás, essa obra é indispensável para as pessoas que pensam uma coisa e a coisa é outra. A sociedade química imaginada por Huxley no século passado já é uma realidade, ao menos é o que parece.

O lado sombrio da mente humana sempre me chamou a atenção. Como humanista convicto, não posso deixar de procurar entender o porquê de certas pessoas terem dado errado na vida do ponto de vista mental ainda que aparentemente pareçam normais.

Agora mesmo, dois casos perturbadores me deixaram inquieto.

Por exemplo: como entender que um advogado, vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA) pode levar uma vida dupla de ao mesmo tempo que defende direitos de desconhecidos ser acusado de agressão à própria esposa?

Não conheço e nunca vi o advogado Rafael Silva Júnior. Tem até pessoas importantes que saíram em sua defesa na sua página pessoal do Facebook, mas não deixa de ser algo perturbador.

E assim tem inúmeros casos de pessoas aparentemente normais, mas no fundo escondem verdadeiros demônios prontos a agir contra tudo e contra todos.

Outro caso extraordinariamente revelador sobre a que ponto chegamos diz respeito à queda do irbus A230 da Germanwings, ocorrida nos alpes franceses, no início desta semana.

A ser confirmada a suspeita de que o copiloto da aeronave agiu realmente de forma deliberada para espatifá-la contra as montanhas mantando a si próprio e quase duzentos inocentes, então estamos diante de quadro dramaticamente atormentador do no nosso processo civilizatório.

É triste viver um mundo em que todos são potenciais monstros até que se prove o contrário. Vivemos um mundo bipolar.

Habitamos um admirável mundo louco.

Prefeitura inicia nova edição do programa Peixe na Mesa nesta sexta-feira (27)

A ação será realizada durante o período que antecede a Semana Santa

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura Pesca e Abastecimento (Semapa), inicia a partir desta sexta-feira (27), mais uma edição do programa ‘Peixe na Mesa’. A comercialização do pescado será feita em feiras itinerantes pelo ‘Caminhão do Peixe’, em dois turnos, disponibilizando 3 kg do produto por consumidor. A ação será realizada durante o período que antecede a Semana Santa.

O programa disponibilizará uma variedade de peixes bem aceitos pela população, como a pescada amarela, peixe serra, tainha, uritinga, palombeta, tambaqui e curimatá.

Segundo o titular da Semapa, Aldo Rogério, além de regular os preços do produto durante a Semana Santa, o programa garante ainda o pescado a preço mais acessível na mesa do consumidor ludovicense, estipulando valores em torno de 25% a 30% inferiores ao preços praticados no mercado local.

PROGRAMAÇÃO

Na manhã de sexta-feira (27), o Caminhão do Peixe iniciará suas atividades no bairro Coroadinho, ao lado da Fundação Bradesco, na Avenida Presidente Médici. No período da tarde, o Caminhão do Peixe estará na Praça da Bíblia, para atender aos bairros circunvizinhos entre a Avenida Kennedy e a Avenida Alexandre de Moura.

A Prefeitura prioriza a execução do projeto em bairros onde há menor poder aquisitivo da população, como no Anjo da Guarda, Coroadinho, Vila Fialho, Vila Izabel, Vila Embratel, Liberdade, Vila Magril, Itapera, Cidade Operária, Sacavém, Alemanha, bairros do entorno da Praça da Bíblia, além de São Francisco e Cohab.

O Blog do Robert Lobato faz um balanço sobre o que foi destaque na sessão desta quinta-feira, 26, na Assembleia Legislativa do Maranhão. Teve muito barraco, infelizmente. Confira:

Barão de Grajaú “mais de 100 anos” e Santa Luzia 54 anos

O deputado pelo PMDB, Stênio Rezende, usou a tribuna para fazer referência aos “mais 100 anos ” do município de Barão de Grajaú, localizado na região Centro-Sul do Maranhão, e os 54 anos de Santa Luzia. O parlamentar aproveitou para elogiar a administração do prefeito de Barão de Grajaí, Cleydson Rezende, sobrinho do deputado:

 – No próximo domingo, é aniversario da minha querida cidade de Barão de Grajaú, cidade onde nasceu o meu avô, onde eu tive a honra do seu Odílio Rezende ser prefeito, onde nasceu meu pai, Vinícius Aurélio Rezende e hoje é o prefeito, meu sobrinho, o Cleydson Rezende, que vem, sem dúvida nenhuma, fazendo uma grande administração à frente do município. Barão de Grajaú, completa mais de 100 anos, no próximo domingo, se Deus quiser, estaremos lá compartilhando da alegria e da felicidade de todos os baronenses. Mas venho hoje, para deixar registrado que, nesta data, no dia 26 de março de 1961, passava à categoria de município a cidade de Santa Luzia que completa 54 anos, e era uma grande área habitada pelos índios Guajajaras. Mas em 1959, exatamente 10 anos da chegada do primeiro homem branco à localidade Batatal, o governo do Estado, através da Assembleia Legislativa, criava a Lei 1.908 de 17 de dezembro, criava-se o município de Santa Luzia, que foi instalado oficialmente em 1961 em 26 de março.

Viver Mulher

A deputada Francisca Primo (PT), além de fazer também referência ao aniversário de Santa Luizia no seu discurso, informou aos presentes sobre sua participação na abertura do 9º Seminário Nacional ‘Viver Mulher’, ontem, 25. A petista ressaltou que o evento é direcionado para os trabalhadores e trabalhadoras do setor de turismo:

 – Assim como o deputado Stênio Rezende, aproveito para parabenizar toda população de Santa Luzia pelo seu aniversário, pelo aniversário da cidade, cidade-mãe de Buriticupu. Também solicito ao governador que olhe pela população daquela cidade. Uma cidade que está pedindo socorro, senhor Presidente. Mas, senhor Presidente, o que me traz a essa tribuna, nesta manhã, é que, ontem, participei da abertura do 9º Seminário Nacional ‘Viver Mulher’ que tem como tema central: “Respeito, dignidade e igualdade, não à violência”. Esse seminário é realizado pela Contratuh – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade, e está sendo realizado no Rio Poty Hotel, nos dias 25 a 27 de março, em parceria com Sindhoteis, O evento é direcionado para os trabalhadores e trabalhadoras do setor de turismo e hospitalidade de todo o Brasil. Entre os temas que serão abordados está a saúde da mulher; o tráfico de seres humanos; o combate à violência contra a mulher; mulher, o trabalho e o assédio moral. Quero parabenizar o presidente da Contratuh, o senhor Moacyr Roberto pela iniciativa de estar trazendo para o nosso Estado discussões tão importantes para nós mulheres, no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher.

Chapadinha 77 anos

Outra cidade aniversariante do fim de semana. Desta vez coube ao deputado Levy Pontes fazer pronunciamento destacando o aniversário da cidade de Chapadinha, que no próximo domingo completará 77 anos de emancipação política. Pontes fez um interessante resgate histórico do município localizado na região do Baixo Parnaíba:

- Hoje subo nesta tribuna por ser o último dia de sessão plenária antes do aniversário de Chapadinha, que no próximo domingo, completará 77 anos. São quase oito décadas em que uma simples aldeia que depois virou parada de viajantes se tornou a cidade mais importante da região do Baixo Parnaíba, aquela região que era um paraíso intocado e que tinha como dono os índios Anapurus. Chapadinha por muito tempo foi denominada Chapada das Mulatas. Impulsionada por riquezas naturais como o babaçu e a carnaúba, Chapadinha rapidamente cresceu e, em 29 de março de 1938, por decisão do então interventor Paulo Martins de Souza Ramos, foi elevada à categoria de cidadeReafirmo minha fé inabalável no brilhante futuro que aguarda Chapadinha. Tenho fé em dias melhores, porque conheço a alma do nosso povo, da nossa terra. Juntos vamos confirmar a letra do nosso hino e proclamar ao Brasil e ao mundo “Chapadinha teu nome glorioso é bravura e grandeza maior, o teu povo conquista garboso o troféu de um futuro melhor.” Parabéns Chapadinha.

Metralhadora

O deputado Sousa Neto (PTN) usou a tribuna e fez duros disparos contra vários dos seus pares, em especial contra o vice-presidente da Assembleia, Othelino Neto, o deputado em exercício Fernando Furtado, ambos do PCdoB. Sousa também fez duras críticas á reportagem do Repórter Record (Rede Record) sobre a pobreza no Maranhão que, segundo o parlamentar oposicionista, pode ter sido encomendada:

- Muito se fala dessa herança maldita, muito se fala dessa questão de dizer que 50 anos de atraso do Estado do Maranhão e culpam os ex-gestores do Estado por essa miséria. Mas eu quero dizer por que. Porque por aí durante esses governos passados, deputado Roberto Costa, passaram Jackson Lago e passaram também Zé Reinaldo Tavares, no qual o deputado Othelino foi secretário e, diga-se de passagem, teve uma desastrosa gestão na Secretaria de Meio Ambiente. Desastrosa! Ele foi secretário de Meio Ambiente, então era pra ter dado uma resposta clara sobre o que ele queria nessa época, porque agora quer ser o arauto aqui da moralidade e dizer que não participou de governos passados, sendo que foi secretário.  Então, hoje estou aqui na tribuna para dizer que esta reportagem [da Record] pode ter sido encomendada. E outra coisa: vem agora aqui um deputado Fernando Furtado que hoje quer fazer parte do Palácio como bobo da corte, porque daqui ele não representa nada. Se para obter alguma vantagem com o governo quer fazer graça aqui no Parlamento, que tenha respeito e tenha moral para chegar aqui. Ele não está aqui porque eu deixei para falar e vou falar depois quando ele estiver aqui para falar na sua frente que V. Exa., como presidente da colônia de pescadores lá de Pinheiro, não sabe nem o que é uma anzol. E eu vou lhe mostrar e demonstrar isso, porque está aqui. Vou esperar V. Exa. chegar para falar perante V. Exa.

Não é bem assim…

Pego de surpresa com os disparos do colega Sousa Neto, o deputado Othelino Neto não se conteve e mesmo abalado subiu à tribuna para defender-se dos tiros à queima roupa do parlamentar oposicionista. Othelino negou que tenha feito uma gestão desastrosa frente à Sema e ironizou o fato do seu opositor ser genro do ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad:

 – Até me espantei, porque o deputado Sousa Neto costuma ser, eu o conheço há mais ou menos uns 20 vinte, embora sem intimidade, mas costuma ser um sujeito gentil, cuidadoso com as palavras. É primeira vez que vejo o deputado Sousa Neto se exceder a ponto de partir para ofensas desse nível. Quero crer que tenha sido uma exigência do sogro. Esse palavrório mais parece com o ex-deputado Ricardo Murad do que com V.Exa., deputado Sousa Neto. Mas a interpretação da minha gestão na SEMA é pessoal, subjetiva. Portanto, eu não vou fazer autoelogios, mas tenho muito orgulho de ter sido secretário de Meio Ambiente do meu Estado nos governos de Zé Reinaldo, que fez uma transição política importante. Da mesma forma que me orgulho muito de ter auxiliado o ex-governador Jackson Lago nos avanços que tivemos na gestão ambiental. Vou lhe dar um exemplo, deputado Sousa Neto: nós recebemos a Secretaria de Meio Ambiente, mas nem secretaria mais era, ela era gerência adjunta subordinada à Secretaria de Saúde, desvalorizando a questão ambiental e a gestão ambiental na contramão do mundo e do País. O ex-governador Zé Reinaldo criou e estruturou a secretaria. O primeiro e o único concurso para a Secretaria de Meio Ambiente na história do governo do Maranhão foi realizada na minha gestão, fortalecendo o órgão. Nós tomamos o controle de novo da APA do Itapiracó que estava jogada às traças. Nós implantamos diversos programas e legislação nova no Estado do Maranhão que não tinha. Só para V. Ex.ª ter uma ideia, quando eu assumi a Secretaria de Meio Ambiente, os processos de licenciamento nem parecer jurídico tinham, pasmem os senhores. Peço que V. Ex.ª não traga para cá o destempero verbal do seu conselheiro Ricardo Murad, porque V. Ex.ª é muito melhor, muito mais educado do que o deputado Ricardo.

Consulta plebiscitária

O deputado Professor Marco Aurélio fez um pronunciamento em que destacou a agenda dele e da deputada Valéria Macedo com os onze vereadores do município de Senador La Roque. Na pauta a questão de uma consulta plebiscitária para validar lei que delimita demarcação dos municípios de Senador La Rocque, João Lisboa e Buritirana:

 – Ontem na companhia da deputada Valéria Macedo e de nove dos onze vereadores da cidade de Senador La Rocque, juntamente com o prefeito daquela cidade e autoridades de outros segmentos, estivemos em audiência no TRE – Tribunal Regional Eleitoral, com o Presidente Guerreiro Júnior, tratando de uma busca daquele povo, que é justamente a necessidade da realização de uma consulta plebiscitária para validar a lei de autoria do ex-deputado Hélio Soares, que delimita a demarcação dos municípios de Senador La Rocque, João Lisboa e Buritirana. O conflito instalado naquela região é um conflito que fica muito complicado para a gente estar avaliando. O conflito instalado naquela região já está extrapolando, haja vista que dias atrás houve uma emboscada com uma autoridade justamente numa das comunidades envolvidas nesse conflito. E, ontem, o presidente do TRE, ele garantiu que haveria, sim, a consulta plebiscitária, mas já garantido para o ano de 2016 coincidindo com a eleição municipal. Entretanto, vamos agora para uma busca que é junto ao TSE, para garantir que se haja, em caráter extraordinário a realização desse plebiscito ainda neste ano.

Unale

O deputado Wellington do Curso subiu à tribuna para fazer breve registro da sua participação e de outros parlamentares no Seminário de Assuntos Parlamentares, em Brasília, promovido pela Unale (União Nacional dos Legisladores dos Legislativos Estaduais_:

 - Quero fazer o registro da participação, na segunda-feira, do Segundo Seminário de Assuntos Parlamentares, em Brasília, promovido pela Unale, União Nacional dos Legisladores dos Legislativos Estaduais, em parceria com o Senado Federal e participando, durante todo o dia, do segundo seminário, registrar também a presença e a participação dos deputados Alexandre Almeida, Rafael Leitoa, Ricardo Rios, Rigo Teles, Vinícius Louro e Zé Inácio, das palestras proferidas pelo senador Vincentino Alves, senador do Tocantins. Consultores legislativos Paulo Henrique e Rogério Melo. Secretário do Tribunal de Contas do Distrito Federal Luiz Genédio, e do ministro do STF, Marco Aurélio de Melo, que defendeu maior autonomia das Casas Legislativas, durante o seu pronunciamento. O Seminário foi muito importante, principalmente para nós que estamos no primeiro mandato para que pudéssemos aprimorar grandes ensinamentos que foram abordados durante o seminário.