Roseana Sarney quer o PMDB unido em torno das eleições de 2016.

O ex-governadora Roseana Sarney reuniu a cúpula do PMDB maranhense, na semana passada, para dizer que vai trabalhar pela unidade do partido em torno de uma candidatura própria para prefeito de São Luis e nas principais cidades do estado.

Segundo apurou o Blog do Robert Lobato, Roseana também se movimenta para ser presidente estadual do PMDB e também deseja ver a deputada estadual Andrea Murad no comando do partido na capital maranhense.

O ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, já manifestou interesse de ser candidato a prefeito de São Luis de preferência pelo PMDB, mas não descarta uma candidatura inclusive pelo PTN, do deputado estadual Sousa Neto.

O vereador Fábio Câmara, um dos presentes na reunião de cúpula peemedebista, fez uma contundente defesa do nome de Murad para prefeito. “Se o PMDB resolver mesmo por ter candidatura própria a prefeito de São Luis não vejo outro nome melhor do que do ex-deputado Ricardo Murad”, disse Câmara.

Outra questão colocada pela ex-governadora Roseana Sarney foi de pedir que o PMDB decida oficialmente a condição de oposição ao governo Flávio, o que contou com a concordância de todos os presentes, entre eles Lobão Filho e Andrea Murad.

Aliança com PT

PT pode indicar vice do PMDB em São Luis. E o nome pode estar nesta foto…

Se depender da vontade de Roseana Sarney, o PMDB terá uma candidato a vice-prefeito do PT. A ex-governadora afirmou que vai procurar o comando local e nacional do PT para discutir o assunto.

No território petistas, alguns nomes já se colocam para a missão de vice-prefeito numa eventual chapa com o PMDB, entre eles estão: Zé Antônio Heluy, Joab Jeremias, Rodrigo Comerciário, Fernando Silva, Nonato Chocolate e Berenice Gomes.

É aguardar e conferir.

por Leonardo Attuch, Jornalista, idealizador do 247

O horizonte na economia continua cinzento, a semana foi tumultuada no Congresso, com prós e contras para o governo Dilma, como a vitória na aprovação do jurista Luiz Edson Fachin para o Supremo Tribunal Federal e o impasse nas votações do ajuste fiscal, mas o saldo final foi positivo para o Palácio do Planalto. Isso se deve, essencialmente, à decisão dos partidos de oposição de não mais apostar numa tentativa de impeachment, e sim numa ação criminal, depois que um parecer encomendado pelo PSDB ao jurista Miguel Reale Júnior mostrou os limites da primeira alternativa. Dilma ainda terá uma oposição aguerrida nos seus calcanhares, mas o cenário de ruptura política não existe mais – o que faz uma grande diferença.

A partir de agora, as lideranças mais responsáveis do País, tanto no PT, no PSDB, como nos demais partidos, deveriam tentar construir uma agenda comum. Não faz sentido, por exemplo, que parlamentares tucanos votem em peso contra o fator previdenciário, criado pelo governo FHC, apenas para reduzir a margem de ação do governo Dilma no campo fiscal. Assim como também é insensato, por parte do PT, rejeitar qualquer debate que seja proposto pelo campo “adversário”.

Em entrevistas recentes, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diagnosticou o esgotamento do sistema político atual, ancorado no “presidencialismo de coalizão”, que, segundo ele, seria um “presidencialismo de cooptação”. É fato. No Brasil de hoje, em que impera a transparência e onde instituições de combate ao crime, como a Polícia Federal e o Ministério Público, atuam com total independência e autonomia, tornou-se insano prosseguir num modelo de uso do Estado como fonte de financiamento político – o que não é exclusividade de nenhum partido político. Se FHC ancorou sua governabilidade nos acordos com o antigo PFL de Antônio Carlos Magalhães, Lula e Dilma se valeram do PMDB e de partidos menores.

O custo desse sistema tem sido altíssimo para a sociedade e também para as empresas. O patrimonialismo à brasileira impõe um capitalismo de estado, que alimenta cartéis e reduz a competição no setor privado, pois só com margens de lucros maiores as empresas têm sobra de caixa para financiar a política. E como não há “almoço grátis”, como bem definiu Paulo Roberto Costa, o sistema de doações privadas realimenta esse sistema patrimonialista.

O que o país necessita, neste momento, é de lideranças políticas que sejam capazes de, não apenas enxergar e diagnosticar o óbvio esgotamento do modelo político atual, mas também construir pontes em torno de uma agenda comum. Uma agenda que mantenha as condições de funcionamento dos partidos (num sistema mais enxuto e racional) e amplie a segurança jurídica para a atividade de empresas, que também se tornaram vítimas do modelo de doações privadas à política.

zé_carlosO deputado Federal Zé Carlos participou nesta quinta (21), de ato na Câmara dos Deputados, em defesa da proposta que garante, pelo menos, 30% de mulheres na composição do parlamento federal, das assembleias legislativas e câmaras de vereadores.

Durante o ato, os parlamentares repetiam palavra de ordem: “30% já!”.

A manifestação em defesa da maior igualdade de gênero na política ganhou corpo depois de divulgado relatório do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), apresentado na Comissão Especial da Reforma Política, da qual o parlamentar maranhense é membro.

O Relatório de Marcelo Castro sugere a adoção do modelo de voto majoritário para a composição dos parlamentos, o chamado Distritão, nas próximas eleições, mas não assegura mais cadeiras para as mulheres.

O deputado Zé Carlos informou que, dependendo do modelo adotado, as próximas eleições poderão ter uma abrupta redução de mulheres, que hoje conta com apenas 10% na Câmara dos Deputados, fato que coloca o Brasil na 124ª posição no mundo, atrás de países árabes e africanos.

“Atualmente as mulheres que representam 52% do eleitorado e 45% no mercado de trabalho ocupam apenas 10% da Câmara dos Deputados, 16% do Senado, 11% das assembleias legislativas e 13,3% das câmaras de vereadores. Sempre defendi nas reuniões da Comissão de Reforma Política uma representação igualitária para ambos os gêneros, tanto no Congresso Nacional quanto nos parlamentos estaduais e municipais assim como também defendo o financiamento público de campanha”, afirmou o deputado.

Superintendente do Sebrae/MA , João Martins

A Prefeitura Municipal de Bequimão, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão (Sebrae/MA), promoveu uma oficina sobre a Implementação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, nesta sexta-feira (22), no auditório do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR).

Está confirmada a participação do superintendente do Sebrae/MA, João Martins, e do prefeito Zé Martins. Agentes públicos, comerciantes e empresários do município também são convidados a participar da formação, que faz parte do processo de implantação da Lei Geral no município.

Na abertura do evento, às 8h, será lançada oficialmente a Lei e assinado o termo de compromisso, que garante a prestação de orientações pelo Sebrae. Em seguida, o consultor Augusto Bento Serra ministrará a oficina, abordando, entre outros assuntos, quem são as MPEs; por que são importantes; razões para apoiar as MPEs; e os principais temas da Lei.

Baixe e conheça a Lei Geral

NovoPaçoA Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento de Paço do Lumiar realizou nesta quinta-feira (21), um “Dia de Campo” na comunidade de Novo Paço. Cerca de 2 mil famílias da região iniciaram o manejo da horticultura e pretendem, como o apoio da Semapa, implantar uma horta comunitária.

De acordo com a secretária de Agricultura, Rosany Aranha, o programa municipal Dia de Campo tem o objetivo de dar apoio aos pequenos produtores, incentivando-os a produzir em seus próprios quintais, combatendo a insegurança alimentar, promovendo o desenvolvimento da região e aumentando a renda mensal.

Durante a ação, os moradores receberam sementes de feijão, hortaliças, biofetilizante líquido, assistiram palestras e receberam orientação dos técnicos agrícolas, sobre quintais produtivos, segurança alimentar e nutricional e programas de fomento à agricultura.

Paço do Lumiar é um dos maiores produtores agrícolas da grande ilha. Do município, sai diariamente, uma grande quantidade de hortaliças, verduras e alguns legumes para abastecer feiras, mercados e grandes supermercados da capital, São Luís.

Nesta sexta-feira, 22, a Prefeitura de Paço do Lumiar estará recebendo do Governo do Estado, através da Sagrima, um trator para subsidiar as atividades agrícolas no município.

Ensinam os mais experientes, que entre citar nomes de amigos e aliados em discursos e textos como forma de reconhecimento, com o risco de esquecer um ou outro nome, e não citar ninguém, a segunda opção é mais segura para evitar crises.

Pois foi exatamente o que esqueceu de fazer o Jornal Pequeno em editorial da edição desta sexta-feira, 22.

Com o objetivo de fazer um reconhecimento a jornalistas e blogueiros que apoiaram a candidatura de Flávio Dino contra o candidato do grupo Sarney, em 2014, o JP citou alguns profissionais e esqueceu de outros tantos. Pior: quando o editorial passou a ser reproduzido pelos Blogueiros de Peletó* foi editado na maior cara dura para inclusão de alguns dos “esquecidos” pelo editorialista do matutino da Rua Afonso Penha.

Gritaria geral.

Ricardo Santos, Silvia Tereza (Cora), Jeisael Marx, César Bello, Gilberto Lima, Domingos Costa são alguns do que não apareceram na relação de “meia dúzia de blogueiros idealista” do editorial do JP.

Pelos grupos no Whatsapp, administrados por Blogueiros de Peletó, a crise ganhou repercussão que vai da indignação ao hilário.

Desabafos, choros, xingamentos, revoltas, desesperos, enfim, uma verdadeira zorra entre os que não foram contemplados nessa espécie de “Lista de Schindler” jotapeana.

Dizem, não sei é verdade, que Lourival Bogéa, diretor geral do Jornal Pequeno, teve que ser adicionado às pressas num grupo, administrado pela blogueira Silvia Tereza, para se explicar. Aliás, dizem também, não sei se procede, que “Cora” estava uma fera, soltando fogo pelas ventas porque foi esquecida pelo já histórico editorial do JP.

O fato é que o referido o episódio virou um case jornalístico sobre o como desagradar aliados ao citar uns e esquecer de outros em editoriais.

Fique com a íntegra do editorial do JP (SEM EDIÇÃO)

Desastres da Blogosfera enriquecida

Arrotavam os blogueiros sarneisistas nos corredores da Assembleia, nos tempos do fica não fica, sai não sai, corre não corre, da ex-governadora Roseana Sarney, detonado com a prisão do doleiro Alberto Youssef, que a renda mensal de qualquer um deles nunca era inferior a R$ 60 mil. Alguns chegaram a exibir, no plenário do Legislativo, maços de dinheiro e cheques em valores que humilhavam até os ganhos dos deputados.

Enquanto Hiluxy do ano, automóveis digitais e BMWs envenenadas dessa blogosfera turbinada eram estacionadas nas portas do Poder Legislativo, outros blogueiros, sem nenhum acesso ao poder, enfrentavam, em condições bem difíceis, o monopólio de comunicações do senador José Sarney. Com todo o aparato de audiência da Rede Globo e do Sistema Mirante e o jornal mais rico e poderoso do Estado lhes garantindo acessos, não resistiram ao jornalismo da verdade, às publicações do Blog do John Cutrim, do Leandro Miranda (Marrapá), Blog do Garrone, do Jorge Vieira, do Clodoaldo e à competência editorial dos jornalistas Márcio Jerry e Robson Paz. O que o jornalismo distorcido chamava de comunicação adolescente deu-lhes uma pisa daquelas de largar a catinga.

Edson Lobão Filho, Edison Lobão, pai, José Sarney, Roseana Sarney, Ricardo Murad, dentre outros, foram derrotados nas urnas pelo candidato Flávio Dino. A Vênus Platinada das Comunicações do Nordeste, o Sistema Mirante, com apoio de seus blogs, sites, portais e muito dinheiro, além da constante recorrência às mais condenáveis baixarias, foram derrotados pela convicção, competência e idealismo de meia dúzia de blogueiros, tanto na eleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, quanto na eleição do governador Flávio Dino. Ganhando muito pouco, eram jornalistas dispostos a lutar pela realização de um sonho de todo o Brasil: tirar Sarney do poder.

Querem agora, em mais um lance no endereço eletrônico canalhice.com, jogar esses profissionais contra o prefeito de São Luís e contra o Secretário de Comunicação, Batista Matos. Batista está muito bem onde está, faz um bom trabalho. E, pela enésima vez, o jornalismo da Mirante falta ao respeito com o prefeito de São Luís ao afirmar que foi “enquadrado” por blogueiros. O prefeito Edivaldo tem sua honestidade e transparência reconhecidas nacionalmente. Os blogueiros a que se refere o jornal de Sarney não atacam gente honesta. Costumam enquadrar sim, gente que nas caladas da noite recebe propinas em hotéis de luxo, gente envolvida em todo tipo de corrupção, gente com audiência permanente na polícia, gente que deposita o dinheiro do povo em paraísos fiscais.

E eles, os blogueiros que derrotaram esse império de comunicação, não têm culpa se, com a queda dos Sarney, algumas mansões da blogosfera enriquecida estão descascando, as piscinas precisando de limpeza, o uísque e a champagne internacionais rareando e os carros importados precisando de peças de reposição. Acabou a mamata. Nunca mais 60 mil.

*Blogueiros de Paletó – É assim passaram ser chamados os principais blogueiros que operam sob o comando do Palácio dos Leões, após todos aparecem de paletó e gravata na cerimônia de diplomação de Flávio Dino, em dezembro de 2014.

O secretário de Governo da Prefeitura de São Luis, o empresario, palestrante, coach e trainer, Lula Fylho, deu sua opinião sobre a crise na Comunicação do governo Edivaldo à luz das declarações do pai do prefeito, deputado Edivaldo Holanda, de que o setor não funciona.

Pela sua conta na rede social do Twitter, Lula Filho comentou:

“Quero registrar meu apoio ao trabalho do Sec Batista Matos. Claro q temos muito a melhorar, mas a questão é mais estruturante do que técnica“.

lula_fylhoBom, há várias formas de interpretar a declaração de Lula Fylho, mas prefiro fazer os seguintes questionamentos ao secretário de Governo:

Primeiro: O que tem “muito a melhorar”, a Comunicação da prefeitura ou a administração como um todo?

Segundo: Se a questão é “mais estruturante”, quer dizer então que a Comunicação não é tratada com a devida importância pela administração Edivaldo?

Terceiro: Qual o grau de força do secretário Lula Fylho, junto ao prefeito, para mudar o quadro da Secom Municipal no sentido de viabilizar maiores e melhores condições “estruturantes” ao secretário Batista Matos?

São estes o questionamento que o Blog do Robert Lobato deixa para o secretário responder. Ou não.

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Poucos acreditam na queda do secretário Batista Matos por conta das declarações do deputado Edivaldo Holanda. Matos continua contando com o apoio e com a confiança do prefeito.

Certa vez, Edivaldo fez o seguinte comentário a Bob Lobato em relação ao atual chefe da Secom: “Bob, eu queria ter uns três Batista Matos na minha equipe”.

É isso aí…